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quinta-feira, 1 de maio de 2014

Ex-atletas negros do Brasil cobram punições contra o racismo e apoiam Dani Alves

Jogadores do passado da seleção brasileira manifestaram apoio a Daniel Alves depois do caso de racismo de que ele foi vítima no último fim de semana em partida do Barcelona contra o Villarreal. 
Mauro Silva, campeão do mundo com a seleção brasileira em 1994, e por 13 anos jogador do Deportivo La Coruña, na Espanha, disse que sofreu um ato racista logo no seu primeiro ano no país, em partida contra o Tenerife. Ainda assim, por conta dos anos vividos no país europeu, reprova a generalização que tomou conta de alguns debates no Brasil. Ele diz que a maioria dos espanhóis não são racistas e que a minoria que é, se punida, vai tornar esse grupo ainda menor. 
"O que motiva todo esse comportamento de racismo é a impunidade. A violência nos estádios, nas ruas, o preconceito, tudo isso é fruto da impunidade. A punição rigorosa é que vai inibir outras pessoas a se portar assim", disse o camisa 5 da campanha do quarto título mundial do Brasil. Ele lembra da punição recebida pelo torcedor do Villarreal, banido do clube para toda a vida, e de Donald Sterling, ex-dono do do Los Angeles Clippers, expulso da liga da NBA para sempre.
"Muitas vezes as respostas ficam nas palavras. Se fala muito e se faz pouco. As ações são importantes. As autoridades políticas e esportivas precisam ter uma posição como a que aconteceu na NBA. Uma resposta imediata e contundente, rigorosa e severa", disse o ex-volante de 46 anos, que hoje tem uma empresa de consultoria em marketing esportivo.
Segundo ele, no debate do racismo, o maior risco é a generalização, o rótulo de todo um país como racista. "Eu não gosto quando se generaliza, quando dizem que na Espanha todos são racistas. Esse é o comportamento de determinadas pessoas em vários países. Acontece no Brasil, na Espanha, nos Estados Unidos e em outros lugares também. A gente nunca pode tachar, rotular uma sociedade dessa forma. É uma minoria. Me preocupa quando o debate é polarizado", disse.
Coutinho ignora atos racistas
Parceiro de Pelé na época de ouro do Santos e jogador da seleção brasileira entre 1960 e 1965, Coutinho tem uma reação bem menos ponderada ao racismo do que Mauro Silva. Para ele, o racismo no esporte deve ser combatido com ironia ou até mesmo ignorado.
"Eu não dou a mínima para quem não gosta de negros, para quem fala isso ou faz aquilo. Eu ignoro, sempre ignorei. Quando jogava falavam um monte pra mim e eu não dava bola. Nunca dei. Eu faço o meu, vivo minha vida e se falam algo comigo, deixo falando sozinho. Se jogassem uma banana em mim eu comeria. Na verdade tudo isso é uma grande bobagem", disse Coutinho, de 70 anos.
Romário, campeão com Mauro Silva em 1994, e deputado federal desde 2011 pelo PSB-RJ, acredita que as manifestações racistas na Espanha, onde defendeu o Barcelona, são mais contra o brasileiro, sob o ponto de vista esportivo e da rivalidade, do que um preconceito racial. "Se você reparar, muitas dessas histórias de racismo têm acontecido com jogadores da seleção brasileira, na Europa. É que o Brasil é o time a ser batido. Pode haver alguma manipulação aí", disse Romário ao jornal "Folha de S. Paulo".  "Mas racismo é coisa do passado, não era para estar acontecendo. Punições fortes são necessárias", completou.
Sobre a campanha impulsionada por Neymar, com o slogan "Somos todos macacos", Romário disse que não está de acordo. "Macaco é macaco e gente é gente. Eu não bateria uma foto com banana para dizer que sou macaco. Agora, cada um é um. Infelizmente a hipocrisia e o oportunismo correm soltos no nosso país", comentou. Luciano Huck, apresentador da TV Globo, lançou camiseta ao preço de R$ 70 com a frase da campanha. 

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Em 18 meses, Seedorf contribui para futebol brasileiro evoluir anos



Terminou a aventura de Seedorf pelo futebol brasileiro. Que de "aventura" não teve nada. Houve sim muito profissionalismo. Contrariando a suspeita inicial de que o holandês viria ao Brasil para curtir o Rio de Janeiro na condição de um "ex-jogador em atividade", o que vimos foi uma pessoa que esteve aqui de corpo e alma. Um homem que queria, de verdade, fazer a diferença, provar que poderia vencer o desafio em outro continente. E disposto a ajudar não só o Botafogo, mas também todo o futebol brasileiro, que ganhou elementos para evoluir alguns anos usando essa experiência de 18 meses.

