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domingo, 30 de novembro de 2014

CRUZEIRO VENCE, AUMENTA VANTAGEM NA LIDERANÇA E MANTÉM CORITIBA NO Z-4

coritiba x cruzeiro couto pereira (Foto: Geraldo Bubniak / Light Press)
Em partida marcada por reencontros e despedidas, o Cruzeiro venceu o Coritiba por 2 a 1, na noite desta quarta-feira, no Couto Pereira. No último encontro de Alex com um dos principais clubes da sua carreira - foi o destaque do título nacional de 2003 -, o jogador até que tentou conter o ímpeto mineiro, mas viu Marcelo Moreno e Éverton Ribeiro garantirem mais uma vitória do líder do Brasileirão. O time soma 52 pontos e aumenta sua vantagem sobre o vice-líder: tem oito a mais do que o Inter.  O São Paulo, que empatou em casa com o Famengo, caiu para o terceiro lugar, com 43.
O Cruzeiro, derrotado no clássico com o Atlético-MG, voltou a ganhar fora de casa, após empatar com o Fluminense e perder para o São Paulo. Já o Coritiba fracassou na tentativa de sair do Z-4 e caiu para a 18ª colocação - pode terminar a rodada em 19º se o Palmeiras ao menos empatar com o Vitória nesta quinta.
Com mais recursos técnicos do que o Coritiba, o time de Marcelo Oliveira tomou as rédeas do jogo e marcou de pênalti logo aos sete minutos. Em contra-ataque mortal, aumentou ainda na primeira etapa, com Everton Ribeiro, aplaudido por torcedores de seu ex-time. O Coritiba de Marquinhos Santos se manteve organizado taticamente, mas as deficiências técnicas e o nervosismo minaram as suas possibilidades. O gol do Coxa veio aos 16 minutos do segundo tempo, com Martinuccio, em lampejo de reação. Os jogadores ainda saíram de campo reclamando de um pênalti em Zé Love no fim da partida, quando foi agarrado na área.
Na próxima rodada, o Coritiba enfrenta o Internacional, às 18h30 (de Brasília) de domingo, no Beira Rio. O Cruzeiro encara o Sport, no sábado, às 18h30, na Arena Pernambuco.
O jogo
Os primeiros minutos da etapa inicial já foram suficientes para mostrar a qualidade e superioridade do Cruzeiro. Mesmo atuando fora de casa, a equipe mineira dominava as ações e, logo aos sete minutos, viu o volante Germano agarrar Nilton dentro da área. De pênalti, o artilheiro Marcelo Moreno abriu o placar no Couto Pereira e marcou pela 12ª vez no campeonato, gerando muita reclamação dos donos da casa. Everton Ribeiro ampliou o marcador, aos 38 minutos, após cruzamento de Ceará.
A necessidade de vencer fez o Coritiba voltar mais ofensivo para o segundo tempo, com a entrada do atacante Martinuccio na vaga do volante Germano. E o argentino precisou de 16 minutos para diminuir a vantagem mineira. Após cruzamento de Alex, a zaga do Cruzeiro afastou mal, e Martinuccio soltou uma bomba no rebote para vencer Fábio.
A Raposa seguia com a mesma proposta do primeiro tempo: deixava o adversário avançar e chegava com perigo em contra-ataques. Aos 21 minutos, em bela jogada envolvendo os dois marcadores da noite, Ricardo Goulart assustou o goleiro Vanderlei. O Coxa apostou em bolas levantadas na área (foram 22 na partida), e numa delas reclamou de agarrão em Zé Love dentro da área.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

SPORT EXORCIZA FANTASMA E BATE COXA, QUE VENDE MUITO CARA A DERROTA NA ILHA

Sport x Coritiba Série A (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)
Era tarde de exorcizar fantasmas. Melhor que fosse fácil para o Sport, mas esteve longe disso.  Mesmo com dificuldades, venceu o Coritiba, por 1 a 0, neste domingo, na Ilha do Retiro, pela Série A do Campeonato Brasileiro.  Uma ironia: com gol de Felipe Azevedo, muito contestado pelos torcedores. Diante de um adversário duro, a vitória sobre o Coxa fez bem ao psicológico do time. Os paranaenses vão mal no Brasileirão e o Leão caiu diante de alguns adversários, nessas mesmas circunstâncias em rodadas passadas. Os rubro-negros chegam aos 35 pontos, na oitava posição, e se estabelecem no bolo de cima da tabela de classificação. Já os curitibanos estacionaram nos 23 - estão em 17º - e continuam a luta contra o rebaixamento.
Felipe Azevedo, curiosamente, deu um basta à pouca atividade dos atacantes no confronto. Logo ele, tão criticado nas rodadas passadas, saiu do banco de reservas e assegurou a vitória para o Leão. Com passe preciso de Diego Souza, dessa vez o jogador não desperdiçou.
Na próxima rodada, pernambucanos e paranaenses vão ter adversários em situações distintas na tábua de classificação. O Sport vai até a Bahia, onde enfrenta, na quarta-feira à noite, no estádio da Fonte Nova, o Tricolor da Boa Terra, que patina no Brasileirão - é o antepenúltimo colocado. Os curitibanos voltam a se apresentar em casa, no Couto Pereira, também na quarta, diante do Cruzeiro, líder da Série A.
"Camicases"
Sport e Coritiba fizeram o que se chama no futebol de jogo aberto até a metade da etapa inicial. Na realidade, exageraram no quesito. Como pilotos “camicases”, acharam no ataque um estilo único de digladiar com o rival. Quem detinha a bola, levava perigo. Era difícil até apostar quem abriria o placar primeiro. Ao jogar em velocidade, ambos criaram boas alternativas táticas e, mais do que isso, chances de gol. Eram semelhantes até defensivamente. De tanto se expor, vacilavam na recomposição. Quando o confronto se "acalmou"  e os rivais passaram a atacar com maior cadência, lá trás as coisas ficaram mais fáceis e, a partir daí, com pouca objetividade, os zagueiros dos dois lados conseguiram levar a melhor. E o placar ficou no 0 a 0.
Redenção
O Sport voltou mais ofensivo com a entrada de Ananias no lugar de Ibson. Mais rápido e com a necessidade de vencer em casa,  ocupou o ataque com maior volúpia do que no primeiro tempo. O Coritiba também mudou de postura. Ao ver o desespero do adversário, optou pela cadência e saídas rápidas para surpreendê-lo. O Leão não tinha como esperar e passou a sufocar os adversários, muito bem distribuídos em campo. Num lance que misturou ironia e redenção, Felipe Azevedo saiu do banco de reservas, recebeu um passe de Diego Souza e tocou para o fundo das redes, decretando a vitória rubro-negra.

sábado, 20 de setembro de 2014

CORITIBA VENCE O SÃO PAULO DE VIRADA, RESPIRA, E BRASILEIRÃO "VOLTA AO NORMAL"

São Paulo x Coritiba (Foto: Joka Madruga / Futura Press)
Se o Cruzeiro não conseguiu parar a reação do São Paulo, o Coritiba fez o serviço direitinho. Na noite desta quarta-feira, no Couto Pereira, o time paranaense venceu o vice-líder, de virada, por 3 a 1, e ganhou fôlego na disputa contra a degola. Michel Bastos abriu o placar, mas Hélder e o camaronês Joel, duas vezes, acabaram com a sequência de nove jogos sem perder do Tricolor..

