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sexta-feira, 14 de março de 2014

CR7 arca com custos de operação de garotinho na Espanha

Erik Ortiz foi ajudado por CR7 (Foto: Reprodução)
Um pequeno garoto chamado Erik Ortiz sofre com um sério problema cerebral: a displasia cortical, doença que provoca 30 ataques epilépticos por dia. Para tratar, a família teria que gastar € 6 mil para cada exame e € 60 mil para operar o menino, o que resolveria o problema de uma vez por todas Porém, os valores são fora da realidade dos parentes de Villaluenga de la Sagra, município de três mil habitantes a 50 quilômetros de Madrid. 

Contudo, a 'mão' de um craque chegou na hora certa para solucionar a questão: Cristiano Ronaldo se dispôs a pagar a conta. E, como o melhor jogador do mundo ficou sabendo desse caso? Um amigo do atleta do Real pediu para o português uma camisa e uma chuteira para ajudar a levantar o dinheiro necessário para pagar as contas. Porém, o gajo foi mais longe, se oferecendo para arcar com todos os custos, além de doar imediatamente os uniformes. 

Não é a primeira vez que CR7 ajuda a quem precisa.  Ele já auxiliou um garoto que lutava contra um câncer e tentou impedir que um estudante perdesse o visto e a bolsa em sua faculdade, logo após que o mesmo invadiu o gramado para abraçá-lo. Cristiano Ronaldo mostra, a cada dia, que não é apenas brilhante dentro das quatro linhas; fora de campo, a estrela dá um show de humanidade e solidariedade!

sábado, 18 de maio de 2013

Beckham se emociona em última partida da carreira e ajuda PSG a vencer o Brest



Campeão de forma antecipada na França, o PSG recebeu neste sábado a visita do lanterna Brest no Parc des Princes e conquistou mais uma vitória. Com dois gols de Ibrahimovic e um de Matuidi, ganhou por 3 a 1. O resultado, no entanto, pouco importou. 

O duelo ficou marcado por ser a despedida de David Beckham, que não segurou a emoção quando deixou o gramado pela última vez em sua carreira.

O adeus de Beckham fez com que a ex-Spice Girl Victoria, esposa do jogador, aproveitasse a ocasião especial para ir ao estádio com os filhos. Contratado no final de janeiro deste ano, o meia de 38 anos fazia seu décimo jogo pelo PSG no Campeonato Francês.

Titular na partida, Beckham deixou o campo aos 38 minutos do segundo tempo para dar lugar ao atacante argentino Lavezzi. Quando a placa de substituição foi levantada na beira do campo, os torcedores presentes no estádio se levantaram para aplaudir o atleta, que não conteve o choro e foi abraçado por todos os companheiros.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Especial: Maior ídolo da história do Flamengo, Zico completa 60 anos


Quando começou para o futebol, ninguém podia imaginar que o garoto franzino e com baixa estatura se tornaria o rei de uma nação. Zico (foto abaixo), quatro letras e 60 anos, que até hoje arrepiam os torcedores rubro-negros e brasileiros.


As mais de 300 assistências, fizeram o camisa 10 encantar e marcar para sempre a história do futebol. Para alguns, Zico tinha algo de sobrenatural, que fazia com que a torcida se contagiasse a cada jogo, a cada fim de semana.

Já os 508 gols, permitiu aos rubro-negros festejar cada um como se fosse o mais importante. Com isso, se tornou o maior artilheiro da história do estádio do Maracanã, com 333 gols em 435 partidas.

E o que falar de um título mundial, uma Libertadores e quatro brasileiros? Esses são os títulos conquistados pelo Galinho enquanto jogou no Flamengo. Pela seleção, Zico disputou três copas do mundo, mas não conseguiu ser campeão. Azar de Zico, azar do futebol.

Despedida

Flamenguista de coração, o Galinho só deixou a Gávea duas vezes, após propostas irrecusáveis. Na primeira ocasião, para aceitar proposta da Udinese, da Itália. Na velha bota, mesmo jogando em um time modesto foi vice-artilheiro do Campeonato Italiano Após duas temporadas na Europa, Zico voltou no segundo semestre de 1985 ao seu clube do coração, o Flamengo.

Em 1991, decidiu jogar no até então desconhecido futebol japonês. No Japão, ele atuou pelo Sumitomo Metals, que é o atual Kashima Antlers. O craque jogou de 1991 a 1994, quando deixou definitivamente os campos.