Ao longo desse tempo, Seedorf se "intrometeu" em várias questões em que não precisava, considerando que era uma "aventura". Falou sobre a "máquina de moer técnicos" vigente no país (ao vivo, no programa Jogando em Casa, do Esporte Interativo), disse não entender como se entrava em campo por aqui sem fazer uma pré-temporada decente e apoiou o Bom Senso FC, uma demanda que, por questões lógicas de tempo, não o atingiria enquanto jogador.
Seedorf criticou a "mania" dos jornalistas brasileiros em fazer duas ou três perguntas em uma, dificultando a resposta do entrevistado (cornetou inclusive este blogueiro, ao vivo, por isso), teve a audácia de escancarar que muitos jornalistas brasileiros não enxergam futebol, ao falar que é um absurdo querer comparar a (falta de) movimentação de Ganso a Zidane e Pirlo, também ao vivo, no Bem Amigos e deixou claro que no Brasil se valoriza o jogador que corre errado, em vez de atleta que ocupa o espaço corretamente.
O holandês teve coragem de cobrar da torcida do Botafogo mais presença no estádio, uma vez que o time brigou desde o início por uma vaga na Libertadores da América. Ousou, com isso, de forma indireta, questionar se o Brasil é mesmo o país do futebol, já que um dos principais clubes do país não conseguia colocar dez mil torcedores do estádio. Poucos perceberam. Sem dúvida, atitudes de quem não está no futebol brasileiro apenas para passar o tempo e ganhar (um bom) troco.
Seedorf vai embora assumir o comando técnico do Milan, para iniciar uma nova jornada, deixando para trás um título estadual, uma Bola de Prata e uma classificação para a Libertadores, algo que o Botafogo não alcançava havia 17 anos. Muito mais importante do isso, Seedorf resgatou o orgulho do botafoguense. Deu ao torcedor a prova de que o clube tem condição de realizar um projeto bem feito, a ponto de atrair uma estrela mundial do futebol, que há anos era especulado, de forma jocosa, em clubes como Flamengo e Corinthians.
Junto com isso, Seedorf deu ao Botafogo a condição de ser respeitado novamente, visibilidade nacional e internacional, força para disputar títulos e a confiança para lançar garotos de sua recuperada divisão de base. Como o presidente do clube, Maurício Assumpção falou na despedida, entrar no time tendo uma referência como Seedorf facilitou muito as coisas para os jovens alvinegros.
Na despedida, gostei muito da forma como a direção do Botafogo se portou. A liberação para uma aposentadoria estava prevista em contrato, não tinha o que fazer. Assim, o clube se portou de forma a valorizar o ídolo que ganhou em vez de atacá-lo por ir embora a 15 dias da estreia da Libertadores (sem dúvida alguma, um baque grande). Mas era o correto a se fazer, para não soar como ingrato.
E assim terminam os 18 meses de Seedorf no Brasil, um desafio que na cabeça dele, um dos atletas mais vitoriosos do futebol em todos os tempos, faltava. Não falta mais. Se os homens que dirigem o futebol brasileiro forem minimamentes inteligentes, farão essa passagem durar por muitos anos.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Neymar parabeniza aniversariante Alan Kardec nas redes sociais: 'Matador'

Aniversariante do dia, Alan Kardec não recebeu apenas o carinho de seus atuais companheiros no Palmeiras. O atacante de 24 também foi cumprimentado por ex-colegas, como o atacante Neymar. O craque do Barcelona não se esqueceu da data comemorativa e homenageou seu amigo, classificando o centroavante palmeirese como "matador".
"Hoje é aniversário de uma grande pessoa que passei admirar mais ainda depois que conheci... Aí matador, parabéns irmão, muitas felicidades em sua vida, te desejo tudo de bom !! Tamo junto (sic). Saudade fenômeno", escreveu o craque do Barcelona nas redes sociais.
Os dois atacantes jogaram juntos no Santos por dois anos. Emprestado pelo Benfica, Alan Kardec desembarcou na Vila Belmiro no segundo semestre de 2011 e conquistou seu único título com a camisa alvinegra na temporada seguinte. Ao lado de Neymar, artilheiro da competição, o atual centroavante do Palmeiras levou o Campeonato Paulista.
Destaque do time catalão, Neymar não esconde o bom relacionamento com jogadores do atual elenco alviverde. O atacante já recebeu uma camisa do Palmeiras como presente do atacante Serginho, além de já ter enviado um uniforme do Barcelona para o meia Wesley.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Corinthians põe CT e equipe médica à disposição de Spider

