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terça-feira, 5 de março de 2013

Dorival vê marcação forte sobre Rafinha e pede que jogador crie novas situações


A preocupação dos times cariocas com o atacante Rafinha ficou evidente mais uma vez no último domingo, na vitória do Botafogo sobre o Flamengo por 2 a 0, pela Taça Guanabara. Apesar de ter buscado dribles e arrancadas, a revelação rubro-negra foi pressionada pela forte marcação do rival. De acordo com o técnico Dorival Junior, essa deve ser a tendência daqui para frente, o que obriga o jogador a criar novas situações para conseguir driblar as defesas que encontrar. 
- Nas duas últimas partidas (contra Olaria e Botafogo), a marcação foi mais próxima, os adversários ficaram mais presentes, alertei sobre isso. Ele não conseguiu ter a mesma desenvoltura. Que se prepare cada dia mais e mais, pois já chama a atenção, as marcações estão preparadas para que, no momento em que ele consiga a finta sobre um atleta, um segundo esteja mais perto para marcá-lo. Cabe a ele, pela habilidade que possui, saber que terá que criar novas situações a todo momento. Com velocidade e habilidade, terá de buscar um novo espaço diante de marcações diretas - analisou o técnico.
O jogo contra o Botafogo foi a primeira grande decisão de Rafinha na equipe profissional. Apesar das dificuldades e da eliminação até mesmo inesperada, o comandante encara a oscilação do atacante como algo normal. 
- É um fato natural. Sempre pedi calma com o Rafinha, ele vai continuar crescendo, o nível de exigência vai crescer e cabe a ele conseguir solucionar esse tipo de problema.
 

Chefe de arbitragem carioca analisa lance polêmico no Flamengo x Botafogo: "Não foi pênalti"



A arbitragem de Grazianni Maciel Rocha na semifinal da Taça Guanabara entre Flamengo e Botafogo provocou muita insatisfação do lado rubro-negro. Após a derrota para o rival por 2 a 0, jogadores e o técnico Dorival Junior reclamaram da não marcação de um pênalti aos 20 minutos do segundo tempo, quando o volante Marcelo Mattos desviou com o braço direito um chute do meia Rodolfo. Mas de acordo com o presidente da Comissão de Arbitragem de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Coaf-RJ), Jorge Rabello, a decisão foi correta.
- Ele teve uma boa arbitragem, e não foi pênalti. Foi bola na mão, não mão na bola. A regra é bem clara. Para diferenciar, o árbitro tem que analisar se houve movimento do braço, a velocidade e a distância. É humanamente impossível o ser humano colocar a mão naquela distancia e naquela velocidade. Vimos e revimos o lance e chegamos à conclusão de que o árbitro tomou a decisão correta, até porque ninguém que tenha a intenção de colocar a mão na bola põe o cotovelo - afirmou Rabello.
Rabello considera ainda que a dificuldade de elaborar um critério para esse tipo de lance é algo que nem a Fifa escapa. 
- Se não tem esse lance do cotovelo ninguém estaria falando, não haveria nenhuma polêmica. Esse lance para a arbitragem é a pior coisa que tem, porque ninguém consegue definir um critério para isso, nem a Fifa, nem a International Board.
Em coletiva após a derrota que eliminou o Fla da disputa, Dorival Junior disse houve erros coletivos por parte da equipe de arbitragem, mas preferiu não enfatizar a questão para não tirar os méritos do Botafogo, que dominou a partida.
- É muito cômodo para nós tirar o brilho da vitória do adversário. Apenas lamento que havia seis árbitros e determinados lances passaram despercebidos. Foram erros coletivos. Mas eu prefiro não falar mais nada para não tirar o brilho da vitória do adversário. Vocês [imprensa] viram o que aconteceu, e podem analisar pelo critério de vocês. O Botafogo fez um grande jogo e está de parabéns - declarou o comandante.
 