Fora dos campos

Além de craque e ídolo dentro dos gramados, Zico também brilhou no futebol de areia. Como treinador, dirigiu a seleção japonesa, o Fenerbahçe, Bunyodkor, CSKA Moscou, Olympiakos e Seleção Iraquiana.

Seu último trabalho foi como dirigente esportivo, quando a convite da presidente Patrícia Amorim, assumiu o cargo de diretor executivo de futebol do Flamengo. Sete meses depois, anunciou, em seu site pessoal, o pedido de demissão do cargo, segundo ele, por pressões sofridas dentro do clube.

Porém, a passagem conturbada como dirigente, de nada interfere na história e no amor que a torcida tem por um ídolo: Zico.

Em Trípoli, jogadores do Fla relembram jogo na Líbia na época de Gaddafi


Há 28 anos, eles desembarcaram em Trípoli, capital da Líbia, para um jogo de futebol contra a seleção do país. No estádio, o público aguardava ansioso pelo apito inicial, que só aconteceria após a chegada - atrasada -  de Muammar Al-Gaddafi, ex-ditador deposto há dois anos. Hoje, de volta ao país que se reconstrói com o mantra da democracia, o jogo começa  com o povo, sem a autorização de um tirano.
 
- Nós já estávamos prontos, e o estádio estava lindo, lotado, mas a partida só começou quando o Gaddafi chegou  –  contou em entrevista. Paulo Henrique, que pisou pela segunda vez no gramado do Estádio Internacional de Trípoli no último domingo, relembrando com os parceiros Zé Carlos e Adílio a ida do time do Flamengo em 1985 ao país do norte da África.
 Treinamento antes do jogo contra a seleção master da Líbia - Natalia da Luz
Autoproclamando-se rei dos reis da África, a vaidade do ex-ditador limitava até mesmo o talento de quem compartilhava uma paixão nacional. A música, a literatura, as artes, o esporte sofriam repressão e tinham suas arestas de sucesso aparadas com frequência. Isso porque o surgimento de um ídolo em qualquer segmento era motivo de muita preocupação, já que Gaddafi não aceitava dividir as atenções com um conterrâneo.
 
- Eu fiquei muito feliz em poder retornar e participar de um evento tão importante para essa nova fase da Líbia. A nossa presença aqui é uma mensagem de paz. Hoje,  ao sair na rua, eu posso ver as pessoas alegres com a bandeira do país por todo o canto – destaca o lateral Paulo Henrique sobre o símbolo, que durante quatro décadas ficou escondido.
 

Bandeira e o resgate da identidade
 
As bandeiras pelas ruas e pelo estádio são novas para as gerações mais recentes, mas não para quem lutou pela independência da Itália, em 1951. Do ano da libertação até a tomada do poder de Gaddafi, em 1969, a bandeira adotada era a que tremula hoje nas ruas do país.

Quando Gaddafi assumiu o poder, em 1969, colocando para escanteio o rei Idris I, ele instituiu novas bandeiras até definir, em 1977, a que ficaria em vigor até a sua queda, em 2011. Neste período, faltava identidade, representação. Ela era absolutamente verde, sem qualquer símbolo, brasão, significado. Hoje, suas cores representam as três regiões históricas da Líbia: Fezã (vermelha). Cirenaica (preta) e Tripolitânia (verde).
Zé Carlos e Paulo Henrique pela segunda vez no país - Natalia da Luz
A partida que fez parte da celebração de dois anos do fim da ditadura (a comemoração official foi no dia 17 de fevereiro), teve placar de 2x1 (com dois gols de Renato Carioca) para a equipe brasileira e foi transmitida ao vivo, a partir de uma união de forças do Ministéro dos Esportes Líbio, da embaixada brasileira na cidade, do presidente do Grupo Parlamentar Brasil-Libia, Adrian Mussi, e das empresas brasileiras em atividade no país como a Queiroz Galvão, Andrade Gutierrez e Odebrecht, que viabilizaram o evento.  

Visita ao palácio de Gaddafi 

No passado, a visita de uma semana com dois jogos: um em Trípoli e outro a 650 quilômetros, em Bengazi, cidade que liderou a revolução contra o ex-ditador, foi de muito trabalho. Como o zagueiro Zé Carlos lembra, era do estádio para o hotel e do hotel para o treino. Em um dos intervalos, a equipe profissional do Flamengo na época foi convidada para um jantar em Bab Al Azizya, na época, residência do ex-ditador, que não apareceu, mas enviou representantes.
Presente que os jogadores ganharam durante a visita em 1985 - Paulo Henrique
- Havia muita extravagância. Era tudo de ouro, com muito luxo. Fomos recepcionados pelas autoridades e recebemos um presente do Gaddafi: um relógio em ouro com o rosto dele – detalhou Zé, que não chegou a usar o souvenir. Deu o presente ao pai, que por mais de duas décadas o usou, mas agora não lembra onde foi parar. 