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O Corinthians já entrou em contato com Anderson Silva para oferecer ao ex-campeão mundial dos pesos médios do UFC seu centro de reabilitação no Parque Ecológico do Tietê. “Ele tem e terá toda a nossa retaguarda, inclusive quanto ao tratamento fisioterápico”, explica Fausto Bittar, diretor de Esportes Terrestres do clube.
“Ficará a critério do Anderson, mas toda a equipe médica coordenada pelo doutor Joaquim Grava e fisioterápica liderada pelo Bruno Mazziotti, assim como o nosso CT, estão de portas abertas”, acrescenta Fausto.
Anderson Silva sofreu fraturas na tíbia e fíbula da perna esquerda na madrugada deste domingo, em luta contra Chris Weidman, depois de tentar um chute. Na mesma hora, a luta foi interrompida e acabou o sonho de reconquistar o cinturão.
Spider, como também é conhecido, tem contrato com o Corinthians até novembro de 2014. Pelo vínculo, está recebendo R$ 450 mil. “Anderson é nosso atleta e o Corinthians está acompanhando toda a evolução de seu estado desde o fim da luta”, assegura o dirigente.
O ex-presidente corintiano Andrés Sanchez, inclusive, estava em Las Vegas assistindo à luta. Anderson entrou no ginásio vestindo uniforme do Corinthians e lutou com um short com o distintivo do clube.
O tempo de recuperação das fraturas varia entre três e seis meses. Até por isso, já existe no Parque São Jorge a ideia de prorrogar o contrato com Anderson por mais uma temporada. “A lesão foi ontem, a operação na última madrugada… Ou seja, é tudo muito recente. Deixa ele descansar, se reestabelecer, aí vemos com ele”, finaliza.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Rivaldo fecha contrato com o Mogi até 2015 e pode jogar Paulistão

Mesmo depois de não conseguir ter uma sequência de jogos em 2013, principalmente por causa de uma lesão crônica no joelho, o meia Rivaldo fechou mais um contrato em sua carreira. Aos 41 anos, o pentacampeão mundial firmou um vínculo com o Mogi Mirim, clube pelo qual também é presidente, até novembro de 2015.
Desta forma, Rivaldo poderá jogar o Campeonato Paulista de 2014, apesar de ainda sofrer com a falta de condições físicas para entrar em campo. A intenção do Sapão, semifinalista da última edição do Estadual, é fazer com que o meia atue em poucos jogos, passando sua experiência para o grupo.
Com a missão de presidir o Mogi Mirim, Rivaldo também tem importância fora de campo, mas não esconde um desejo que pretende realizar em 2014 dentro das quatro linhas. Seu filho, conhecido como ‘Rivaldinho’, foi o destaque do Sapão no Campeonato Paulista Sub-20, e poderá atuar ao lado do pai pela primeira vez.
Ao longo de 2013, Rivaldo vestiu a camisa do São Caetano, mas a lesão no joelho atrapalhou o seu rendimento e o meia pouco entrou em campo na campanha que culminou no rebaixamento do Azulão. Agora, o jogador faz tratamento para evitar uma possível cirurgia que o afastaria dos gramados pelo tempo de recuperação.

Ilustrador “argentino-brasileiro” homenageia cenas históricas das Copas

Nascido na argentina e atual morador da cidade brasileira de Porto Alegre – RS, o ilustrador Gonza Rodriguez é apaixonado por futebol e já fez dezenas de desenhos sobre a rivalidade entre Internacional e Grêmio. Desta vez, no entanto, o artista reservou um tempo para homenagear momentos históricos das Copas do Mundo.
Entre os desenhos estão a comemoração famosa de Pelé com o soco no ar, o sorriso de Ronaldo Fenômeno, a tristeza de Roberto Baggio ao errar o pênalti e “La mano de Dios” de Diego Maradona.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Flamengo de 2009 pode inspirar Grêmio e Botafogo a tirar vantagem do Cruzeiro

Apenas uma vez no Brasileirão de pontos corridos um time que estava 10 pontos atrás do líder ao fim da 28ª rodada conseguiu buscar o título. O Flamengo de 2009 fez isso e terminou aquele torneio como campeão. Esta é a diferença de Botafogo e Grêmio para o Cruzeiro faltando 10 jogos para o fim do campeonato. 
Naquela ocasião o líder era o Palmeiras com 54 pontos. Com 44 o Flamengo era o sexto colocado, mas com uma arrancada de sete vitórias e dois empates nos últimos 10 jogos conseguiu o título. Pesa a favor do Cruzeiro seu aproveitamento melhor do que daquele Palmeiras. As duas derrotas nas últimas rodadas encurtaram muito pouco sua vantagem.
O Cruzeiro tinha uma gordura de 11 pontos há duas rodadas. Era dado como virtual campeão, mas as quedas para São Paulo e Atlético-MG fizeram o time mais forte do campeonato deixar de pontuar e dando chance a rivais a brigarem pelo título. Sorte do Cruzeiro que o Grêmio, então vice-líder, fez apenas um ponto em dois jogos e mesmo no pior momento do time mineiro no Brasileiro pouco mudou na briga pelo título. O Cruzeiro tem 59 pontos contra 49 do time gaúcho.
Quem se animou com as derrotas do Cruzeiro foi o Botafogo, novo vice-líder com os mesmos 49 pontos do Grêmio. O meia Seedorf pareceu animado depois da vitória da sua equipe no clássico contra o Flamengo no Maracanã. 
"A gente tem que acreditar, somar o maior número de pontos possível. Olhar para o que os outros times estão fazendo é inútil. Temos que focar nas nossas partidas e ver se no fim do ano conseguimos alcançar nossos objetivos. Mas ainda temos chances, sim", disse.
No Cruzeiro o discurso é que as duas derrotas não devem atrapalhar o planejamento do clube até a conquista do título. O revés para o maior rival foi relevado pelo técnico Marcelo Oliveira e os jogadores querem dar a volta por cima contra o Fluminense .
 "Queríamos ganhar, mas nós temos um objetivo maior que é o título e nós temos que estar mobilizando novamente os jogadores, porque perdemos duas partidas seguidas. Vamos ter um jogo fundamental na quarta-feira e temos que estar bem mobilizados para esta partida", destacou.