A vitória sobre o São Paulo tirou momentaneamente o Coritiba da zona de rebaixamento da Série A do Brasileirão. Agora com 23 pontos, o time paranaense está na 15ª colocação e terá um respiro para se reencontrar no campeonato. Já o time do Morumbi viu a pressão no líder Cruzeiro esfriar. Com a vitória da Raposa sobre o Atlético-PR e a derrota Tricolor, a diferença entre eles voltou a ser de sete pontos na 22ª rodada da competição.



O São Paulo tem clássico pela frente na próxima rodada do Campeonato Brasileiro. No domingo, às 16h, o time do Morumbi encara o Corinthians, na Arena de Itaquera. Será a primeira vez do Tricolor na casa corintiana. Nos mesmos dia e horário, o Coritiba visita o Sport, na Ilha do Retiro, no Recife.
O jogo
A partida começou estranha. Primeiro porque Rogério Ceni, poupado por conta de tendinite no joelho esquerdo, não estava no gol do São Paulo – Denis o substituiu. Depois, porque Alex, experiente meia do Coritiba, tentou imitar Maradona aos cinco minutos. Após lançamento para a área, ele desviou com a mão para o gol. Levou cartão amarelo, o terceiro, e está fora da próxima partida do Coxa.
Foi o time paranaense que tomou a iniciativa do jogo. Mais pelo desespero do que pela técnica. Ao São Paulo, sem Kaká, suspenso, restou esperar o momento certo para encaixar. A primeira ótima chance surgiu só aos 37 minutos, quando Auro tabelou com Pato e chutou cruzado. Para fora. Aos 46, porém, Michel Bastos, substituto de Kaká, bateu de primeira após ajeitada de Pato e abriu o placar: 1 a 0.

Apesar da vantagem, o Tricolor não conseguia dar o mesmo ritmo que o fez crescer na tabela. Abaixo do que apresentou nas partidas anteriores, o time de Muricy Ramalho não teve criatividade. Faltou também pegada. Algo que o Coritiba mostrou para virar a partida em três minutos. Empatou aos 14, em chute de Hélder, de fora da área, e fez o segundo, aos 17, com Joel.

O Coritiba esteve mais perto do terceiro gol do que o São Paulo do segundo. Muricy, então, resolveu mexer. Promoveu o retorno de Luis Fabiano, recuperado de lesão muscular – Denilson saiu. Depois, Pato foi substituído para a entrada de Osvaldo. Não adiantou. O Coritiba se fechou na defesa, pressionou no contra-ataque e chegou ao terceiro gol, novamente com Joel, que caiu no túnel do vestiário na comemoração. Alegria garantida.

COM DOIS GOLAÇOS, SANTOS VENCE O DESESPERADO CORITIBA NA VILA BELMIRO

robinho santos x coritiba (Foto: Getty Images)
Vencer é bom. Mas vencer com dois golaços é melhor ainda. O Santos sabe bem disso. Foi assim na noite deste sábado, na Vila Belmiro, contra o Coritiba, pelo Brasileirão. Lucas Lima e Robinho foram os responsáveis por construir o placar de 2 a 1 para o Peixe. Pior para o Coxa, que precisou marcar duas vezes para valer um – o de Luccas Claro foi mal anulado, e o de Dudu valeu.
A arbitragem, porém, errou também ao não marcar pênalti em Robinho no primeiro tempo. Só que o lance não fez falta ao Peixe. O equívoco contra o Coritiba interferiu mais no destino do time na partida. Com 20 pontos, o time paranaense segue na zona de rebaixamento - poderia ter saído se vencesse. E o Santos, agora com 29, pulou para nono, ao menos temporariamente.
Na torcida, gritos contra o presidente do Peixe, Odílio Rodrigues, que criticou a Vila Belmiro durante a semana. Mas talvez os dois golaços que deram o triunfo ao time da Baixada Santista tenham deixado o estádio mais bonito aos olhos do presidente. Os mesmos gols, para o Coxa, podem aumentar a pressão pela crise financeira.
O jogo
Os primeiros minutos de bola rolando davam indícios de um jogo morno, sem emoção. Puro engano! Quando Lucas Lima pegou a bola na intermediária, avançou e, aos 13 minutos, acertou belo chute para abrir o placar, essa impressão acabou. O Coritiba, que estreava sua nova camisa, precisou acordar. E deixou o jogo mais quente.
Primeiro ao não colocar a bola pra fora quando Robinho estava caído no gramado. Isso irritou os santistas. Depois, quem se irritou foi o Coxa, com o gol de Luccas Claro mal anulado pelo árbitro. Antes, ele ainda tinha deixado de marcar pênalti em Robinho. O craque santista, aliás, foi o responsável pelo lance mais bonito do primeiro tempo: um gol por cobertura, aos 38, após passe de Gabriel.

O Coritiba mudou para o segundo tempo. Colocou o atacante Joel na vaga do meia Robinho. Mas o Santos, sem alterar nenhuma peça, continuou melhor em campo. Chegou com perigo em chutes de Leandro Damião, Gabriel, Robinho... Só que faltou pontaria. Nas suas tentativas de contra-ataque, o Coxa não teve sucesso.
Com melhor toque de bola, o Santos dominou as ações da partida. Robinho abusou da categoria em alguns lances, deu até chapéu. Mas o time da Vila não conseguiu ampliar o placar. Foi o Coritiba que diminuiu. Aos 42 minutos, Dudu chutou, a bola desviou em David Braz e enganou o goleiro Aranha. Só que a reação foi tarde demais.

Na próxima rodada, o Santos volta a jogar na Arena do Grêmio, em Porto Alegre. O jogo marca o retorno de Aranha ao palco do recente (e polêmico) caso de injúria racial contra o santista. O duelo com o time gaúcho será quinta-feira, às 20h30. O Coritiba, por sua vez, recebe o São Paulo, no Couto Pereira, quarta, às 22h.