Flores no lugar de jóia
Do ônibus que transportava o time, o zagueiro Zé  olhava intrigado para  o palácio que ele visitara há quase 30 anos e que fora completamente destruído durante a revolução. Durante esta curta temporada, não teve dose de extravagância. O que Zé e os companheiros receberam das  autoridades foram apertos de mãos, flores, bandeiras do país e muito carinho, uma atenção que o comoveu, relatou ao ahe!, veículo convidado pelo Ministério dos Esportes Líbio e pelos organizadores para cobrir o evento.
 
Organizadores falam sobre a importância da missão de paz do Fla
Carinho e flores foram os presentes recebidos durante a nova temporada na Líbia - Natalia da Luz
- Lembro que houve muito assédio, mas não tivemos todo esse carinho como desta vez. Agora, as pessoas foram muito gentis, afetuosas, mais abertas e isso foi muito marcante para todos nós. Formamos uma família com a companhia do embaixador Afonso Carbonar, do deputado Adrian Mussi e dos realizadores do evento – disse o zagueiro máster lembrando que, no Palácio, o brinde foi feito com chá.
 
O meio-campo Adílio, campeão do mundo pelo Flamengo em 1981, em Tokyo, também esteve presente na partida realizada em março de 1985. Assim como Paulo Henrique e Zé Carlos, ele levou um susto com a excentricidade do presente, que desta vez, teve um substituto mais humano.
 
- As pessoas tinham medo de sair, de ir às ruas. Ficavam se perguntando como deveriam agir. Até nós jogadores éramos vigiados. Neste novo encontro, a interação foi diferente. Os homens e as mulheres nas ruas e no hotel sorriram, cumprimentaram e abraçaram a gente. Esse contato mostra uma nova porta que se abre. Foi um verdadeiro presente - completou o jogador. 



terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Gesto bonito!! jogadores do Vasco podem realizar sonho de Wendell.


O meia Felipe do Vasco da Gama se comoveu com a morte do garoto Wendel Venâncio (14 anos), garoto que sentiu mal e morreu quando participava de uma peneira no CT de Itaguaí, no Rio de Janeiro, pretendendo jogar no Vasco. Segundo informações da Rádio Tupi AM do Rio de Janeiro, o camisa 6 do Vasco tomou conhecimento que o sonho de Wendel era comprar uma casa para os pais que moram de aluguel em São João Nepomuceno, interior de Minas Gerais, e como o garoto não realizou o desejo, ele propôs aos colegas jogadores do Vasco, comprarem juntos uma casa para a família de Wendel.

Ficamos muito felizes e a cada reforçamos a convicção de que Felipe é bem mais que um super jogador de futebol; é um ser humano exemplar, que merece a recompensa do nosso ser superior, em bênçãos à sua carreira, vida e família. Cremos que a família desse garoto ficará muito feliz, não só pelo bem material, mas em saber que o benefício é fruto do sonho e da luta do garoto. Torcemos que todos possam engajar neste objetivo, e favorecer esta família humilde, que assim como o pássaro fênix, precisa ressurgir das cinzas e levar a vida a diante.

O caso

Sonhando em jogar no Vasco, o garoto Wendel Júnior Venâncio da Silva, de 14 anos, nascido em São João Nepomuceno, Zona da Mata mineira, morreu na última quinta-feira durante um teste na equipe Sub-15 do cruz-maltino, no Centro de Treinamento de Itaguaí, a 70 quilômetros do Rio. Wendel, que havia chegado à capital fluminense na quinta-feira, sofreu convulsão durante treino, realizado sob forte calor. Não havia médico nem ambulância no local e ele não resistiu até chegar à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) local.

Segundo informações de funcionários das divisões de base, o treino da tarde havai sido cancelado antes mesmo do ocorrido porque não havia almoço para os garotos, que já estavam sem o café da manhã, além do jantar da noite anterior. Segundo agências, o garoto não havia se alimentado. Os pais do atleta, Carlos Venâncio da Silva e Maria Helena da Silva, receberam a notícia no começo da tarde e seguiram para o Rio ao lado de Marco Aurélio Ayupe, ex-lateral-direito do Vasco.