sábado, 12 de outubro de 2013

Dilma aprova projeto e juiz de futebol vira profissão regulamentada

Foram 12 anos de discussão na Câmara dos Deputados e, enfim, nesta sexta-feira, o projeto que regulamenta a profissão de árbitro de futebol foi sancionado pela presidenta Dilma Rousseff. O texto com aprovação foi publicado no Diário Oficial da União.
Com a sanção da chefe de Estado brasileira, os juízes de futebol terão agora o direito de se organizar em sindicatos e em associações profissionais, além de terem o direito de prestar serviços a ligas e entidades futebolísticas do País.
De acordo com o presidente da Associação Nacional de Árbitros de Futebol (Anaf) esta é a maior mudança na arbitragem brasileira em todos os tempos.
Novas regras na organização das relações de trabalho entre entidades organizadoras do esporte bretão no País e a categoria devem ser os próximos passos.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Sul-coreano transforma rostos de jogadores em pinturas surreais

Que o futebol frequentemente inspira artistas, de músicos a pintores, não é novidade. Mas o sul-coreano Hokuen Choi encontrou uma maneira bastante inovadora de demonstrar sua admiração pelos astros do esporte mais popular do mundo. Usando detalhes presentes no imaginário do torcedor, como escudos dos times e números das camisas, ele criou versões surreais de diversos jogadores do presente e do passado.

Messi, Cristiano Ronaldo, Neymar e Gareth Bale são algumas das estrelas atuais homenageadas. Craques do passado também estão presentes, como Zidane, Figo, Maldini e Batistuta. Do Brasil, além de Neymar foram lembrados nomes como de Thiago Silva, Lucas e Ronaldinho Gaúcho da geração atual, além de imagens dos pentacampeões Ronaldo, Rivaldo, Cafu e Roberto Carlos.

A coleção feita por Choi é chamada de Kitman Series e já está na quarta edição.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Dorival elogia Neymar, lembra discussão de 2010 e admite: "Faria igual hoje"

Quase três anos após trocar xingamentos com Dorival Júnior em uma partida pelo Santos no Campeonato Brasileiro, Neymar entrará em campo para a primeira final com a camisa do Barcelona. O craque brasileiro terá pela frente o Atlético de Madri na Supercopa da Espanha na tarde desta quarta-feira e o ex-técnico santista relembrou a discussão de 2010 para exaltar o crescimento do atacante.
"Fico muito contente por vê-lo no Barcelona e já disputando uma final. Aquilo foi importante, proporcionou crescimento profissional para ambos. Faria igual hoje, não mudaria minha postura. Fico satisfeito pela atitude, porque a evolução que ele teve foi muito grande. Mas também sei que minha contribuição foi mínima, pois se trata de um jogador fora de série, de alto nível e que naturalmente alcançaria o momento que vive agora pelas qualidades que tem", ressaltou o atual comandante do Vasco da Gama.
No dia 15 de setembro daquele ano, o Santos venceu o Atlético-GO por 4 a 2 em partida eletrizante na Vila Belmiro, mas o último gol da equipe iniciou grandes problemas internos. Neymar pediu para cobrar o pênalti sofrido por Léo e passou a brigar pela bola. Quando Dorival ordenou do banco de reservas que o camisa 11 não batesse, os dois iniciaram atrito, que se estendeu até o final do jogo.
Em 2013, Neymar acabou com qualquer desconfiança de que casos de indisciplina pudessem atrapalhar sua ascensão na carreira. Isso porque conquistou a Libertadores, comandou a conquista do tetracampeonato da Copa das Confederações com a Seleção Brasileira e foi negociado com o Barcelona por valores históricos no País: 57 milhões de euros (R$ 158 milhões).
Dorival Júnior teve vida curta na Vila após a discussão. Trocou o Peixe pelo Atlético-MG, passou por Internacional e Flamengo e desembarcou no Vasco para a disputa da Série A deste ano para fazer belo trabalho. Ganhou status entre os técnicos e é um dos pilares da recém-criada Federação Brasileira dos Treinadores de Futebol (FBTF), comprovando os efeitos positivos da briga de quase três anos atrás.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Com Scolari e Falcão, treinadores lançam Federação em São Paulo