sábado, 13 de setembro de 2014

COM GOL-RELÂMPAGO E BOM FUTEBOL, CORITIBA VENCE A CHAPECOENSE: 3 A 0

Coritiba Chapecoense (Foto: Divulgação/Coritiba)
O Coritiba começou o segundo turno do Brasileirão com o pé direito e mostrou força para tentar a reabilitação na competição. Superior e convincente, venceu a Chapecoense por 3 a 0 com um gol antes do primeiro minuto feito por Robinho, seguido por Martinuccio e Joel, na noite desta quarta-feira, no Couto Pereira, com o embalo de 8.670 torcedores. Porém, a vitória ainda não colocou o time paranaense fora da Z-4. O Coxa ocupa a 17ª posição, com 20 pontos. A Chapecoense tem os mesmos 20 pontos, mas caiu uma colocação e fica mais perto da zona de rebaixamento, na 16ª posição, com uma vitória a mais que o Alviverde.
A partida começou em clima de protesto com a eliminação do Coxa da Copa do Brasil e os erros de arbitragem da última quarta-feira. A torcida mostrou uma grande faixa ironizando o árbitro Wagner Reway com a camisa do Flamengo e criticando o pênalti irregular que o juiz deu para a equipe carioca. A partida somente foi iniciada depois que a faixa foi retirada.
Dentro de campo, o time alviverde entrou incendiado em campo e abriu o placar em questão de 40 segundos, com o meia Robinho. O segundo surgiu logo com Martinuccio, aos 13, e matou a Chapecoense em campo. Na segunda etapa, a superioridade seguiu do lado alviverde, que fez o terceiro com o camaronês Joel.
As duas equipes voltam a campo no próximo sábado. O Coritiba enfrenta o Santos, às 21h, na Vila Belmiro, e a Chapecoense recebe o Sport, às 18h30, na Arena Condá.
Em situação ruim na tabela, Coritiba e Chapecoense entraram em campo sabendo da necessidade da vitória para evitar a zona de rebaixamento. Em ritmo intenso, o Coritiba fez dois gols antes dos 13 minutos e deixou a Chape desconcertada. Não conseguiu criar e pouco chegou na meta do goleiro Vanderlei. Aos poucos, o time paranaense foi diminuindo o ritmo, e o jogo ficou mais equilibrado, com as equipes tentando se aproximar da área, mas sem capricho para concluir.
A necessidade de vencer fez a Chapecoense voltar mais ofensiva para o segundo tempo, com a entrada do atacante Fabinho Alves na vaga do volante Zezinho. Porém, os principais lances ofensivos e a posse de bola eram do time do técnico Marquinhos Santos, que ganhou mais velocidade com a entrada de Dudu e Joel, sendo que o segundo também estreou na artilharia alviverde, aos 30 minutos. Com desvantagem ainda maior, o técnico Celso Rodrigues tentou de tudo. Colocou mais atacantes, mexeu no meio-campo, orientou, gritou, reclamou, mas nada adiantou. No fim, o Coritiba soube se defender e saiu de campo comemorando a justa vitória.

SEM PÚBLICO E COM POUCO FUTEBOL, BAHIA E CORITIBA EMPATAM POR 0 A 0

Zé Love é derrubado por Lucas Fonseca, na partida do Coritiba contra o Bahia (Foto: Diego Marinelli/ Site oficial do Coritiba)
Bahia e Coritiba entraram em campo iguais e saíram da mesma forma. Com um futebol sofrível e sem público, as duas equipes empataram por 0 a 0, neste domingo, na Arena Fonte Nova. No dia de comemoração da independência do Brasil, o Bahia até vestiu amarelo para celebrar a data, que também marca o primeiro aniversário das eleições democráticas no clube, mas, assim como o Coxa, demonstrou apenas uma enorme dependência de um futebol de qualidade.
Em um jogo de baixo nível técnico, o momento de maior relevância foi a desmarcação de um pênalti para o Coritiba pelo árbitro Francisco Carlos Nascimento, após consulta a seus auxiliares.
A partida foi realizada com portões fechados, sem a presença do torcedor, por conta da punição recebida pelo Bahia - por  superlotação do estádio Joia da Princesa, em Feira de Santana, na partida contra o Santos, pela 8ª rodada.

Com o resultado, o Bahia chegou a 17 pontos e segue na 19ª posição, enquanto o Coritiba tem drama semelhante, com os mesmos 17 pontos e na 18ª colocação. Na próxima rodada, o Bahia vai até Belo Horizonte enfrentar o líder Cruzeiro, no Mineirão, na quinta-feira, às 20h30 (horário de Brasília). O Coritiba joga um dia antes, na quarta, no Couto Pereira, diante da Chapecoense, às 21h (horário de Brasília).
O jogo
Em situação ruim na tabela, Bahia e Coritiba entraram em campo sabendo da necessidade da vitória para tentar fugir da zona de rebaixamento. Sem o apoio do torcedor, o Bahia começou o jogo perdido, repetindo velhos erros, além de demonstrar a constante falta de criatividade no meio de campo. Enquanto isso, o Coritiba passou a dominar as ações. Conhecedor do elenco do Bahia, clube onde trabalhou até o final de julho, Marquinhos Santos armou o Coxa explorando as falhas do Tricolor. Posicionado nas costas do lateral Roniery, Zé Love foi um dos principais jogadores alviverdes na primeira etapa.

Ao Bahia, restaram os chutes de longa distância e, após o domínio verde-branco, algumas jogadas de contra-ataque. O goleiro Vanderlei só foi importunado em um chute de longa distância, feito por Léo Gago, e em um lance rápido de ataque desperdiçado por Diego Macedo. Melhor em campo, o Coritiba teve duas grandes chances, ambas com Zé Love, uma de cabeça e outra em chute forte, que passou perto do gol de Lomba. Aos 35 minutos, Lucas Fonseca derrubou Zé Love fora da área, mas o árbitro Francisco Carlos Nascimento marcou pênalti. Após muita reclamação por parte dos tricolores, e alguns consultas a seus assistentes, o árbitro voltou atrás e desmarcou a anotação - para desespero dos paranaenses. O mesmo árbitro já havia passado por essa situação, na Série B de 2012, quando desmarcou um pênalti que havia assinado a favor do Joinville diante do Atlético-PR.
Kleina muda, mas Coritiba segue melhor
Pressionado para conseguir o resultado dentro de casa, Kleina mudou o Bahia no intervalo. O técnico Gilson Kleina sacou Fahel e Roniery para as entradas de Henrique e Guilherme Santos. As mudanças pouco ajudaram, e o Bahia seguiu sem criatividade. Por outro lado, o Coritiba diminuiu o ritmo, mas se manteve com o domínio da parte. Diante da inoperância baiana, voltou a criar chances de gol. E levar perigo ao gol de Lomba.

Na segunda metade da etapa final, o Bahia voltou ao jogo, mas mais uma vez esbarrando na falta de criatividade. Na base do abafa, o Tricolor conseguiu chegar com perigo em uma cabeçada de Henrique. Léo Gago também tentou de longe, mas parou em Vanderlei. A grande chance do 
Bahia caiu nos pés de Kieza, que, livre de marcação, chutou em cima do goleiro do Coritiba. Sem público e com um futebol sofrível, Bahia e Coritiba terminaram a partida iguais no placar e no drama.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Fla reverte vantagem, vence Coritiba nos pênaltis e avança na Copa BR

