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segunda-feira, 21 de abril de 2014

Jogando mal e com arbitragem duvidosa, Palmeiras vence Criciúma fora

Leandro comemora o primeiro gol do Palmeiras contra o Criciúma
A terceira camisa do Palmeiras também pesa. Foi na força dela, estreante, homenagem ao centenário, que a equipe virou o jogo contra o Criciúma e fez 2 a 1 nos minutos finais. Foi no talento de Fernando Prass, autor de quatro defesas difíceis, e na competência de Alan Kardec, que cabeceou sozinho aos 42 do segundo tempo. Mas o resultado tem também a parcela do árbitro André Luiz de Freitas Castro, que não viu o zagueiro Tiago Alves cometer dois pênaltis no mesmo lance - deu uma voadora em Silvinho e pôs a mão na bola - quando o Criciúma vencia por 1 a 0, gol de Paulo Baier.
Não se pode deixar um jogador como Kardec livre na área. Faltava pouco para o fim do jogo, e ele subiu sozinho na área, observado por três adversários, após boa cobrança de falta de Wesley, que entrou no intervalo no lugar de Marcelo Oliveira. Leandro, autor do primeiro gol, cinco minutos antes, também iniciou o segundo tempo saindo do banco, na vaga de Marquinhos Gabriel. A estrela do técnico Gilson Kleina brilhou.
A vitória fora de casa deixa o Palmeiras com três pontos. O próximo jogo, no sábado, será contra o Fluminense, no Pacaembu. Já o Criciúma, castigado, terá pela frente o Goiás no domingo, em Itumbiara.
Foram 11.768 barulhentos torcedores. O minuto de silêncio em homenagem a Luciano do Valle teve emocionantes aplausos. A posse de bola no primeiro tempo foi do Palmeiras: 62% traduzidos em quase nada. Paulo Baier bateu falta, Kardec desviou de cabeça para trás, e o árbitro deu gol para o camisa 10 do Criciúma, que chegou a 103 na era dos pontos corridos.
Apoiado na velocidade do lateral Eduardo e na implacável marcação de Serginho em Valdivia, o Tigre voltou ainda melhor na etapa final. Fernando Prass ia impedindo uma vitória até folgada. Quando nada indicava uma reação do Palmeiras, Escudero, de quem sempre se espera emoção, se jogou na bola no chute de Leandro e enganou o goleiro Bruno. Minutos depois, veio a virada de Kardec. Ao time de Caio Júnior, restaram reclamações no apito final.