A Federação Brasileira dos Treinadores de Futebol (FBTF) foi lançada na manhã desta segunda-feira, em São Paulo. Luiz Felipe Scolari, atual técnico da Seleção Brasileira, e o respeitado Paulo Roberto Falcão, atualmente sem clube, participaram do evento realizado em um hotel na capital paulista.
A entidade que se propõe a representar os interesses da categoria no Brasil é liderada por Vágner Mancini, Dorival Júnior e Caio Júnior, os três vice-presidentes, além de Alfredo Sampaio, secretário geral. Oficialmente, o presidente é o experiente Zé Mário.
"Nossa ideia é formar uma diretoria forte no sentido de dar suporte para que possamos reivindicar soluções para as coisas que nossa categoria ainda sofre. Como o futebol brasileiro está entrando em um plano cada vez mais profissional rapidamente, não queremos ficar para trás", disse Mancini.
Uma das prioridades da FBTF é diminuir a intensa troca de comando nos clubes. Para isso, a entidade promete lutar para que todos os contratos sejam registrados na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e para que os salários sejam pagos pelas equipes até os finais dos compromissos, mesmo em caso de demissão.
"Com o contrato registrado na CBF, teríamos menos troca de comando e os clubes evitariam muitos gastos. Não olhamos apenas para nós mesmos. Em caso de dispensa antecipada, queremos o justo pagamento integral até o final do contrato, assim como qualquer outro empregado brasileiro", disse Mancini.
A entidade ainda promete oferecer cursos de capacitação para os técnicos brasileiros. De acordo com Vagner Mancini, a falta de qualificação técnica é o principal motivo que impede o sucesso dos treinadores do único país pentacampeão no comando de times do exterior.
Além de Felipão e Falcão, participaram do evento Oswaldo de Oliveira, técnico do ascendente Botafogo, Gilson Kleina, do Palmeiras, e Emerson Leão e Ney Franco, sem clube. O tetracampeão Mauro Silva, Pintado, Giba, Toninho Cecílio, Hélio dos Anjos, Estevam Soares e Geninho também marcaram presença, entre vários outros.
Guilherme Augusto Caputo Bastos, ministro do Tribunal Superior do Trabalho, participou da cerimônia. Assim como Mustafá Contursi, presidente do Sindicato do Futebol, e Rinaldo Martorelli, responsável pelo Sindicato dos Atletas Profissionais de São Paulo e pela Federação Nacional da categoria.
A FBTF, lançada após aproximadamente seis meses de gestação, garantiu contar com o apoio dos sindicatos estaduais da categoria. Os representantes do Rio de Janeiro, Roraima, Ceará, Pará, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina assinaram a ata de fundação na capital paulista.
A FBTF não é a primeira entidade que se propõe a representar os interesses dos técnicos no País. A Associação Brasileira dos Treinadores de Futebol, por exemplo, foi fundada em 1975. Resta saber se, desta vez, a entidade será capaz de proporcionar melhorias significativas à categoria.

Corintianos vão ao CT protestar contra beijo de Emerson: "viado não"


Cinco torcedores uniformizados, que se identificaram como membros da Camisa 12, foram ao CT do Parque Ecológico protestar contra Emerson. Eles não se conformaram com a foto publicada pelo atacante de um beijo em um amigo e prometeram "tumultuar a vida dele" se não houver uma retratação.
"Vai beijar a p.q.p. Aqui é lugar de homem", "Respeito é pra quem tem" e "Viado não" diziam as faixas carregadas pelos cinco, que gritavam coisas do tipo "Viado não aceitamos", "Viado é lá no Morumbi" e "Vai beijar mulher, c...".
O porta-voz do grupo, que se apresentou como Marco Antônio, da diretoria da Camisa 12, disse estar representando muitos corintianos que entraram em contato com a organizada. Ele avisou que os protestos serão maiores enquanto Emerson não assumir o que consideram um erro.
"O mínimo é um pedido de desculpa. Ele joga uma bola? Joga. Representou (a torcida) na Libertadores? Representou. Mas isso não deixa ele sair por aí beijando qualquer um. Vamos tumultuar a vida dele. Hoje, são cinco. Amanhã, 50. Depois, 300", afirmou Marco Antônio.
O problema, segundo ele, é a gozação dos rivais. "A gente não tira os bambis dizendo que eles são bichas? Aí vem falar que é normal? Para nós, não é normal. Não é homofobia nem nada, mas aqui não", acrescentou o torcedor, tropeçando na coerência. Marco Antônio, por fim, disse não se importar com a opção sexual de Emerson, desde que ele seja discreto. "Sei lá o que ele faz nos bastidores, mas um jogador importante do Corinthians não pode fazer isso ao ar livre".
 