O Flamengo surpreendeu até o seu torcedor mais otimista na noite desta quarta-feira. Mesmo após colocar a Copa do Brasil de lado na primeira partida e perder por 3 a 0, o Rubro-negro se recuperou e reverteu a vantagem do Coritiba no Maracanã. O time venceu por 3 a 0 - gols de Alecsandro (2) e Eduardo da Silva - no tempo normal e também bateu o rival nos pênaltis por 3 a 2. Zé Love, Helder, Dudu e Carlinhos desperdiçaram para o Coxa. O goleiro Paulo Victor fez duas defesas. Alecsandro e João Paulo erraram no lado dos donos da casa.
Com isso, os cariocas avançaram às quartas de final e estão vivos na luta pelo tetracampeonato do torneio. O adversário na próxima fase será o América-RN, que eliminou o Atlético-PR. Antes, porém, os comandados de Vanderlei Luxemburgo concentram-se novamente no Campeonato Brasileiro. No sábado, o time recebe o Grêmio, às 18h30, no Maracanã. Já o Coritiba visita o Bahia, domingo, às 18h30, na Fonte Nova.
Fases do jogo: Ao contrário do esperado, o Flamengo não partiu com tudo para reverter a boa vantagem do Coritiba. O dono da casa teve dificuldades para criar e esbarrou na boa cobertura paranaense. Além disso, o técnico Vanderlei Luxemburgo teve problemas e precisou fazer logo duas alterações. Luiz Antônio e Paulinho saíram lesionados e foram substituídos por Leo Moura e Everton, respectivamente.
Mas um jogo que caminhava para o empate no primeiro tempo deu um gás extra ao Rubro-negro já na parte final. Aos 48min, Alecsandro colocou os cariocas na frente depois de pênalti cometido por Zé Love em João Paulo. O gol inflamou a torcida para a segunda etapa e renovou a esperança na classificação.
E o Flamengo ampliou logo no início do segundo tempo. O árbitro assinalou novo pênalti após cruzamento de João Paulo que tocou no braço de Norberto, aparentemente sem intenção. Aos 11min, Alecsandro cobrou, marcou e colocou ainda mais fogo no jogo. O Coritiba sentiu o gol, mas o Rubro-negro também parou. Aos 35min, o esperado tento apareceu. Everton conseguiu bela arrancada e cruzou. Eduardo da Silva estufou a rede de Vanderlei e assinalou o terceiro do Flamengo na partida.
Foi o suficiente para levar a disputa da vaga para os pênaltis e o Maracanã ao delírio. Zé Love, Helder, Dudu e Carlinhos erraram as cobranças para o Coritiba. Alecsandro e João Paulo desperdiçaram para o Flamengo. Coube ao argentino Canteros cobrar a penalidade da vaga depois de duas defesas do goleiro Paulo Victor. Festa da torcida em uma noite que terminou com a classificação histórica na Copa do Brasil.
O melhor: Alecsandro - Teve frieza para cobrar os dois pênaltis no tempo normal e deixar o Flamengo vivo na luta pela classificação.
O pior: Paulinho - Segue sem render o esperado na temporada. Errou bastante e saiu machucado para a entrada de Everton.
Chave do jogo: O segundo pênalti assinalado pela arbitragem a favor do Flamengo foi fundamental para colocar o time carioca na briga pela vaga.
Para lembrar: O Flamengo teve cinco pênaltis a favor nos últimos cinco jogos. Todos foram convertidos em cobranças de Leo Moura, Mugni e Alecsandro (3).
FLAMENGO (3) 3 X 0 (2) CORITIBA

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Marcelo Aparecido de Souza (SP)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (SP) e Danilo Ricardo Simon Manis (SP)
Renda: R$ 477.610,00
Público: 18.559 pagantes; 20.450 presentes
Cartões amarelos: Chicão, Everton e Samir (Flamengo); Rosinei, Zé Love, Gil e Alex (Coritiba)
Gols: Alecsandro, aos 48min do primeiro tempo e aos 11min do segundo tempo, Eduardo da Silva, aos 35min do segundo tempo
FLAMENGO
Paulo Victor; Luiz Antônio (Leo Mora), Chicão, Samir e João Paulo; Recife, Márcio Araújo, Canteros e Gabriel (Eduardo da Silva); Paulinho (Everton) e Alecsandro
Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

CORITIBA
Vanderlei; Norberto, Luccas Claro, Leandro Almeida e Carlinhos; Gil (Robinho), Helder, Rosinei (Baraka) e Dudu; Martinuccio (Alex) e Zé Love
Técnico: Marquinhos Santos.

COXA E GALO NÃO SUPERAM TRAVE E EMPATAM DEBAIXO DE CHUVA FORTE

Dudu Diego Tardelli Coritiba x Atletico-MG (Foto: Getty Images)
Em partida equilibrada e marcada pela chuva torrencial durante os 90 minutos, Coritiba e Atlético-MG empataram sem gols, no Couto Pereira, neste domingo. Tardelli até que tentou se apresentar à Seleção com um gol, mas parou na trave de Vanderlei em duas oportunidades. Zé Love também acertou o poste, enquanto Keirrison parou em grande defesa de Victor. No fim, resultado foi justo, mas ruim para as duas equipes.
Desde o apito inicial, os times deram indícios de como seria a partida no Couto Pereira: muita disputa, pressão e equilibrio. Com paciência para atacar, o time de Marquinhos Santos teve maior posse de bola e foi dono das principais jogadas ofensivas do primeiro tempo, com 12 finalizações contra apenas três do time mineiro.
O Galo pecou tecnicamente e, quando conseguiu se infiltrar no campo adversário, não soube acertar a pontaria. Se na primeira etapa o Coxa foi superior e melhor ofensivamente, nos últimos 45 minutos, foi o Galo que ditou o ritmo de jogo. Com duas bolas na trave de Diego Tardelli, o time paranaense mais se defendeu do que atacou. Porém, os minutos finais reservaram fortes emoções, com defesa milagrosa de Victor e corte providencial do zagueiro Luccas Claro.
Com o empate, o time paranense chegou a 16 pontos e é o 18º colocado, mas pode acabar a rodada na lanterna. Já o Galo soma 27 pontos e caiu para a sétima posição.O Coritiba volta a campo no próximo domingo, contra o Bahia, às 18h30 (horário de Brasília), na Fonte Nova. Já o Atlético-MG joga em casa contra o Botafogo, às 16h, na Arena Independência.
Com a bola rolando, o Coritiba começou melhor, impôs seu ritmo de jogo e exigiu grande defesa de Victor aos dois minutos, em bela cobrança de falta de Alex. O Atlético-MG tinha dificuldade de entrar no campo alviverde. Com paciência para atacar, o time de Marquinhos Santos abusava de jogadas pelas laterais, com Zé Love e Carlinhos na esquerda e Dudu e Norberto pela direita.
O Galo pecava tecnicamente e tinha dificuldade de trocar passes no campo pesado do Couto Pereira, devido à forte chuva. Com apenas três finalizações, o time mineiro não conseguiu acertar a pontaria, exigindo pouco trabalho de Vanderlei. Superior durante toda a primeira etapa, o Coxa só não conseguiu abrir o placar em função da bem postada defesa atleticana e das boas defesas do goleiro alvinegro.
A segunda etapa começou ainda mais disputada do que a primeira. Com posturas francas e em busca do ataque, Coritiba e Atlético-MG conseguiram achar espaços e proporcionaram lances de emoção, exigindo trabalho dos goleiros Vanderlei e Victor. Porém, com o desgaste natural de jogo, as duas equipes caíram de rendimento após os 20 minutos e o jogo se resumiu a ligações diretas e muitos erros de passes.
Até que aos 28 minutos, em falha gritante da defesa alviverde, Tardelli acertou a trave direita do Coxa. A jogada acordou a equipe de Levir Culpi, que passou a dominar a partida. O camisa nove do Galo acertou mais uma bola na trave. Os minutos finais reservaram fortes emoções, com Victor fazendo defesa milagrosa em chute de Keirrison. Do lado do Coxa, Luccas Claro fez corte providencial para garantir o empate.