Santos tropeça na Vila Belmiro e empata com Sport

No empate com o Sport por 1 a 1, na Vila Belmiro, o Santos voltou a mostrar ontem os problemas que o impediram de chegar ao título paulista. A dificuldade na armação diante de uma retranca, a pouca movimentação e a má fase de Leandro Damião, que saiu xingado pela torcida, foram mais lembradas do que as duas bolas na trave que o time acertou em chutes de longe.
Antes do jogo, Oswaldo de Oliveira prometeu que o Santos seria o mesmo do Campeonato Paulista. Mas deixou uma dúvida: o time repetiria as atuações da fase de classificação, quando foi imbatível e soberano na Vila, ou seria a equipe travada das finais, ocasião em que ficou presa na armadilha tática montada pelo campeão Ituano?
Cicinho respondeu à questão logo aos seis minutos, quando acertou uma bola na trave. Geuvânio reafirmou a postura ofensiva com outro chute que acertou o poste, dez minutos depois. O Santos tocou com velocidade, buscou os lados do campo e encurralou o rival. Nos primeiros 20 minutos, foram cinco finalizações, contra nenhuma dos pernambucanos. 
Um dos segredos foi a boa atuação dos dois jogadores que acertaram a trave. Quando Geuvânio avançava pelo meio, atraía a marcação de Renê. Com isso, Cicinho deitava e rolava pelo lado direito. Os pontos dissonantes foram Leandro Damião e Thiago Ribeiro. Distante da área, o camisa nove participou pouco do jogo e continua com saldo devedor. Thiago não conseguiu sair da sombra de Patric.
Essas falhas, somadas ao toque de bola do Sport, que descobriu na cadência do jogo uma saída para segurar a velocidade do adversário, mudaram a cara da partida. O que parecia um jogo com potencial para goleada se transformou em uma disputa morna e sonolenta.
Defensivamente, o Santos não tinha com o que se preocupar. O Sport não existia no ataque e deu seu primeiro chute a gol aos 29. Os visitantes tiveram uma atuação amarela como o seu próprio uniforme – uma homenagem à seleção japonesa, que vai disputar um jogo da Copa na Arena Pernambuco.
Leandro Damião conseguiu ser ainda mais improdutivo no segundo tempo. Aos três minutos, perdeu uma chance de ouro com o gol vazio. Ironicamente, foi Durval, ex-santista, quem dificultou a finalização.
No início do segundo tempo, o Santos se entregou preguiçosamente à marcação. Mudou do vinho para a água. As duas substituições forçadas por problemas físicos (Neto e Arouca) diminuíram o campo de manobra do treinador. Do outro lado, o técnico Eduardo Baptista, filho de Nelsinho Baptista, mexeu bem. Usou Ananias para dar movimentação e confundir a zaga santista. Aos 27, numa falha coletiva da defesa da casa, Neto Baiano marcou. Foi um dos poucos contra-ataques do Sport.
Ainda sem conseguir furar o bloqueio rival, Geuvânio retomou uma arma do início do jogo: ele chutou de fora da área e Gabriel desviou para o gol. A igualdade, no entanto, não foi suficiente para diminuir a frustração e a bronca da torcida.
FICHA TÉCNICA:
SANTOS 1 X 1 SPORT
SANTOS - Aranha; Cicinho, Neto (Jubal), David Braz e Mena; Arouca (Alan Santos), Cícero e Thiago Ribeiro (Lucas Lima); Geuvânio, Leandro Damião e Gabriel. Técnico:Oswaldo de Oliveira.
SPORT - Magrão; Patric, Ferron, Durval e Renê; Rodrigo Mancha, Ewerton Páscoa (Rithely), Renan Oliveira (Augusto César) e Wendel (Ananias); Felipe Azevedo e Neto Baiano. Técnico: Eduardo Baptista.
GOLS - Neto Baiano, aos 27, e Gabriel, aos 34 minutos do segundo tempo.
ÁRBITRO - Arilson Bispo da Anunciação (BA).
CARTÕES AMARELOS - Jubal (Santos); Rodrigo Mancha, Ferron, Neto Baiano (Sport).
RENDA - R$ 142.391,00.
PÚBLICO - 7.964 pagantes.
LOCAL - Estádio da Vila Belmiro, em Santos (SP). 

Flamengo empata com o Goiás no Mané Garrincha


Tropeço na estreia. O Flamengo não passou do 0 a 0 com o Goiás no Mané Garrincha
Foto: Jorge William / Agência O Globo
Sem conseguir superar a retranca rival e suas próprias limitações ofensivas, o Flamengo estreou no Campeonato Brasileiro com um empate em 0 a 0 com o Goiás, jogando como mandante no Mané Garrincha, em Brasília. Além do tropeço em campo, o rubro-negro também decepcionou na arquibancada, com pouco mais de 19 mil torcedores presentes, apenas um terço dos mais de 60 mil ingressos postos à venda. Em 14º lugar na tabela com o ponto conquistado na primeira rodada, o time da Gávea vai enfrentar o Corinthians, no Pacaembu, no próximo domingo.

O Flamengo até mostrou postura ofensiva, principalmente no primeiro tempo. Passado o susto logo aos dois minutos, quando Chicão tentou cortar de cabeça, e a bola acabou batendo em seu braço esquerdo - o árbitro Anderson Daronco (RS) considerou toque involuntário -, o Flamengo não demorou a tomar conta da partida. Mas, apesar de chegar regularmente à área adversária, faltou capricho nas conclusões, do início ao fim do jogo.
Aos 17, Luiz Antônio cobrou escanteio, e Wallace cabeceou rente ao travessão. Dois minutos depois, o cruzamento veio da esquerda, e o zagueiro dividiu com Renan no alto, mas mandou novamente para fora. A pressão continuou e, depois de novo escanteio, Chicão dominou no bico da pequena área e chutou de esquerda, para boa defesa de Renan.
O goleiro do Goiás voltou a trabalhar aos 25, espalmando o chute perigoso de Lucas Mugni, na única boa jogada do argentino, que destoou do restante da equipe carioca pela pouca mobilidade na etapa inicial. Na melhor chance do Goiás, David cobrou falta da entrada da área, e Felipe defendeu em dois tempos, no canto direito. O Flamengo respondeu na mesma moeda, aos 34, em falta batida de longe por Luiz Antônio, rente à trave direita.
Na volta do intervalo, o técnico Jayme de Almeida mudou a estrutura da equipe rubro-negra, tirando o cabeça-de-área Amaral, que já tinha cartão amarelo, para a entrada do meia-atacante Gabriel, mais um jogador para explorar o lado direito do ataque.
E foi por ali que o Flamengo voltou a levar perigo no início do segundo tempo. Após boa troca de passes no ataque, Gabriel foi lançado na área e cruzou para Alecsandro na pequena área, mas Renan abafou a conclusão, aos 13. Em seguida, Leo Moura cruzou para Lucas Mugni, mas a zaga atrapalhou a conclusão do argentino, que acabou substituído por Matheus minutos depois.
Além de não consgeuir superar a retranca goiana, o Flamengo ainda levou alguns sustos no fim. Aos 38, David recebeu livre na área, em contra-ataque, mas chutou fraco, em cima de Felipe. Logo depois, Wellington Júnior também teve chance, mas também facilitou a vida do goleiro. Quase no fim, um torcedor rubro-negro atirou um garrafa plástica de água no campo, e um dos assistentes a entregou ao árbitro. O clube deve ser denunciado, e corre risco de ser punido até com perda de mando de campo, mas o torcedor que atirou o objeto foi identificado e retirado da arquibancada pela polícia, o que pode servir de atenuante no julgamento.
FLAMENGO 0 X 0 GOIÁS



