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sábado, 15 de junho de 2013

Mourinho pode me ajudar a voltar a ser o melhor, diz Torres

O meia-atacante da Espanha Fernando Torres acredita que, com José Mourinho de volta como técnico do Chelsea, conseguirá redescobrir a boa forma que fez dele um dos atacantes mais temidos do mundo.   
Mourinho já afirmou que Torres ainda pode desempenhar um papel importante no clube londrino, apesar da fase decepcionante que atravessa desde que saiu do Liverpool dois anos e meio atrás, pelo valor de 50 milhões de libras, um recorde no futebol inglês.
Torres, que está com a seleção espanhola no Brasil para a Copa das Confederações e joga contra o Uruguai no domingo no Recife (PE), declarou ao diário esportivo As que quer cumprir seu contrato com o Chelsea, que expira no final de junho de 2016.
"Quero honrar o contrato que assinei, continuar conquistando títulos, e gostaria de voltar a ser o melhor em minha posição", disse o jogador de 29 anos.
"Não há melhor lugar nem melhores condições do que com Mourinho no Chelsea", acrescentou. "Suas palavras são uma motivação para mim".

Mano Menezes fala em fazer 'trabalho sério' no Flamengo

Mano prometeu trabalho sério no Flamengo - Luca Bruno/AP
Contratado na noite da última quinta-feira, Mano Menezes será apresentado na manhã desta segunda como novo técnico do Flamengo. Em declaração dada ao site oficial do clube, neste sábado, ele ressaltou a importância da seriedade e do profissionalismo do trabalho que pretende fazer no comando flamenguista.

"Acredito em projetos bem firmados e trabalho sério. É isso que vamos construir no Flamengo, para honrar a confiança da diretoria e da torcida", afirmou Mano Menezes, que estava sem trabalhar desde que foi demitido da seleção brasileira no final de novembro - deu lugar a Luiz Felipe Scolari.

Depois da apresentação na segunda-feira, Mano Menezes terá seu primeiro contato com o elenco flamenguista no dia seguinte, data da reapresentação dos jogadores após a folga. E a estreia será em 6 de julho, diante do Coritiba, na volta do Brasileirão após a paralisação na Copa das Confederações. 

Wallim põe em xeque contratação de Roger Carvalho pelo Flamengo

Reforço dado como certo pela diretoria rubro-negra, o zagueiro Roger Carvalho, que está atualmente no Bologna, da Itália, pode não se transferir mais para o Flamengo. Segundo Wallim Vasconcellos, vice de futebol do clube, o defensor, que foi submetido a uma cirurgia na coxa direita recentemente, pode não vir para a Gávea.
- Nós tínhamos tudo apalavrado com o empresário do Roger Carvalho, o Eduardo Uram. Nós sabíamos, inclusive, que ele estava lesionado, mas não fomos avisados sobre a cirurgia. Isso nos pegou de surpresa - informou o vice-presidente, em entrevista à Rádio Bradesco Esportes FM, que comentou a situação física do jogador:
- O empréstimo dele seria até o fim deste ano. Temos de ver se ele irá se recuperar a tempo de poder jogar. Caso não consiga, não iremos concretizar a contratação.
Roger Carvalho foi indicado pelo ex-treinador do Flamengo, Jorginho. Mas, segundo Wallim, o fato de o técnico não estar mais no clube não pesará na definição sobre a contratação.
- O que importa realmente é a condição física do atleta. Vamos ver com o José Luiz Runco (médico do Flamengo) se ele terá condições de vestir a nossa camisa ainda nesta temporada - concluiu.

Flamengo nega propostas por Felipe Melo e Robinho

Flamengo nega propostas por Felipe Melo e Robinho
O diretor executivo de futebol do Flamengo, Paulo Pelaipe, negou que o clube tenha feito propostas pelo atacante Robinho, do Milan, e pelo volante Felipe Melo, que pertence à Juventus. O dirigente também falou sobre alguns detalhes da negociação para trazer o técnico Mano Menezes e garantiu que o ex-comandante da Seleção não condicionou sua chegada ao clube à chegada de reforços de peso.