PALMEIRAS VENCE O CORITIBA, SAI DO Z-4 E AGORA SECA RIVAIS; COXA AFUNDA

Celso Roth Palmeiras X Coritiba (Foto: Marcos Ribolli)
O Palmeiras ganha uma noite de sono um pouco mais tranquila neste sábado. Após dez jogos consecutivos sem vitórias pelo Campeonato Brasileirão, o Verdão, enfim, tem motivos para festejar. Com a vitória por 1 a 0 sobre o Coritiba, neste sábado à noite, no Pacaembu, pela 17ª rodada, o Alviverde sai momentaneamente da zona de rebaixamento: com 17 pontos, está em 15º lugar. Já o Coxa, com 15, está em antepenúltimo. Juninho marcou o gol palmeirense.
O Verdão agora precisará secar seus concorrentes que jogam neste domingo para não passar o centenário, que será celebrado na próxima terça-feira, na zona de rebaixamento. Figueirense ou Vitória, que se enfrentam, Bahia (que pega o Atlético-PR, em Curitiba) e Criciúma (que recebe o Flamengo) podem ultrapassar a equipe paulista. O Coritiba também passará o domingo ligado na rodada. Caso Bahia e Vitória pontuem, o Coxa pode voltar à lanterna.
O Palmeiras volta a campo na próxima quarta-feira, às 22h, no Pacaembu, para começar a decidir com o Atlético-MG uma vaga nas quartas de final da Copa do Brasil. No mesmo dia, também às 22h, pelo mata-mata nacional, o Coritiba recebe o Flamengo, no Couto Pereira.
O JOGO
O Palmeiras iniciou o jogo sonolento, parecia anestesiado. O Coritiba se aproveitou dessa instabilidade do adversário e partiu para cima. No entanto, não soube concluir as jogadas, e o goleiro Fábio, apesar de ver a bola passando perto de sua área, acabou não levando sustos. Foi apenas um lapso momentâneo do Verdão, que logo acordou e tomou o controle do jogo. Aos poucos, o time paulista foi se soltando, trocando passes, envolvendo o Coxa e criando chances de gol. Allione e Marcelo Oliveira eram os jogadores mais lúcidos.

O volante, após bela arrancada pelo meio, aos 13 minutos de jogo, deixou Juninho livre para abrir o placar. O gol desestabilizou de vez a equipe curitibana, que, nervosa, passou a abusar das faltas. Leandro Almeida foi o símbolo do descontrole paranaense. Fez pênalti em Lúcio (o juiz chegou a assinalar a penalidade, mas voltou atrás porque o zagueiro do Verdão estava impedido) e depois foi expulso por falta dura em Mouche. Na saída para o intervalo, Henrique e Zé Love discutiram e houve início de confusão, que logo foi controlada.
Mesmo com um a mais durante todo o segundo tempo, o Palmeiras se enrolou. Não conseguiu tirar proveito do homem a mais em campo e foi presa fácil para a marcação do Coritiba. Isso se deve em parte a uma das mexidas de Celso Roth: a saída do atacante Keirrison para a entrada do zagueiro Lucas Claro, recompondo a defesa. Mas também aconteceu pelo excesso de erros de passe do meio-campo palmeirense, principalmente de Wesley - foram 26 erros da equipe, nove apenas do volante. Dessa forma, o Coxa acabou se desdobrando em campo e dominou o segundo tempo. Faltou, porém, maior capricho no toque final por parte dos paranaenses. Assim, prevaleceu o placar do primeiro tempo. Melhor para o time paulista.

CORITIBA VENCE PRIMEIRA NO COUTO E AFUNDA VITÓRIA NA TABELA DO BRASILEIRO

Dudu Comemora gol do Coritiba contra o Vitória (Foto: Getty Images)
Demorou quatro meses, mas o Coritiba ganhou no Couto Pereira pelo Campeonato Brasileiro. Jogando com o ameaçado Vitória, na noite desta quarta-feira, a equipe alviverde foi superior e venceu por 2 a 0, com gols do meia Dudu e do atacante Keirrison, um em cada tempo. Foi a primeira vitória do Coxa jogando em casa na competição. Mesmo com o triunfo, na partida válida pela 16ª rodada, o Verdão segue na zona de rebaixamento, a exemplo do Leão baiano.
Com o resultado, o Coxa deixa a lanterna com o Palmeiras, que perdeu nesta quarta-feira para o Sport, na Ilha do Retiro, e vai a 15 pontos. Já o Vitória, com a derrota, estaciona na mesma pontuação da equipe paranaense, na vice-lanterna.
O Coritiba volta a campo no próximo sábado, diante do Palmeiras, às 21h, no Pacaembu. Já o Vitória joga em casa, contra o Figueirense, às 16h do próximo domingo, no Barradão.
Dudu arrisca e marca golaço no Couto
Pressionados, Coritiba e Vitória entraram em campo com a proposta de impor velocidade e buscar as jogadas laterais. À procura de espaços, a equipe alviverde ainda tentava encaixar o posicionamento quando o Leão teve a chance de abrir o placar. Apostando no contra-ataque, os rubro-negros chegaram com perigo aos 13: Willie cabeceou, e Vanderlei salvou. A resposta dos donos da casa foi em grande estilo. Livre de marcação, Dudu recebeu na intermediária, arriscou e acertou no ângulo do goleiro Wilson, marcando um golaço. A vantagem animou a equipe alviverde, que persistiu nas jogadas pelos lados e aproveitou o espaço deixado pelos visitantes. Sentindo a falta de um centroavante e com dificuldades para chegar à frente, o Vitória abusou dos erros na saída de bola e foi para o intervalo com o revés no placar.

À frente no placar, o Coritiba voltou com tudo no segundo tempo e ditou o ritmo das jogadas. Após Celso Roth trocar Norberto por Reginaldo, a equipe teve chances com Zé Love, Dener e Zé Rafael. Na tentativa de ter um homem de referência no ataque, Jorginho colocou Guillermo Beltrán no lugar de Marcinho, mas a estratégia não funcionou. Com bastante espaço, o Coxa chegou ao segundo gol após Keirrison sofrer pênalti de Kadu. Aos 17, o camisa 9 converteu. Mesmo com três atacantes - Willie, William Henrique e Guillermo Beltrán -, a bola não chegou para o Vitória, que acabou envolvido pelo domínio alviverde.