Souza torce o joelho e desfalca o Palmeiras contra o Tigre



O Palmeiras ganhou um grande problema para o jogo contra o Tigre na próxima quarta-feira (06), pela Taça Libertadores. Um dos principais nomes do elenco, o volante Souza sofreu uma entorse no joelho esquerdo após uma dividida no treino desta segunda e acabou cortado do grupo que viaja para a Argentina.
Apesar de ainda não conhecer detalhes sobre a gravidade da lesão, a comissão técnica espera que ele tenha condições de se recuperar a tempo do clássico contra o São Paulo, no próximo domingo, no Morumbi, pelo Campeonato Paulista.
Com isso, é provável que Valdívia assuma a posição de titular na partida contra os argentinos. O técnico Gilson Kleina comandou as atividades desta manhã com portões fechados à imprensa e mantém o mistério. Quem também pode pintar no time são os atacantes Maikon Leite e Kléber, liberados pelo departamento médico.
Na terça, a equipe fará mais um treino antes do confronto, essencial para as pretensões do Verdão na Libertadores, ainda mais depois da derrota para o Libertad por 2 a 0, na última semana. Nova derrota tornaria o sonho da classificação no grupo 2 mais distante. 
 

Sucesso de público, Copa do Nordeste desbanca estaduais no início da temporada


Expectativa de faturamento da competição é de R$ 40 milhões de reais em patrocínios e público
No fim de semana em que os espaços vazios do Engenhão evidenciaram mais uma vez a perda de prestígio do Campeonato Carioca, o futebol nordestino sacudiu as arquibancadas. De volta ao calendário neste início de temporada, a Copa do Nordeste vem atraindo público, gerando renda e emocionando com grandes jogos, marcados pela tradicional rivalidade entre clubes da região. É o inverso do que se tem visto no eixo sudeste do país. Somente a semifinal entre Ceará e ASA, no último domingo (03), reuniu 52.207 pagantes. Enquanto isso, no Rio, os clássicos entre Vasco e Fluminense e Flamengo e Botafogo, pelas semifinais da Taça Guanabara, - não despertaram, juntos, o interesse de mais de 40 mil espectadores.
Apesar de rentável, competição viveu altos e baixos
Também conhecido como Nordestão, o torneio carrega um histórico de sucesso que remonta ao final da década de 1990 e início de 2000. Porém, em 2004, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) extinguiu a Copa do calendário nacional, alegando incompatibilidade de datas, fato que gerou protestos e processos na Justiça por parte dos participantes, já que o contrato firmado garantia outras edições nos anos seguintes.
Pedindo R$ 20 milhões de indenização, os clubes ganharam a causa. Então, foi selado em 2010 um acordo com a entidade que rege o futebol nacional pelo retorno da competição, em troca da retirada do processo. Mas não seria desta vez que o torneio deslancharia. Após o título do Vitória naquele ano, a CBF voltou a cancelar a disputa, até que nova decisão fosse tomada a favor do retorno em 2013. Atualmente, a expectativa de faturamento da competição é de R$ 40 milhões de reais em patrocínios e público.
O retorno foi anunciado em 2011, com uma nova fórmula: 16 equipes divididas em quatro grupos, se enfrentando dentro da própria chave em jogos de ida e volta, com os dois melhores de cada chave avançado para a segunda fase. A partir de 2014, a Copa do Nordeste garantirá ao vencedor uma vaga na Copa Sul-Americana. Cada equipe participante recebeu 300 mil reais para participar da atual edição, um valor que sobe a cada fase. O campeão, que será definido no confronto entre ASA e Campinense, receberá 800 mil reais.
Modelo para os demais estaduais 
O sucesso da Copa do Nordeste é um dos motivos para que a CBF comece a pensar em mudanças no calendário dos clubes para os próximos anos. E isso inclui, por exemplo, o encurtamento dos campeonatos estaduais. Apesar de seu valor histórico – eles ainda estão na memória de muitos - hoje são deixados de lado, preteridos por torneios de maior expressão, como o Brasileirão e a Libertadores.
Caso emblemático é o Rio de Janeiro, onde vários fatores explicam o desinteresse do público, a começar pela fórmula de disputa. O número de participantes (16) arrasta a competição, trazendo confrontos de baixo nível técnico, de modo que até os clássicos decisivos sejam esvaziados. Soma-se a isso o preço elevado dos ingressos, definidos pelos clubes como forma de fortalecer seus programas de sócio-torcedor, além da violência e a proibição da venda de bebida alcoólica nos estádios como fatores desmotivadores.
Mas a verdade é que há um componente político no meio de todo o caos em que se transformou o calendário do futebol brasileiro. Como depende dos mandatários das federações locais, a CBF não se esforça para reduzir a duração dos sonolentos estaduais no início de cada temporada. Essa dependência fica evidente quando se analisa a distribuição de votos para a presidência da entidade que comanda o futebol no país: todos os 27 dirigentes dessas federações participam da eleição. Os outros votos provém dos 20 clubes que disputam a primeira divisão do Campeonato Brasileiro.
Portanto, não se pode esperar que Marín e sua turma promovam mudanças drásticas no quadro apenas em benefício do torcedor. Por outro lado, não existe mais a possibilidade de se ignorar a Copa do Nordeste e sua média de público que chega a 8 mil espectadores por partida. As entidades regionais já começam a aceitar a redução do número de datas reservadas aos estaduais, que hoje está em 23. A maior resistência, curiosamente, é a federação carioca. Mas mudanças estão à vista. Alguma hora, alguém terá de ceder.
 