“Nós desconhecemos isso (proposta do Flamengo por Robinho). Assim como nesta semana saiu lá que o Flamengo fez oferta pelo Felipe Melo. É um ótimo jogador, identificado com o clube, mas o clube também não fez proposta”, disse em entrevista para o Fox Sports.
“Estamos trabalhando com pés no chão, sabemos que a equipe precisa de alguns reforços, mas agora vamos fazer isso conversando, trocando ideias, em um trabalho conjunto. Vamos ver dentro do planejamento financeiro aquilo que a gente pode fazer. O presidente e o conselho gestor estão resgatando a credibilidade do Flamengo.”

“Conversamos e fizemos uma análise dentro dos padrões do que o Flamengo tinha condições de arcar. O Mano vai trabalhar no maior clube do Brasil, para a maior torcida do mundo. Todo profissional contratado pelo Flamengo, assim como eu fui em dezembro, se sente orgulhoso. O Mano também está.”

Protestos e problemas no Mané Garrincha marcam estreia da Seleção


A tensão que ronda algumas das principais capitais do país se manifestou em Brasília, neste sábado. A festa de abertura da Copa das Confederações foi eclipsada pela indignação dos brasileiros presentes ao estádio. O resultado foi uma sonora vaia à presidenta Dilma Roussef, no momento do anúncio oficial de abertura do evento.
Pouco antes da partida, um protesto no entorno do estádio Mané Garrincha exibiu uma "amostra grátis" do que vem acontecendo em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo nos últimos dias. Os protestos, que se iniciaram pacíficos, chegaram a Brasília, e a polícia, como tem sido recorrente, reagiu com bombas de efeito moral, gás lacrimogênio e balas de borracha. Com isso, instaurou-se um clima de tensão antes mesmo de a Seleção entrar em campo.
- Estava na fila com minha esposa e meu filho quando começou a correria. Carros passando, cavalos correndo em nossa direção. Ficamos muito assustados. Acho que todos têm o direito de protestar, até concordo com algumas das reivindicações. Mas tem que ter mais consciência dos manifestantes e da polícia porque tem muita gente que não tem nada com a história em perigo - afirmou o servidor público Alan Kennedy.
"Estava na fila com minha esposa e meu filho quando começou a correria. Carros passando, cavalos correndo em nossa direção. Ficamos muito assustados. Acho que todos têm o direito de protestar, até concordo com algumas das reivindicações. Mas tem que ter mais consciência dos manifestantes e da polícia porque tem muita gente que não tem nada com a história em perigo", afirmou um transeunte, em entrevista ao GloboEsporte.com.
Se a situação fora do estádio era complicada, o interior do reformado Mané Garrincha, estádio mais caro entre os que será utilizado na Copa, exibia problemas. A demora as filas e a ausência de produtos nos bares foram algumas das principais reclamações de quem compareceu para apoiar o Brasil.
Um problema curioso foi o fato de que torcedores simplesmente não conseguiam achar os assentos que estavam nos bilhetes que haviam comprado. Explica-se: os assentos não existiam. Sem cadeira, os espectadores, resignados, acumulavam-se nas escadas para assistir a Neymar e cia.
 

Pessimista nas negociações para jogar no Maracanã, Flamengo cogita estádio próprio