FLA MARCA PRIMEIRO GOL FORA DE CASA, MANTÉM COXA NA LANTERNA E SAI DO Z-4

Everton Flamengo gol coritiba brasileirão (Foto: Agência Getty Images)
O Flamengo espantou de vez o fantasma de Curitiba. Na cidade onde amarga série de derrotas e goleadas em sua história, o Rubro-Negro se recuperou no Campeonato Brasileiro e deixou a zona de rebaixamento depois de três meses e sete rodadas seguidas. Na tarde deste domingo, o time de Vanderlei Luxemburgo venceu pelo segundo ano seguido no Couto Pereira e bateu o Coritiba por 1 a 0 - até 2013, eram 15 anos sem ganhar no estádio. O gol de Everton também foi o primeiro da equipe fora do Rio de Janeiro e fez os cariocas chegarem a 16 pontos, saltando para a 14ª posição da tabela. Já o Coxa segue sem vencer dentro de casa - o único triunfo como mandante foi no estádio Durival Britto - e, com 12 pontos, continua amargando a lanterna da competição.
Foi longe de ser um duelo bom tecnicamente, mas foi como Luxa previu. Um time recuado, mesmo quando teve um jogador a mais, e jogando por uma bola. Teve o mérito de se defender bem, mas favorecido pelo baixo poder de fogo do Coritiba. A equipe de Celso Roth paga pelo péssimo aproveitamento no seu estádio, onde no Brasileiro acumula três empates e três derrotas, aproveitamento de apenas 16,6% que explica as vaias da torcida.
Enquanto aguardam a definição de seus adversários nas oitavas de final da Copa do Brasil - o sorteio na CBF será realizado nesta segunda-feira, e os dois podem até se enfrentar, já que estão em potes diferentes -, Coritiba e Flamengo voltam a campo já na próxima quarta. o Coxa joga de novo para melhorar seu aproveitamento no Couto Pereira contra o Vitória, às 21h (de Brasília). Já o Rubro-Negro recebe o Atlético-MG, às 22h, no Maracanã.
Everton encontra a bola do jogo
A proposta era jogar na retranca, mas nos primeiros minutos se abriu uma exceção. O Fla tentou surpreender na postura e teve em Everton seu principal nome. O rápido meia-atacante foi quem mais deu trabalho a Luccas Claro e Leandro Almeida. Perdeu uma chance sozinho na área de cabeça, mas a bola do jogo ele achou pouco depois, aos 16 minutos. Aproveitou bobeada de Baraka, roubou a bola, invadiu a área e bateu de direita, a perna que não é a boa, na saída de Vanderlei. Na comemoração, o jogador, que defendeu o rival Atlético-PR no ano passado, ainda provocou a torcida do Coritiba.
Mas depois do gol, foi um recuo excessivo do Rubro-Negro. Com Recife e Márcio Araújo na proteção, Canteros jogava mais avançado e teve boa participação no primeiro tempo. Mas aos poucos o futebol dos cariocas foi sumindo... Sorte que o do Coxa nunca apareceu. O time de Celso Roth não conseguiu transformar o domínio territorial em pressão. Zé Love e Geraldo erravam demais, e a melhor chance caiu nos pés de um zagueiro. Livre na área, Leandro Almeida teria todo o tempo do mundo, mas escolheu bater de primeira, para fora.
O Fla abdicou totalmente do ataque na etapa final e ficou 30 minutos sem finalizar. Nem mesmo a expulsão do coxa-branca Robinho pelo segundo cartão amarelo fez o time sair de trás. O Coritiba sentiu muito a ausência de seu craque Alex, machucado, e abusou das bolas aéreas: foram 23 chuveirinhos e só quatro cabeçadas. Por fim, quem mais assustou Paulo Victor foi Marcelo. O zagueiro rubro-negro quase marcou gol contra duas vezes ao cortar cruzamentos na área. Mas os ares de Curitiba agora sopram a favor dos cariocas.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

CORITIBA JOGA MELHOR QUE O FLU, PRESSIONA E ARRANCA EMPATE NO RIO

Germano e Jean, Fluminense e Coritiba (Foto: Getty Images)
O Fluminense, tão elogiado pela posse de bola e troca de passes rápidas, parece não ter entrado em campo no Maracanã. Na noite deste sábado, quem chamou o jogo foi o Coritiba. Pressionou, levantou várias bolas na área, deu trabalho a Diego Cavalieri. Foi recompensado com o bonito chute de Germano que empatou o jogo em 1 a 1. Corrigiu a injustiça que se encaminhava depois do gol de Elivelton de cabeça. Os tricolores, que poderiam diminuir a diferença para o líder Cruzeiro para dois pontos, seguem a quatro da ponta, somando 26 na vice-liderança. Os paranaenses, com 12, seguem na zona de rebaixamento, em 18º.
O atacante Fred, dessa vez, sequer pisou em campo. O técnico do Flu tentou achar soluções para equilibrar o jogo, e optou por não colocá-lo na partida. A próxima chance do camisa 9 jogar será na quarta-feira, partida de volta contra o América-RN, pela terceira fase da Copa do Brasil, no Maracanã. Já o Coxa, também pela competição, visita o Paysandu, mesmo dia e horário.
O jogo

O Fluminense começou melhor a partida, mas aos poucos foi perdendo o meio de campo para o Coritiba. A pressão no ataque obrigou a defesa tricolor a dar chutões para frente. Porém, o Coxa tinha dificuldade para criar chances claras, sentindo a ausência de um centroavante. E ainda sofreu o gol de Elivelton após cobrança de escanteio. Os cariocas encontravam mais liberdade quando os laterais avançavam, mas Conca, Cícero, Wagner e Sobis foram bem marcados nas oportunidades que tiveram, a mais clara com o argentino. Cristóvão Borges perdeu ainda Gum, que sentiu um problema no tornozelo. Fabrício entrou no seu lugar.

Celso Roth sentiu a necessidade de dar mais volume ao ataque. Colocou Keirrison no lugar de Robinho. Mas perdeu Alex, lesionado, aos 32 minutos do segundo tempo. Cristóvão tentou mudar o que se encaminhava para o empate. Colocou Chiquinho e Edson em campo. Tirou Cícero e Bruno. Jean foi reposicionado para a lateral direita. Não surtiu efeito. O Coxa chegou a levantar 19 bolas contra oito do Flu, que reclamou muito da arbitragem. E, num erro de passe de Chiquinho, iniciou a jogada que parou nos pés de Germano. Ele acertou um bonito chute de fora da área e empatou. Como o próprio disse após o jogo, placar mais justo.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

CORITIBA E CORINTHIANS JOGAM MAL, SÓ ASSUSTAM EM FALTAS E FICAM NO ZERO

Luccas Claro coritiba e Romarinho Corinthians Brasileirão (Foto: Joka Madruga / Agência Estado)
Uma boa cobrança de falta de Alex, outra de Jadson. Uma bela defesa de Cássio, outra de Vanderlei. Coritiba e Corinthians poderiam ter passado 90 minutos batendo faltas, abusando da intimidade que seus camisas 10 têm com a bola. Certamente teria sido melhor do que o pavoroso restante do jogo no Couto Pereira. O empate sem gols foi justíssimo.
Diante de tamanha carência criativa, outros detalhes chamaram atenção. As camisas listradas, muito parecidas, a quantidade de água num dos lados do campo que foi irrigado, as chuteiras de Romero (uma azul e outra rosa), o chute torto de Luccas Claro pela linha de fundo, tão injustificável quanto as picuinhas entre os jogadores que acabaram gerando a expulsão do lateral-direito Fagner no segundo tempo, após falta em Zé Eduardo. O Zé Love, aquele mesmo, parceiro de ataque de Neymar no Santos campeão da Libertadores em 2011.
O Timão se manteve cinco pontos atrás do líder Cruzeiro (29 a 24), mas caiu para o quarto lugar ao ser ultrapassado por Internacional e Fluminense, que venceram no fechamento da rodada. Na quarta-feira, o Corinthians enfrentará o Bahia, em Salvador, pela Copa do Brasil, com a vantagem de 3 a 0, construída na primeira partida. No domingo, o compromisso será pelo Brasileirão, contra o Santos, na Vila Belmiro.
O Coxa segue na zona de rebaixamento, em 17°, com 11 pontos, um a mais que Figueirense, Bahia e Flamengo. No próximo sábado, terá pela frente o Fluminense, no Maracanã.
O jogo
Em situação delicada, o time de Celso Roth começou o jogo tentando pressionar a saída de bola corintiana. Deu resultado. Aos três minutos, Alex já havia batido falta com perigo e acertado o travessão de Cássio num toque por cobertura, genial, porém irregular. Estava impedido. Norberto, pela direita, foi a maior ameaça dos anfitriões. O Corinthians ignorou a presença de bons jogadores como Elias, Petros e Jadson no meio-campo. Abusou dos chutões. A bola foi mal tratada, pouco rolou pelo gramado.
Mano Menezes resumiu o que queria no segundo tempo: jogar mais, ter mais qualidade, chegar mais, ser mais agressivo e querer ganhar o jogo. Ou seja, faltava tudo. E continuou faltando. Ele tentou mudar o panorama com Renato Augusto no lugar de Romero, mas o cartão vermelho de Fagner determinou os 26 minutos finais: com um a mais, Roth fez uma mudança ofensiva e colocou Geraldo. Mano deu o troco, se fechou com Guilherme Andrade.
Vuaden deu quatro minutos de acréscimos. Foram apenas quatro minutos a mais de maus tratos à bola e ao público. 0 a 0. Perfeito.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Coritiba vira no último minuto, vence o Grêmio e derruba Enderson