Estádio: Mané Garrincha, em Brasília (DF)

Data/hora: 20/4/2014 - 18h30

Árbitro: Anderson Daronco (RS)

Auxiliares: Danilo Ricardo Simon Manis (SP) e Carlos Augusto Nogueira Junior (SP)

Renda/público: R$ 1.144.515,00 / 19.012 presentes

Cartões amarelos: Amaral, Léo Moura, Lucas Mugni, Wallace (FLA) e Araújo, Tiago Real, Thiago Mendes (GOI)

FLAMENGO: Felipe, Léo Moura, Chicão, Wallace e Everton; Amaral (Gabriel intervalo), Márcio Araújo, Luiz Antonio e Lucas Mugni (Mattheus 19'/2ºT); Paulinho e Alecsandro. Técnico: Jayme de Almeida.

GOIÁS: Renan, Vitor, Jackson, Pedro Henrique e Lima; Amaral, David, Thiago Mendes e João Paulo (Ramon 27'/2ºT); Rychely (Tiago Real 15'/2ºT) e Araújo (Welinton Junior 39'/2ºT). Técnico: Ricardo Drubscky.

Reservas do Cruzeiro vencem o Bahia na estreia

No duelo entre os campeões estaduais baiano e mineiro, o Cruzeiro se deu melhor e saiu vitorioso da Arena Fonte Nova neste domingo. O clube celeste, que estava com os reservas, venceu o Bahia por 2 a 1, em jogo válido pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols da vitória cruzeirense foram marcados por Nilton e Marcelo Moreno, enquanto que o time da casa diminuiu com Anderson Talisca.
Na próxima rodada, o Bahia irá visitar o Figueirense na Arena Barueri, em São Paulo. O Cruzeiro receberá o São Paulo no Parque do Sabiá, em Uberlândia.
O jogo – Antes do confronto começar, os clubes trocaram as faixas dos campeonatos conquistados neste ano, já que ambos ganharam os estaduais que disputaram nesta temporada.
O time da casa começou melhor, demonstrando mais disposição a atacar o rival de Minas Gerais. O Cruzeiro se defendia, mas também avançava em direção à área do clube baiano, com pouco perigo.
Logo no começo, o elenco celeste teve uma boa chance. Aos cinco minutos, Willian entrou na área e dividiu com o goleiro Marcelo Lomba, que conseguiu mandar a bola para escanteio.
As chances na primeira etapa foram escassas. Ambos os times apostaram muito no contra-ataque para criar oportunidades de gol. Os chutes de longa distância também foram muito utilizados, mas nenhum gerou ameaça aos goleiros.
Quando faltava pouco para os times irem para os vestiários, aos 45, o Bahia quase inaugurou o placar. Rhayner fez boa jogada e tocou para Lincoln, que rapidamente viu Maxi Biancucchi desmarcado. O argentino invadiu a área e chutou no arco cruzeirense, mas Fábio realizou uma boa defesa.
O segundo tempo começou com amplo domínio cruzeiro. O time de Minas Gerais dava sinais que ia abrir o placar. Aos 14 minutos, Souza aproveitou o espaço dado pelos defensores do Bahia e arriscou de longe, acertando a trave esquerda do gol defendido por Marcelo Lomba.
Na sequência, aos 17 minutos, o placar da Arena Fonte Nova foi inaugurado pelo Cruzeiro. Marlone cobrou escanteio e Nilton cabeceou a bola no canto direito do goleiro do Tricolor Baiano.
O Bahia tentou responder rapidamente. Rafinha chutou fraco, mas o goleiro Fábio se atrapalhou e acabou dominando mal a bola, que acabou sobrando para Rhayner. O atacante rematou e o guarda-meta teve que dividir com o atleta rival para evitar o gol do time da casa.
A equipe da casa chegou ao empate aos 35 minutos, após pênalti sofrido por Rhayner, que driblou Nilton e o volante derrubou o jogador. Anderson Talisca foi para a cobrança e converteu a penalidade máxima para alegria dos torcedores presentes na Arena Fonte Nova.
Aos 40 minutos, um torcedor jogou um copo no gramado e o árbitro Luiz Flávio de Oliveira paralisou a partida. A polícia logo identificou o infrator.
O Cruzeiro fez o gol da vitória no final da partida, aos 44 minutos do segundo tempo. Após cobrança de escanteio, Marcelo Moreno subiu livre e cabeceou forte para o fundo do gol baiano.