A situação das conversas entre o consórcio vencedor da licitação para administrar o Maracanã e o Flamengo não está boa. O vice-presidente do clube, Wallim Vasconcelos, mostrou-se pessimista e bastante preocupado com o desenrolar das negociações. Segundo o próprio, o contexto leva inclusive o Flamengo a pensar na construção de um estádio próprio, para evitar submeter-se às condições impostas pelo grupo de empresários.
- Não conseguimos ainda chegar a um acordo com o consórcio, é uma negociação dura, e a gente está muito preocupado. Se não chegarmos a um acordo com o Maracanã, por outro lado a gente também não quer ficar jogando fora do Rio muito tempo. A gente precisa ter uma referência de estádio, a nossa casa, para mandar nossos jogos, é uma situação que está nos afligindo bastante. Se não tiver o Maracanã, vamos jogar em Volta Redonda, Macaé, Bangu, é vida que segue e vamos tentar ver alguma alternativa, como construir um estádio. Talvez essa situação nos leve a buscar alternativas, inclusive um estádio novo. É a vida, o que podemos fazer? - declarou o vice de futebol, em entrevista à Rádio Bradesco Esportes FM.
"Não conseguimos ainda chegar a um acordo com o consórcio, é uma negociação dura, e a gente está muito preocupado. Se não chegarmos a um acordo com o Maracanã, por outro lado a gente também não quer ficar jogando fora do Rio muito tempo. A gente precisa ter uma referência de estádio, a nossa casa, para mandar nossos jogos, é uma situação que está nos afligindo bastante. Se não tiver o Maracanã, vamos jogar em Volta Redonda, Macaé, Bangu, é vida que segue e vamos tentar ver alguma alternativa, como construir um estádio. Talvez essa situação nos leve a buscar alternativas, inclusive um estádio novo. É a vida, o que podemos fazer?", explicou Wallim, em entrevista a uma rádio esportiva.
O edital da licitação prevê a obrigatoriedade da assinatura de um acordo do consórcio com, no mínimo, duas equipes entre as quatro principais do Rio. O Fluminense já concordou com os termos, e está muito próximo de uma assinatura. O rubro-negro, que não tem estádio, seria o segundo. No entanto, as condições impostas são desfavoráveis em excesso para o Flamengo, o que leva a diretoria a fazer jogo duro com o grupo.
A construção de uma nova arena, no entanto, não resolveria o problema imediato de não ter onde jogar. Ciente disso, Wallim cogita a possibilidade de negociar o mando de partidas avulsas (isto é, sem a assinatura de um contrato longo) no Maracanã até que a situação fique resolvida
"[Jogar contra o Coritiba no Maracanã] não depende da gente, depende do consórcio. Se o consórcio quiser fazer um jogo avulso, e o Flamengo pagar para jogar lá, a gente está disposto. A nossa posição é a seguinte: não chegar a um acordo não quer dizer que a gente não possa jogar. A gente pode continuar negociando e jogando no Maracanã, pagando, não importa como. A gente quer e precisa jogar no Rio. Esperamos que o próprio Governo do Estado nos ajude na negociação com o consórcio, e se não chegarmos ao acordo, que a gente faça jogos avulsos no Maracanã. Não só o Flamengo, vale para Fluminense, Vasco e Botafogo. A gente pode ir jogando e negociando ao mesmo tempo. É uma solução secundária se a gente não chegar a um acordo agora. É bom para todo mundo, para o consórcio e para os clubes. Não sei por que a gente não consegue. Espero que até o dia 6 a gente consiga isso", finalizou o dirigente rubro-negro.
 

Brasil 3x0 Japão - Seleção espanta vaias e estreia com vitória na Copa das Confederações