Brilhou a estrela de Alex. Com gol do armador, no último minuto de jogo, o Coritiba venceu o Grêmio por 3 a 2 neste domingo, na Arena, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Zé Love fez dois e Barcos os outros dois jogos da partida. O jogo foi emocionante e teve duas viradas. O Coritiba saiu na frente, Barcos virou com dois gols, Zé Love empatou e Alex evitou que o Coritiba virasse lanterna.
Foi a quarta partida sem vitória do Grêmio como mandante. Desde maio que não ocorre uma vitória na Arena. O time gaúcho para com 19 pontos e ocupa a 10ª posição na classificação. Enquanto o Coritiba pula para 10 e deixa o último lugar, que aconteceria em caso de empate. O alviverde é 17º colocado.
Após o jogo, a direção do clube demitiu Enderson Moreira. A cobrança forte pelas vaias da torcida empurraram o comandante para fora do clube. Tite é o nome mais cotado para assumir o comando.
Enquanto isso, Celso Roth se fortalece e vê sua equipe vencer a primeira após a Copa do Mundo. Nos outros dois jogos, derrotas tinham acontecido em série.
As fases do jogo: O Grêmio jogou bem por 10 minutos. Nos instantes iniciais da partida, o time gaúcho criou logo duas chances de gol, com Riveros, aos 5, e Fernandinho, aos 7. Mas depois recuou, errou muitos passes e acabou encurralado pelo bem organizado oponente. Foi o Coritiba que esteve mais perto de abrir o placar na primeira etapa. Com chutes de fora da área, os visitantes foram perigosos com Germano, aos 10 minutos, e principalmente com Alex, que acertou a trave aos 22. Antes do fim do primeiro tempo, Zé Love fez grande jogada, Robinho driblou a marcação e, de dentro da área, obrigou Marcelo Grohe a uma difícil defesa, aos 41 minutos. Na volta, de primeira, acertou a trave. Vaias encerraram a primeira etapa.

Logo no segundo tempo, a superioridade do Coritiba se transformou em gol. Robinho lançou para Zé Love, que driblou Grohe e colocou na rede. Desesperado, o Grêmio foi para o ataque e empatou aos 11. Fernandinho fez boa jogada e rolou para Barcos bater forte igualando a partida. Não tardou para sair a virada. Aos 19, Luan enfiou para Barcos, que driblou duas vezes o goleiro Vanderlei e fez o segundo. Mas aos 27 o Coritiba contou com cobrança de falta de Alex e empatou novamente com Zé Love. Aos 41, Barcos perdeu a última chance do Grêmio. Faltando 30 segundos para o fim do jogo, Alex recebeu dentro da área e colocou na rede determinando a vitória do time visitante.

O melhor: Alex  – Autor de um gol e um assistência, além de uma bola na trave, o armador do Coritiba foi fundamental, ditou o ritmo da partida e brilhou em campo. Ainda mais faltando poucos segundos para o apito final, quando definiu a vitória.

O pior: Ramiro – O volante do Grêmio não conseguiu ser importante defensivamente e errou muitos passes. Robinho e Alex, na primeira etapa, criaram várias oportunidades para os visitantes, que acertaram a trave duas vezes.  Prejudicando a dinâmica do time, ele acabou sacado no intervalo.

A chave do jogo: Compactação – Quem esperava no Coritiba um adversário que seria facilmente batido, enganou-se. O time comandado por Celso Roth mostrou compactação e conseguiu dominar boa parte do jogo. Com duas linhas próximas, levou gols em jogadas individuais de Fernandinho e Luan, ambas com complemento de Barcos. Mas coletivamente foi muito bem.

Toque dos técnicos: Celso Roth montou o Coritiba com sua característica principal. O time paranaense jogou defensivamente. Com duas linhas de quatro e Alex ao lado de Zé Love no ataque, os visitantes dominaram a primeira etapa e acertaram duas vezes a trave. No segundo tempo, o Grêmio foi para cima, mas Celso foi fundamental.

Já o Grêmio não mostrou muita diferença em relação ao que tem apresentado jogo após jogo no Brasileirão. O time criou poucas oportunidades e contou com sorte para sair ileso do primeiro tempo. Mas para a segunda etapa, o comandante trocou logo duas vezes. Matías Rodríguez no lugar de Saimon com Pará indo para lateral esquerda, e Rodriguinho na vaga de Ramiro, deixando o meio-campo com um volante e 4 meias. Deu certo, mas não muito. O treinador pode perder cargo pela falta de boas partidas da equipe.
Para lembrar:
Primeira vez. Celso Roth é conhecido no Rio Grande do Sul pela série de passagens por Inter e Grêmio. Mas, neste domingo, comandou pela primeira vez uma equipe na Arena do Grêmio. A estreia na nova casa tricolor se deu pelo tempo sem trabalhar do comandante.
Barcos voltou a marcar. O Pirata não fazia um gol desde 11 de maio deste ano. Foram 7 jogos de jejum até este domingo, quando marcou log dois. Mesmo assim foi vaiado pela torcida em vários momentos do jogo.
Insatisfação com os laterais. Enderson Moreira tem mostrado treino após treino que está insatisfeito com o rendimento dos laterais do Grêmio. Neste domingo, também revelou isso em partida. Trocou Pará de lugar, tirou Saimon e promoveu a estreia de Matías Rodríguez.
GRÊMIO 2 X 3 CORITIBA

GRÊMIO
Marcelo Grohe; Pará, Pedro Geromel, Rhodolfo e Saimon (Matías Rodríguez); Ramiro (Rodriguinho), Riveros, Fernandinho (Jean Deretti), Giuliano e Luan; Barcos.
Técnico: Enderson Moreira

CORITIBA
Vanderlei, Norberto, Luccas Claro, Welinton e Dener; Baraka, Germano, Robinho (Elber) e Alex; Dudu (Keirrison) e Zé Love (Hélder).
Técnico: Celso Roth