Atlético-MG e Corinthians iniciam o Brasileirão com empate sem gols

O Corinthians conseguiu o que buscava no Parque do Sabiá, em Uberlândia. Pontuar era a meta estabelecida pelo técnico Mano Menezes – algo que ficou claro em suas substituições –, e o empate por 0 a 0 com o Atlético-MG só não foi mais comemorado porque Guerrero perdeu um gol na pequena área no finalzinho.
Apesar do placar, não foi ruim a estreia dosalvinegros no Campeonato Brasileiro. As duas equipes tocaram bem a bola, com Diego Tardelli e o estreante Petros orquestrando as ações ofensivas, mas os goleiros apareceram bem nos momentos em que as defesas foram superadas e mantiveram o placar zerado.
Os atleticanos reclamaram de um pênalti cometido por Luciano, no primeiro tempo, e os corintianos pediram penalidade máxima de Pierre no lance em que Guerrero parou em Victor, já nos minutos derradeiros. Queixas à parte, cada time deixou o estádio com um ponto que não considerou muito insatisfatório.
Finalizada a estreia, o Atlético-MG dá atenção à Copa Libertadores, abrindo na próxima quarta-feira, na Colômbia, o confronto das oitavas de final com o Nacional. O Corinthians, que já teve um mês de preparação, ganha mais uma semana até a partida contra o Flamengo, no domingo, no Pacaembu.
Em busca do espaço
O Atlético-MG teve de se virar sem Jô, preservado por causa de dores na coxa direita. Entrou Guilherme, que se revezou de maneira inteligente com Diego Tardelli no comando ataque. Tardelli foi habilmente buscar a bola na intermediária com frequência e dali orquestrou o time mineiro no primeiro tempo, já que Ronaldinho não apareceu.
Já o Corinthians contava com a movimentação de Jadson e a boa presença do estreante Petros. Assim como o adversário, a equipe de Mano Menezes trocava passes em busca do espaço, tentando desestabilizar a marcação e criar oportunidades mais claras para balançar a rede.
Nesse jogo de paciência, a primeira chance foi do Atlético, em ótimo passe de Tardelli para Guilherme, que parou em Cássio. Do outro lado, Victor também saiu bem após toque de Fábio Santos para Luciano. A partir dos 15 minutos, as defesas se ajustaram melhor, e o perigo ficou um pouco mais restrito às bolas paradas.
Cleber recebeu batida de Jadson e errou o cabeceio, culpando o braço erguido de Otamendi e pedindo pênalti. Mais razão teriam os atleticanos se reclamassem de toque de mão de Luciano em batida de falta de Ronaldinho. O atacante levou o cotovelo em direção a bola e a desviou para escanteio.
Desse tiro de canto, saiu um lance perigoso, tendo Cássio a rede balançada pelo lado de fora. Do outro lado, Petros recebeu de Guilherme, achou o espaço na intermediária e só não marcou um golaço no chute forte porque Victor, bem colocado, saltou para impedir que a bola entrasse em seu ângulo direito.
Atlético-MG melhor até a entrada de Guerrero
O Atlético-MG voltou melhor para o segundo tempo. Com participação discreta de Romarinho e ruim de Luciano, o Corinthians não conseguia segurar a bola na frente, e os donos da casa – ou quase isso – ocupavam o campo de ataque com grande frequência.
Tardelli teve grande chance de abrir o placar aos dez minutos, em contra-ataque puxado por Fernandinho, e, na cara de Cássio, bateu por cima. Pouco depois, foi a vez de Fernandinho sair na cara do grande goleiro, corintiano, que usou sua envergadura para evitar o drible.
Mano Menezes percebeu as dificuldades e trocou Luciano por Guerrero. Foi óbvio o crescimento da equipe com a entrada do peruano. Logo na sequência, em jogada com participação dele, a bola foi tocada por Jadson a Petros, que cortou a marcação e bateu à direita.
Houve equilíbrio nos minutos finais, com Paulo Autuori apostando em Marion e Neto Berola. Satisfeito com o resultado, Mano trocou Jadson e Guilherme por Zé Paulo e Bruno Henrique. Mesmo assim, esteve perto de comemorar a vitória já nos instantes finais.
Aos 43 minutos, Romarinho recebeu um lançamento longo na direita e deu um passe por cima para Guerrero, que dominou no peito e jogou a bola para a entrada da pequena área. Apertado por Pierre, que tentou um carrinho desesperado, o peruano bateu em cima do goleiro e reclamou de pênalti. Ele não foi atendido, e o placar seguiu zerado.
FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-MG 0 X 0 CORINTHIANS
Local: estádio Parque do Sabiá, em Uberlândia (MG)
Data: 20 de abril de 2014, domingo
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Assistentes: Wagner de Almeida Santos (RJ) e Michael Correia (RJ)
ATLÉTICO-MG: Victor; Alex Silva, Leonardo Silva, Otamendi e Emerson Conceição; Pierre e Leandro Donizete; Guilherme (Neto Berola), Ronaldinho, Diego Tardelli e Fernandinho (Marion)
Técnico: Paulo Autuori.
CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Cleber, Gil e Fábio Santos; Ralf, Guilherme (Bruno Henrique), Petros e Jadson (Zé Paulo); Luciano (Guerrero) e Romarinho
Técnico: Mano Menezes.