A primeira resposta da Seleção Brasileira a uma série de questionamentos da torcida foi dada de forma categórica. Neste sábado (15), ao estrear na Copa das Confederações, o time de Luiz Felipe Scolari pode ter demorado um pouco para encontrar o dinamismo que todos esperam do grupo. Mas a qualidade do elenco canarinho não deixou de aparecer na vitória sobre o Japão por 3 a 0, no Estádio Nacional Mané Garrincha, com gols de Neymar, Paulinho e Jô. O resultado garante, sobretudo, tranquilidade. O Brasil volta a campo na próxima quarta-feira, às 16h, contra o México, no estádio Castelão, em Fortaleza.
Gol relâmpago anima, mas Seleção só administra o jogo
Os primeiros três minutos de bola rolando quebraram algumas escritas que vinham caracterizando a Seleção nos últimos tempos. Neymar vivia jejum de gols há nove partidas? Fred, apesar de artilheiro, andava muito isolado lá na frente? Pois então, tudo ficou para trás. Após cruzamento de Marcelo, o centroavante tentou matar no peito e entregou para o camisa 10, de primeira, acertar um chute preciso, no ângulo direito, sem chances para o goleiro Kawashima.
Mas os japoneses mostraram que não deveriam ser menosprezados. A cobrança de falta de Honda, destaque dos Samurais Azuis, e a tentativa do mesmo jogador de concluir cruzamento da direita na pequena área assustaram Júlio César. A falta de tranquilidade do Brasil ao trocar passes no campo de ataque também dificultou um maior domínio canarinho após o gol. Daniel Alves e Hulk que o digam.  
Apesar disso, foram esses dois jogadores que protagonizaram uma das grandes oportunidades do Brasil. Aos 21, o atacante fez tabela com o lateral, invadiu a área e chutou cruzado. Kawashima deu rebote, e Paulinho, por pouco, não chegou a tempo de finalizar. Fora isso, a Seleção teve melhores chances pelo lado esquerdo, com Marcelo. Mas Hulk, da direita, bateu de canhota aos 40 e acertou a rede pelo lado de fora. 
Os comandados de Felipão diminuíram o ritmo na reta final dos primeiros 45 minutos. Os japoneses, que em raros momentos se lançaram ao ataque, mantiveram-se fieis à marcação. Porém, falharam grosseiramente na saída de bola aos 42, dando o contra-ataque aos donos da casa. Fred fez tabela com Neymar e teve sua melhor chance de balançar as redes. Kawashima, no entanto, se esticou e fez bela defesa com a mão direita.  
Brasileiros ampliam e crescem na partida 
Um dos méritos da Seleção nessa estreia foi não dar chances à pressão dos adversários. Mais rápido que o gol de Neymar foi o de Paulinho, na volta dos vestiários, logo aos dois minutos. Desta vez, o cruzamento veio da direita, com Daniel Alves. Bem posicionado, o volante do Corinthians dominou no meio da área e bateu livre de marcação, contando com um pequeno auxílio do goleiro Kawashima para ampliar.
A vantagem deu mais tranquilidade ao time brasileiro. Se na etapa inicial havia faltado paciência para trabalhar a bola, o cenário da volta foi de maior movientação, dribles e até mesmo mais apoio por parte do torcedor presente no Mané Garrincha. Em raro momento de perigo, aos 26, Maeda pegou uma sobra dentro da área e disparou com força, mas Júlio César fez defesa segura. 
Aos 28, Felipão promoveu a entrada de Lucas no lugar de Neymar. Alegria para muitos torcedores que solicitavam o camisa 7, mas decepção para quem queria ver o 10 em campo durante os 90 minutos. De qualquer modo, a mexida teve a intenção de preservar o astro, que já havia precisado de atendimento médico após um corte da zaga japonesa. Hulk e Fred também deixaram o campo, mas para as entradas de Hernanes e Jô. O camisa 9 ainda requer cuidados por conta de uma fratura na costela.
Com as mudanças, o treinador brasileiro apostou numa marcação mais eficiente para garantir o placar. O Japão não tinha nada a oferecer quando a disputa se encaminhava para o fim. Superior fisicamente, o time verde e amarelo era quem ditava o ritmo. E foi assim que Oscar puxou contraataque e encontrou um lindo passe para Jô, aos 47.  Cara a cara com Kawashima, o reserva de Fred não desperdiçou: 3 a 0 para espantar resquícios de desconfiança. 
FICHA TÉCNICA
BRASIL 3 X 0 JAPÃO
Local: Mané Garrincha, Brasília (DF)
Data e hora: 15/6/13, às 16h
Árbitro: Pedro Proença (POR)
Auxiliares: José Trigo (POR) e Bertino Miranda (POR)
Cartões amarelos: Hasebe (JAP)
Cartões vermelhos: -
Gols: Neymar, aos 3'/1ºT; Paulinho, aos 3'/2ºT; Jô, aos 48'/2ºT
BRASIL: Julio Cesar; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Luiz Gustavo, Paulinho, Hulk (Hernanes - 29'/2ºT), Oscar e Neymar (Lucas - 28'/2ºT); Fred (Jô - 35'/2ºT). Técnico: Felipão.
JAPÃO: Kawashima, Uchida, Konno, Yoshida, Nagatomo; Endo (Hosogai - 33'/2ºT), Hasebe; Honda (Inui - 43'/2ºT), Kagawa, Kiyotake (Maeda - 5'/2ºT); Okazaki. Técnico: A. Zaccheroni.