Wendel foi velado com uma bandeira do Vasco sobre o caixão, e o enterro foi sob aplausos, muito choro e uma tristeza que tomou conta de familiares e amigos na tarde da última sexta-feira, no cemitério municipal São João Nepomuceno.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Love reencontra Xuxa, que promete ir à estreia do atacante pelo Flamengo

           Com as mãos trêmulas, caminhar lento, voz visivelmente emocionada e com um sorriso de ex-baixinho. Foi assim que Vágner Love caminhou pelas ruas do Projac até chegar ao camarim. Como qualquer outro ídolo, foi parado, tirou fotos, deu autógrafos, conversou, mas era um dia diferente. 
Dia de o ídolo virar fã.  Aos 10 anos, Love participou do quadro ‘Batalha dos Fãs’, mandou beijo para a família, deu beijo na Xuxa, ganhou presente, mas dificilmente imaginou que um dia retornaria ao mesmo local na condição de ídolo-fã da Rainha dos baixinhos.
Rubro-negra assumida, Xuxa não hesitou em rasgar elogios ao atacante, e também lembrou ao craque a grande responsabilidade que ele tem pela frente, jogando no Flamengo. O atacante convidou a Rainha para ver de perto sua volta com a camisa rubro-negra, ainda sem data marcada. Ela aceitou e disse que irá com o manto autografado que recebeu do jogador.
- Queria que essas trancinhas ficassem vermelhas e pretas para sempre. Combina com você - brincou Xuxa, que fez também uma paródia do hino do Flamengo. - Uma vez baixinho, sempre baixinho.

Acompanhado da irmã Vânia Love, e da noiva Lene Pires, Love aguardou no camarim ansioso. Incrédulo, ele repetia.                                                          Love05 (Foto: Christiane Mussi)                                                                                          - Vou encontrar a Xuxa! Por isso que eu falo: às vezes é melhor a gente entrar no Maracanã, no Engenhão lotado do que conhecer certas pessoas, porque o nervosismo aumenta – disse.
O assédio ao jogador só fazia aumentar a pressão. Vídeo Show, site oficial da Xuxa, site do programa da Xuxa, atores e funcionários, todos qureriam mensagens, fotos e autógrafos. E Love também, mas com ela, a Rainha. Quando o assistente de figurino entrou no camarim para dar-lhe uma camisa para a gravação, ele nem se importou em pedir.

- Posso ficar com ela? Vou pedir para ela (Xuxa) autografar. Vou colocar lá em casa, ao lado da camisa do Ronaldinho Gaúcho - disse empolgado, já imaginando a camisa em um quadro na parede.
O que representa a Xuxa para o craque?
- Muita coisa. Eu cresci vendo Xuxa e indo nos programas. Eu vinha nas caravanas que saiam de Bangu. Fui bem, ganhei! (sobre o quadro Batalha dos Fãs). Estava aquela atriz, a Cristiane Oliveira, a gente tinha que responder perguntas sobre a vida dela – relembrou o craque. 

Xuxa demorou um pouco pra ficar pronta. Maquiagem, cabelo, roupa. Enquanto isso, Love só na expectativa. O repórter Thiago Asmar retornou ao camarim e pegou o craque de surpresa.

- Eu vi o rapaz vindo com a câmera, eu tô nervoso. Eu achei que a Xuxa ia entrar ali, cara!

O repórter perguntou porque tanto nervosismo, afinal ele já tinha visto a Xuxa ao vivo aos 10 anos.

- Caraca! Você não tá entendo, não..É a Xuxa, cara! A Xuxa!

- Está pensando no que vai falar? – perguntou Thiago.

- Xuxa, eu quero mandar um beijo para minha mãe, para o meu pai, e um especialmente para você – brincou ele um pouco nervoso.
Desviando nervosismo para o futebol
Para desviar um pouco a atenção, o assunto futebol o deixou mais à vontade.

- Algumas pessoas falam: o Ronaldinho e o Vagner Love juntos vão querer fazer festa. Qual é a resposta? – perguntou o repórter.

- A resposta é dentro de campo. Eu acho que o que eu, ele e outros jogadores fazemos fora de campo não diz respeito a ninguém. Tem hora que realmente a gente tem que concentrar, treinar e descansar para jogar. Mas, de folga, claro que a gente quer curtir, é ser humano igual a todo mundo - respondeu Love.       Love06 (Foto: Christiane Mussi)   Sobre sua estreia no Flamengo, nada ainda confirmado. Mas a expectativa do atacante é já entrar em campo no próximo dia 12. E o bate-papo sobre bola acabou ali, Xuxa estava pronta e Love tinha que ir ao encontro dela. Afinal, já eram quase 15h da tarde (horário de Brasília), e o craque ainda tinha que ir treinar no Ninho do Urubu.                                                                                                                                                                      
Sem jeito, andando vagarosamente, ele se dirigiu para a porta do camarim, bateu a porta e entrou.     
O encontro com a Xuxa
- Você foi meu baixinho, cara? Participou do programa? – perguntou a Rainha.