Atlético PR joga sem o Imperador mas vence o Grêmio por 1 a 0 no Brasileiro

A partida aconteceu em Florianópolis, no estádio Orlando Scarpelli
O ambiente no Atlético-PR parece ser outro desde que Adriano deixou a equipe, após a eliminação na Copa Libertadores da América. Mais leve, o Furacão estreou no Brasileirão com o pé direito, ao vencer, na tarde deste domingo de Páscoa, o Grêmio pelo placar mínimo de 1 a 0, em partida realizada no Estádio Orlando Scarpelli. A Arena da Baixada continua sendo preparada para a Copa do Mundo.

Com um clima menos pesado, o Atlético-PR fez uma boa partida técnica. Abriu o placar e depois abdicou do ataque para fortalecer a marcação: deu resultado. O Furacão estreou com vitória e se junta a Fluminense, São Paulo e Internacional, times que também venceram até o momento.

Já o Grêmio poupou sua dupla de zaga visando a Copa Libertadores da América. E a cabeça, está mesmo no torneio continental. O Tricolor bem que tentou, mas não conseguiu furar o bloqueio do Furacão. A reabilitação ficará para a segunda rodada do Brasileirão.

Começa o Campeonato Brasileiro para Grêmio e Atlético-PR. O Furacão entrou em campo querendo repetir a campanha da temporada passada, quando conquistou uma vaga para a Libertadores da América. Já o Tricolor tem sonhos mais altos. Busca o título e foi o primeiro a chegar com perigo na partida deste domingo. Logo aos cinco minutos, Dudu fez boa jogada pelo lado esquerdo e colocou na cabeça de Zé Roberto. O veterano testou nas mãos do goleiro Santos.

O Atlético-PR respondeu abrindo o marcador no Estádio Orlando Scarpelli. Bola alçada na área do Grêmio. Dráusio apareceu como elemento surpresa e de carrinho mandou para o fundo das redes. O segundo do Furacão só não aconteceu graças ao zagueiro Geromel, que tirou a bola que estava indo em direção ao gol.

No final da primeira etapa, cada time teve uma chance de chegar às redes. Aos 41 minutos, Dudu achou Riveros, livre de marcação, que perdeu chance inacreditável. Era só empurrar para o gol. Já a chance do Atlético foi perdida por Marcelo, que chutou mal. Brusatto estava rendido no lance.