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Time inglês "reúne" Pelé, Maradona e outros craques em ação de marketing



Pelé, Maradona, Beckenbauer, Messi entre tantos outros craques entrarão em campo pelo Farnborough, time da 6ª divisão da Inglaterra. Em ação de marketing do site de apostas Paddy Power, que patrocina o clube, elencou alguns craques do passado e do presente e colocou seus nomes nas costas do jogadores bem menos famosos (e talentosos) do seu elenco. 
Apenas três jogadores brasileiros foram lembrados: Pelé, Cafu e Roberto Carlos. O técnico Spencer Day também passará a ser chamado pelo nome de um grade técnico: José Morurinho. Em sua primeira entrevista com o novo apelido, Day adotou a postura do Mourinho consagrado. "Nós temos, de longe, o melhor time que o mundo já viu", disse Day. 
"Pelé e Maradona brigaram para ver quem ficaria com a 10", disse o novo Mourinho. O "argentino" acabou ficando com o número emblemático. O "brasileiro" vestirá a 11. 
Kevin Ainsley SCRIVEN – Gordon BANKS 
Oliver TREACHER – ROBERTO CARLOS 
Joshua HUGGINS – Lothar MATTHAÜS 

Adam Hugh DOYLE – Paolo MALDINI 
Alan Francis INNS – Alan HANSEN 
Paul Jinnah MASSAQUOI – CAFU 
Nathan KOO-BOOTHE – Bobby MOORE 
Thomas McGARRY – Franz BECKENBAUER 
Reece Nicholas JONES – George BEST 
Stephen LAIDLER – Paul GASCOIGNE 
Scott Paul DONNELLY – David BECKHAM 
Merrick JAMES-LEWIS – Zinedine ZIDANE 
Tyrone Michael BERRY – Johann CRUYFF 

Daniel BENNETT – Lionel MESSI 
Reece William CONNOLLY – Gary LINEKER 
David TARPEY – Diego MARADONA 
Elvis Zark HAMMOND – PELÉ 
Spencer DAY – José MOURINHO.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Em pior início da história, Autuori e São Paulo voltam à realidade no Brasileiro

Oito jogos, uma vitória, um empate e seis derrotas. São estes os números de Paulo Autuori à frente do São Paulo em sua atual passagem pelo time. E é ostentando o pior início de um treinador em sua história que o clube volta à sua dura realidade após duas semanas na Europa e Ásia: a briga contra o rebaixamento no Brasileirão.
Nunca antes um técnico havia registrado uma campanha tão ruim no começo de seu trabalho na equipe do Morumbi. O aproveitamento de 16,6% é inédito para treinadores que fizeram pelo menos oito jogos à frente do time. A consequência, além das derrotas internacionais para Bayern de Munique, Milan e Kashima Antlers, é ocupar a zona da degola no Nacional.
As piores marcas de treinadores até então eram de Vail Mota e Mário Sérgio, que respectivamente em 1972 e 1998, conseguiram apenas 33,3% em dez partidas. Depois, um pouco melhor, aparecem Remo Januzzi, com 35,7% em 1960, e Del Debbio, com 38,1% entre 1936 e 1937.
Comparado com os que dirigiram o São Paulo neste século, a atual passagem de Autuori perde feio dos outros ex-comandantes. Cuca, que assumiu o clube no início de 2004, e Emerson Leão, em 2005, venceram sete vezes e empataram uma em seus oito primeiros compromissos. A terceira melhor campanha, curiosamente, é do próprio Autuori e reflete exatamente o oposto da situação de 2013: seis triunfos, um empate e uma derrota.
Os técnicos que mais se aproximaram do baixo rendimento desta temporada foram Roberto Rojas e Leão, desta vez em 2011. Ambos, porém, conquistaram 41,6% de seus pontos, bem acima da marca atual.
INÍCIO DOS TÉCNICOS DO SÃO PAULO NESTE SÉCULO
Vadão (2001)4 vitórias, 2 empates e 2 derrotas
Nelsinho Baptista (2001 e 2002)6 vitórias, 1 empate e 1 derrota
Oswaldo de Oliveira (2002 e 2003)4 vitórias, 3 empates e 1 derrota
Roberto Rojas (2003)2 vitórias, 4 empates e 2 derrotas
Cuca (2004)7 vitórias e 1 empate
Emerson Leão (2005)7 vitórias e 1 empate
Paulo Autuori (2005)6 vitórias, 1 empate e 1 derrota
Muricy Ramalho (2006 a 2009)5 vitórias, 1 empate e 2 derrotas
Ricardo Gomes (2009 e 2010)4 vitórias, 2 empates e 2 derrotas
Sérgio Baresi (2010)3 vitórias, 3 empates e 2 derrotas
Paulo Cesar Carpegiani (2010 e 2011)5 vitórias, 1 empate e 2 derrotas
Adilson Batista (2011)3 vitórias, 3 empates e 2 derrotas
Emerson Leão (2011 e 2012)3 vitórias, 1 empate e 4 derrotas
Ney Franco (2012 e 2013)4 vitórias, 1 empate e 3 derrotas
Paulo Autuori (2013)1 vitória, 1 empate e 6 derrotas