- Participei! Nossa, ela é muito mais linda pessoalmente, gente.... Caramba!!!

A conversa entre os dois rubro-negros foi longa. E teve até pedido de ídolo para ídolo.

- Eu acho que, como flamenguista, as pessoas sofrem muito. Todos os flamenguistas, quando não sai uma coisa. Porque a alegria do flamenguista é ver o flamengo ser campeão, ganhar, não fazer feio. E eu vejo como as pessoas choram, ficam tristes. Quase que morreu alguém. Então, o que eu quero é que você dê alegria pra essas pessoas – disse ela.

- Se depender de mim, eu vou dar sim! Bastante alegria pra todos os torcedores rubro-negros. Até porque eu sou um jogador torcedor. Eu sou muito emotivo, eu vibro muito, xingo todo mundo quando tem que xingar. Enfim, eu vou representar os torcedores dentro de campo - garantiu.
Papo sério com a Rainha
Depois de falar do presente e dar muitas risadas, assunto ficou sério. Xuxa virou a entrevistadora.

- Também tem muitas pessoas que fazem coisas erradas no futebol. Porque é muito rápido, né Vagner? Ganham sucesso muito rápido e depois? - perguntou ela.

- Sucesso, dinheiro. Tem que ter a cabeça e tem que ter a família por trás. Tem muito jogador que eu conheço que teve tudo, casa, carro, apartamentos, hoje não tem nada e passa dificuldade – lamentou.

- Eu tenho uma pergunta, que é até meio estranha. Tem em todas as profissões. Quando eu comecei como modelo, eu sei que existia muito. E sei que na sua profissão deve existir também. Bebidas, drogas. Você chega num lugar e deve ter uma pessoa: aí, tudo pra você...

- Minha mãe me ensinou muito isso. Eu vim de família humilde, morei em comunidade e sempre vi, convivi com aquilo ali. Tanto que eu já perdi amigos de infância por causa de droga, da vida do crime. Mas, como eu tive uma mãe do meu lado, sempre me ensinou: isso é errado e isso é certo. Já chegaram pra mim: ó, tem droga aqui, tem isso... Não quero, não gosto.

Baile funk na Rocinha
Love comentou sobre o famoso baile na Rocinha em que  foi visto perto de traficantes armados.

- Incomodou, porque foi um lugar que eu sempre frequentei. Caiu num dia de eu ir lá e ter pessoas armadas. E eu não vou chegar lá para o cara: "olha só, dá licença com a arma aí". Eu não mando lá. Fui lá pra curtir, porque eu gosto de funk. Tenho amigos lá. Tenho minha afilhada de lá. Só que não é o meu trabalho chegar lá e falar assim, ó: "todo mundo aí, tira a arma, abaixa a arma". Foi o trabalho agora que a UPP fez. Foi lá e tirou as armas, tirou os bandidos. Acabou! - explicou.

Papo vai, papo vem Love não esqueceu do autógrafo na camisa branca que ele recebeu no camarim.

- Xuxa, eu quero pedir uma coisa. É que me deram essa camisa aqui pra eu gravar com você. Você assina essa camisa pra mim? Pode? Posso? – ele disse sem jeito.
                                                                                                                                                                        E claro que ela não resistiu ao pedido de um ex-baixinho. Assinou logo. Love levou muitas fotos, presentes e lembranças pra casa.           

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Golaço fora de campo: Fred presenteia fã com cadeira de rodas


Fã número 1 de Fred, seu Eli Tricolor, como é conhecido, ganhou um presentão de seu ídolo. Deficiente físico, ele fez um pedido ao camisa 9 do Fluminense: precisava de uma cadeira de rodas motorizada. 

Dito e feito: o artilheiro comprou o ítem e mandou entregar na casa do torcedor em Bangu.

- Foi um pedido que fiz a ele. Sou deficiente físico, amputei a perna. Ele comprou e mandou entregar aqui em casa. Chegou na quarta-feira passada - disse o senhor de 56 anos. 


Feliz com a atitude de Fred, seu Eli não poupou elogios ao atacante.

- Isso tem de ser divulgado. Ele não é só um grande jogador. É gente da melhor qualidade - afirmou.