Tentando igualar o marcador, o Grêmio apostava nas jogadas com o atacante Barcos. Bem marcado, o Pirata não tinha sossego, mas acabou conseguindo dar um passe açucarado para Pará. O lateral arriscou o chute, aos três minutos da primeira etapa, mas mandou para a linha de fundo. Em seguida, Riveros também tentou, mas sem sucesso.

O Grêmio seguiu na pressão, mas pecava na hora de finalizar. Pará cruzou para Barcos. O atacante cabeceou com perigo para fora. O Atlético-PR apenas assistia o Tricolor jogar. O clube gaúcho chegava com perigo, mas não conseguia dar o toque final. Aos 20 minutos, Ramiro cruzou, mas ninguém apareceu para colocar a bola para dentro.

O Atlético-PR se fechou e conseguiu uma boa vitória na estreia do Brasileirão. O Furacão não deixou a principal estrela do Grêmio, o atacante Barcos, atuar, e saiu da partida com os três pontos conquistados.

Na próxima rodada, o Atlético-PR enfrenta o Vitória no domingo, às 16h, no Estádio Pituaçu, em Salvador. Já o Grêmio entra em campo contra o Atlético-MG no mesmo dia, às 18h30, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre.

No Morumbi, São Paulo goleia o Botafogo na estreia no Brasileirão

No Morumbi, São Paulo goleia o Botafogo na estreia no Brasileirão Reginaldo Castro, Lancepress/
Neste domingo, no Morumbi, pela primeira rodada do Brasileirão, o São Paulo tomou conta da partida e, sem grandes dificuldades, venceu o Botafogo por 3 a 0, com gols de Antonio Carlos, Douglas e Luis Fabiano.
O São Paulo começou a construir a vitória logo nos primeiros minutos. Aos 12, após rebote da defesa, Luis Fabiano recebeu na ponta direita e cruzou rasteiro. Antonio Carlos, ex-Botafogo, se enrolou com a bola e, mesmo caído, conseguiu finalizar.
Sem reação, o Alvinegro teve uma única boa chance no primeiro tempo. Após cobrança rápida de falta, Lodeiro recebeu sozinho pela direita, mas finalizou fraquinho, sem problemas para Rogério Ceni. A equipe carioca não conseguia criar e insistia em ligações diretas com o ataque, tentando explorar a força física de Ferreyra. Mas o Tanque esteve bem marcado.
Aos 21 minutos, o São Paulo ampliou. Alexandre Pato fez jogada de Ganso e, com um lançamento perfeito, entre os defensores rivais, encontrou Douglas na área. Sozinho, ele só teve trabalho de finalizar para o gol.
Com 2 a 0 no placar, o Tricolor, tranquilo, diminuiu o ritmo, mas mantendo a posse de bola. Sem dificuldades, chegou mais uma vez com perigo à área rival e, se não fosse por Jefferson, teria terminado o primeiro tempo com um placar mais elástico. Após receber passe na grande área, Boschilia fez o giro e conseguiu finalizar, mas o goleiro alvinegro fez grande defesa.
Insatisfeito, Vagner Mancini promoveu logo duas mudanças no intervalo. Entraram Bolatti e Zeballos nos lugares de Jorge Wagner e Wallyson. O Botafogo até melhorou. Chegou com um pouco mais de qualidade ao ataque e conseguiu segurar um pouco mais a bola. Mas o São Paulo logo ampliou.
O trio estrelado do São Paulo funcionou bem e construiu a jogada do terceiro gol. Alexandre Pato lançou, Ganso recebeu sozinho pela esquerda e, em vez de finalizar, tocou para Luis Fabiano marcar, aos 10 minutos do segundo tempo.
Do outro lado, o Botafogo teve uma boa chance, em cobrança de falta perto da área. Zeballos cobrou bem, mas Rogério Ceni desviou para escanteio.
Muricy Ramalho mexeu no time e colocou Osvaldo e Pabón em campo. O colombiano, inclusive, teve duas chances de marcar, mas errou no toque final e o jogo terminou mesmo 3 a 0.

O São Paulo começa bem o Brasileirão, com partida promissora de alguns de seus principais astros. O clube volta a campo no próximo domingo, quando enfrentará o Cruzeiro no Parque do Sabiá. No Botafogo, Vagner Mancini vai ter muito trabalho para fazer a equipe voltar a apresentar um bom futebol, como na temporada passada. O próximo rival será o Inter-RS, também domingo, no Maracanã.

Brasileirão 2013

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Copa Do Brasil 2013

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