Problemas na defesa
 
Quando voltou ao São Paulo no mês passado, Autuori afirmou que sua prioridade era arrumar o sistema defensivo da equipe. No entanto, depois de 12 gols sofridos em oito jogos, não dá para dizer que a questão esteja perto de ser solucionada.
Se na semana passada conseguiu segurar o ímpeto do Bayern de Munique e caiu somente por 2 a 0 e venceu o Benfica pelo mesmo placar – muito graças às boas atuações de Rogério Ceni –, foram com falhas da zaga em pelo menos dois lances capitais que o time do Morumbi perdeu para o Kashima Antlers por 3 a 2 na Copa Suruga.
A delegação são-paulina chega ao Brasil nesta sexta-feira e, sem tempo para treinar, já entrará em campo no próximo domingo. O adversário será a Portuguesa, também na zona do rebaixamento.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Acostumado a comparações, Maxi sonha em jogar com primo Messi pelo Newell's

Independentemente do que conquistar no futebol até se aposentar, Maxi Biancucchi está fadado a ser conhecido como o primo de Lionel Messi, único a ganhar quatro vezes, por enquanto, o prêmio de melhor jogador do mundo. O parentesco com o astro do Barcelona e a artilharia parcial do Campeonato Brasileiro, com seis gols, chamaram a atenção da imprensa espanhola após o atacante do Vitória marcar duas vezes diante do São Paulo, na semana passada. "O primo de Messi, artilheiro no Brasil", estampou, por exemplo, o jornal "Marca".
Em entrevistas durante esta semana, ele chegou a se incomodar com as questões sobre o parente ilustre, mas garantiu não ser um comportamento padrão: "Estou acostumado com isso. Ele é diferenciado, o melhor do mundo. Não me preocupo com isso (comparações), sei o que ele representa. As comparações são até injustas de certa forma. Tento fazer meu trabalho sem ficar com ele na cabeça", disse Biancucchi.
Lionel e Maxi são primos por parte de mãe. O contato entre eles já foi maior, mas atualmente se restringe a reuniões familiares. No fim de 2012, Biancucchi aproveitou as férias de dezembro para ir a Barcelona visitar Messi na mesma semana em que ele se tornou o jogador com mais gols marcados num mesmo ano, superando os 85 de Gerd Müller em 1975 - o argentino anotou 91 tentos em 12 meses. "Passamos o Natal juntos, foi a última vez que nos vimos. Agora ele tem uma família, vida agitada, então é normal que tenha pouco contato. Durante a pausa para a Copa das Confederações trocamos mensagens pelo celular. Ele sabe que estou jogando no Brasil e em boa fase", assegurou.
Nascidos em Rosario, os primos dividem a paixão pelo Newell's Old Boys, onde Messi começou a jogar, ainda criança - Biancucchi iniciou a carreira pelo San Lorenzo. O astro do Barcelona já manifestou vontade de voltar ao clube antes de se aposentar. Maxi compartilha do mesmo desejo. É possível que formem uma dupla de ataque futuramente? "Seria um sonho único", resumiu. "Nem em sonho imaginei jogar ao lado dele. Para acontecer isso é difícil, mas nunca se sabe", analisou o atacante do Vitória, de 29 anos, três a mais do que Messi.
Biancucchi acompanhou com atenção a eliminação do Newell's para o Atlético-MG nas semifinais da Copa Libertadores deste ano e lamentou que o time argentino continue sem vencer o torneio continental - foi vice duas vezes, em 1988 e 1992. "Foram jogos difíceis, e no melhor momento do Newell's na partida saiu o gol de Guilherme (que levou a decisão da vaga para as penalidades). Ali era só controlar mais o jogo e ir para a final, mas não deu", lamentou.