Data: 27/07/2014, domingo
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG)
Assistentes: Márcio Eustáquio Santiago (MG) e Guilherme Dias Camilo (MG)
Público: 21.608 torcedores
Cartões amarelos: Luccas Claro (COR), Norberto (COR)
Gols: Zé Love, do Coritiba, aos 3 e aos 27 minutos do segundo tempo; Barcos, do Grêmio, aos 11 e aos 19 do segundo tempo; Alex, do Coritiba, aos 48 do segundo tempo.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

No sufoco, Botafogo vence com gol no início e afunda Coritiba no Brasileiro

Bolatti marcou no começo e garantiu a vitória do Botafogo sobre o Coritiba neste sábado, em Volta Redonda
O Botafogo venceu em casa o Coritiba por 1 a 0 neste sábado, no Raulino de Oliveira, em confronto válido pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o time carioca chegou aos 12 pontos, subiu uma posição e está na 13ª colocação. Enquanto o clube paranaense permaneceu com sete pontos, caiu um posto e está na 19ª colocação, acima apenas do Flamengo na tabela.
O início de jogo deu a impressão de que tudo seria mais fácil para o Botafogo, que havia sido derrotado pelo Sport na volta do Brasileiro e flertava perigosamente com a zona do rebaixamento. Logo aos 11 minutos, o volante Bolatti anotou após escorar bola de escanteio pela direita. Apesar da vantagem obtida tão rapidamente, o time carioca não conseguiu impor-se.
O que se viu depois disso durante o restante da partida foi o Coritiba tentando atacar (levando perigo muitas vezes) e o Botafogo trabalhava mal o contra-ataque. Em uma delas, aos 33 minutos do segundo tempo, o clube alvinegro conseguiu um pênalti após falta inexistente marcada sobre Gabriel, mas Zeballos viu a cobrança ser defendida por Vanderlei e depois afastada pela zaga.
Na próxima rodada, o Botafogo - que voltou a vencer após quase dois meses (a última vitória havia sido sobre o Palmeiras, opr 2 a 1, pela oitava rodada, em 28 de maio) - faz o clássico com o Flamengo. Já o Coritiba - que venceu pela última vez justamente logo na última partida antes da Copa (3 a 0 sobre o Goiás) e pode terminar a rodada na lanterna da competição - visita o Grêmio.
O jogo
A partida começou com um susto para a torcida alvinegra. Logo aos 13 segundos,Alex foi derrubado na entrada da área. O próprio Alex cobrou no canto direito e Jefferson, que voltou ao time, após integrar a Seleção Brasileira que disputou a Copa do Mundo, fez grande defesa, espalmando para escanteio.
Desfalcado de Emerson Sheik, o Alvinegro carioca tentava se aproximar da área da equipe paranaense com toques rápidos. Aos seis minutos, Wallyson foi derrubado nas imediações da grande área,mas a cobrança de Zeballos bateu na barreira e saiu.
O Coritiba mostrava mais objetividade nas ações ofensivas, mas foi o Botafogo que saiu na frente, aos 11 minutos. Edilson bateu escanteio,pela direita, e Bollati se antecipou à marcação para colocar a bola nas redes de Vanderlei.
O time paranaense pressionava em busca do empate,mas o Botafogo aproveitava os espaços para armar jogadas em velocidade. Aos 21 minutos, Zeballos arrancou desde a sua intermediária e lançou Wallyson pela direita, enquanto Yuri Mamute corria livre pelo outro lado. O chute de Wallyson desviou na zaga e saiu para escanteio.
A partida ficou truncada e o Coritiba preferia apelar para as jogadas de bola parada,quase sempre executadas pór Alex.Aos 29 minutos, o veterano meia Alex cruzou e Germano cabeceou por cima. Dois minutos depois, o mesmo Germano fez boa jogada na área alvinegra, se livrou de dois marcadores e chutou para defesa segura de Jefferson. Dois minutos depois foi a vez de Gil ser lançado pela esquerda e tentar encobrir o goleiro alvinegro, mas a bola subiu demais.
O ritmo da partida caiu muito por volta dos 30 minutos, com as duas equipes errando muitos passes. Yuri Mamute criou uma boa chance aos 37 minutos. O atacante do Botafogo se livrou,com facilidade, da marcação, mas concluiu de forma bisonha,sem causar qualquer perigo para o goleiro Vanderlei.
Logo aos dois minutos do segundo tempo, o Botafogo teve chance para ampliar o marcador,mas Gil eviutou que Dória marcasse o segundo gol alvinegro. O Coxa não se assustou e quase chega ao empate,aos cinco minutos, mas o goleiro Jefferson saiu bem e dividiu com Norberto, evitando a conclusão do paranaense.
Os dois times ficaram mais soltos em campo.E as chances foram criadas. Aos 11 minutos, Zeballos bateu falta com grande perigo. Dois minutos depois, Robinho arriscou,de fora da área, e a bola passou muito perto do travessão defendido por Jefferson. Aos 17 minutos, Élber recebeu na entrada da área, se livrou da marcação de Gabriel e chutou rasteiro, mas a bola saiu.
O time dirigido por Celso Roth ficava mais tempo com a bola nos pés e aumentou a pressão em busca do gol do empate, enquanto o Botafogo não conseguia construir boas jogadas em função da queda de rendimento de alguns jogadores, especialmente Mamute e Wallyson.
Aos 28 minutos, Chico se aproveitou de uma saída de bola deficiente para se aproximar da área e chutar rasteiro, obrigando Jefferson a se esticar para desviar para escanteio. Aos 32 minutos, o goleiro alvinegro voltou a salvar sua equipe, ao sair para dividir com Germano que estava pronto para a conclusão.
Aos 33 minutos, Gabriel foi lançado por Gegê, dividiu com Norberto e caiu na área. O árbitro marcou pênalti, muito contestado pelos paranaenses. Na cobrança, Zeballos bateu mal e Vanderlei fez a defesa, evitando a marcação do segundo gol.
Animado com o desfecho da jogada, o time curitibano voltou a pressionar e Jefferson voltou a salvar o Botafogo, após chute cruzado de Geraldo.
O goleiro do Botafogo voltou a brilhar aos 39 minutos, quando Alex bateu falta no canto direito e Jefferson saltou para desviar a bola e impedir que ela entrasse.
FICHA TÉCNICA 
BOTAFOGO 1 X 0 CORITIBA
Local: Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ) 
Data: 19 de julho de 2014, sábado 
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE) 
Assistentes: Clóvis Amaral da Silva e Albino Andrade Albert Júnior (ambos de PE) 
Público: 1.271 pagantes (total de 1.594)
Renda: R$ 17.650,00
Cartões amarelos: Júnior César e Lucas (Botafogo); Luccas Claro (Coritiba)
Gol:
BOTAFOGO: Bolatti,aos 11 minutos do primeiro tempo
BOTAFOGO: Jefferson, Lucas, Bolívar, Dória e Júnior César; Aírton (Rodrigo Souto), Bolatti, Daniel(Gabriel) e Zeballos; Yuri Mamute (Gegê) e Wallyson 
Técnico: Vágner Mancini.
CORITIBA: Vanderlei, Norberto, Luccas Claro, Wellinton e Dener; Chico, Gil (Élber), Germano (Martinucio), Robinho (Geraldo) e Alex; Zé Love 
Técnico: Celso Roth.