terça-feira, 16 de julho de 2013

Caro e em jejum de títulos, Luxemburgo se vê sem mercado no Brasileirão

Salários altos, comissão técnica inchada, multas rescisórias milionárias e garantia zero de títulos. O “projeto” de Vanderlei Luxemburgo está em crise. Demitido do Grêmio no final do mês passado, o técnico se vê em situação inédita em sua carreira: a falta de mercado. Sem fazer um grande trabalho há anos, o treinador precisa se reinventar ou corre o risco de terminar o ano de 2013 desempregado.
A última vez que Luxemburgo realizou um trabalho duradouro foi entre 2006 e 2007. Na ocasião, o técnico ficou duas temporadas à frente do Santos , mas não conseguiu títulos. A mais recente conquista de expressão foi o Brasileirão de 2004, também pelo time da Vila Belmiro.
De lá para cá, o treinador até venceu cinco campeonatos estaduais por Santos (2006 e 2007),Palmeiras (2008), Atlético-MG (2010) e Flamengo (2011), mas é pouco para quem já foi considerado o melhor do Brasil. Nessas quatro equipes, e também no Grêmio, a falta de títulos de âmbito nacional e, principalmente, continental, pesou contra e ele não emplacou dois anos seguidos em um mesmo clube.
Outro ponto que não ajuda mais Luxemburgo é o fato de o treinador trabalhar uma comissão técnica numerosa. Para todo clube que vai, ele leva o preparador físico Antônio Mello. Quando possível, arrasta também o fisioterapeuta Nilton Petrone, o Filé, que desta vez permanceu no Grêmio. Fisiologistas e nutricionista estiveram sempre em cada time dirigido pelo técnico recentemente.

sábado, 13 de julho de 2013

Contratado por R$ 115 milhões, Illarramendi é apresentado no Real

Contratado pelo Real Madrid por 39 milhões de euros (cerca de R$ 115 milhões) em negociação com o Real Sociedad, o meio-campista Asier Illarramendi foi apresentado oficialmente pelo clube branco neste sábado, no Santiago Bernabéu. E, durante o evento, o atleta não escondeu sua empolgação com a nova oportunidade em sua carreira.
"Joguei durante 12 anos pela Real Sociedad e vivi momentos bonitos. É difícil deixar tudo para trás, mas não podia deixar passar esta oportunidade e fazer parte deste clube. Florentino Pérez (presidente do Real Madrid) e os dirigentes se portaram de maneira fenomenal. Agradeço por isso e, agora, me resta trabalhar arduamente", disse.
Em sua chegada ao Real Madrid, Illarramendi recebeu a camisa 24 das mãos do presidente da equipe da capital espanhola. O meio-campista desembarca em Madri com aval do treinador Carlo Ancelotti, um dos principais entusiastas de sua contratação. O atleta, inclusive, afirmou que o técnico o procurou para conversar durante as negociações.
"Tive a chance de falar com Ancelotti. Ele me ligou, parabenizou e estou agradecido por isso. Aogra, o que me resta é lutar pelo topo. Não será fácil, mas veremos o que acontece", encerrou o jovem meio-campista, de 23 anos.
Criado nas categorias de base do Real Sociedad, Illarramendi chegou ao futebol profissional em 2009. O meio-campista obteve grande destaque na última temporada, quando disputou 34 partidas por seu clube, sendo todas como titular, e ainda foi campeão europeu sub-21 pela seleção espanhola. Além do Real Madrid, Manchester United e Manchester City haviam mostrado interesse no jogador.


    sexta-feira, 12 de julho de 2013

    FA da Inglaterra faz labirinto de 40 kms quadrados para comemorar 150 anos

    A Associação de Futebol da Inglaterra apresentou fotos aéreas do labirinto que construiu na Fazenda de Aventuras da Floresta Nacional, em Midlands, para celebrar os seus 150 anos de existência.

    O labirinto tem 40 quilômetros quadrados e foi construído no formato do brasão da FA inglesa.

    Ele fica a uma distância pequena do Centro de Treinamento da seleção inglesa, em St. Georges Park. 
    Para chegar ao fim da brincadeira, o visitante vai precisar responder a perguntas técnicas sobre chute, passe, desarme e drible.

    O labirinto fica aberto à visitação de 13 de julho a 8 de setembro.

    terça-feira, 9 de julho de 2013

    Henrique e Keirrison aparecem em lista dos piores negócios do Barcelona

    A venda de David Villa para o Atlético de Madrid por "apenas"  5,1 milhões de euros (R$ 14,7 milhões) gerou críticas na Europa ao Barcelona por conta do valor, considerado baixo em relação do que foi pago por sua contratação. Em 2010, o clube catalão desembolsou 40 milhões de euros (R$ 116 milhões) para tirar o atacante do Valencia.
    O Barcelona, portanto, negociou Villa três anos depois por 34,9 milhões de euros (cerca de R$ 101 milhões) a menos do que pagou.
    Baseado nessa diferença, o jornal espanhol "Marca" listou as piores negociações do Barcelona em relação ao valor investido. Dois brasileiros integram o levantamento: o zagueiro Henrique, do Palmeiras, e o atacante Keirrison, atualmente no Coritiba.

    domingo, 7 de julho de 2013

    Bancos de reservas passarão a ter 12 jogadores


    A CBF decidiu aplicar a emenda da FIFA que determina que os times possam disponibilizar até 12 jogadores para o seus bancos de reservas. A prática já foi adotada na Copa das Confederações, para a qual os estádios reformados já estavam estruturados.
    A entrada em vigor da nova regra ainda não tem data prevista. Por enquanto, a CBF está preocupada em assegurar que todos os estádios tenham seus bancos de reservas adequados para receber cinco jogadores a mais do que era permitido.