Flamengo 0 x 2 Botafogo – Alvinegro atua de maneira muito consistente, bate seu rival e avança à final da Taça Guanabara



A tarde foi Alvinegra do início ao fim. O Botafogo atuou muito bem durante toda a partida. Apesar de momentos dramáticos no meio do segundo tempo, o Glorioso conseguiu segurar a partida e sair com uma vitória memorável. A equipe de General Severiano contou com um gol no primeiro minuto de jogo para acalmar os ânimos e aniquilar a vantagem Rubro-negra do empate. Depois carimbou sua vaga na final da Taça Guanabara no minuto final do segundo tempo.
O resultado favorável ao Botafogo veio depois de quase três anos sem vencer o rival. Além disso, o dia marcou a primeira vitória Alvinegra sobre o Flamengo jogando no Engenhão. Para os Rubro-negros mais lamentações, já que não conseguiu presentear seu maior ídolo – Zico – que fez 60 anos nesta tarde de domingo.
O adversário botafoguense na final será o Vasco da Gama. O Gigante da Colina vencera o Fluminense por 3 a 2 no sábado. Já o Flamengo precisará vencer a Taça Rio, o segundo turno do estadual, para conseguir se sagrar campeão carioca de 2013.
Gol no início e controle total do Glorioso
Os torcedores botafoguenses não podiam prever um começo melhor. Com um minuto do primeiro tempo, o time da Estrela Solitária já abria o placar e destruia a vantagem Rubro-negra de jogar pelo empate. O gol saiu dos pés de Júlio Cesar, que driblou vários adversários até chutar cruzado sem chances para Felipe e fazer um belíssimo gol.
Depois o que se viu foi um dominio tático e técnico do Glorioso. O Flamengo tentava sair, mas esbarrava na maravilhosa marcação adversária, que pressionava até mesmo a zaga Rubro-negra. A equipe da Gávea tentava de todas as formas, mas não conseguia sequer chutar no gol de Jefferson. Com um esquema tático fantástico, o Botafogo sempre esteve muito mais perto de fazer o segundo gol do que o Flamengo de empatar. Assim o primeiro tempo terminou com uma supremacia Alvinegra.
Contornos dramáticos.
O segundo tempo começou exatamente igual a etapa inicial. Mesmo após as mexidas de Dorival Júnior, que colocou Rodolfo e Reanto Abreu no lugar de Carlos Eduardo e Elias, o Rubro-negro não conseguia se impor e sofria com a marcação Alvinegra.
Porém, a partir da metade da derradeira etapa, o Flamengo resolveu pressionar e tentar fazer o gol de todas as formas. Nesse momento que duas figuras botafoguenses brilharam: o goleiro Jefferson e o meia Seedorf. Jefferson fez defesas espetaculares, e impediu por inúmeras vezes o gol de empate flamenguista. Defendeu a queima roupa, chute forte de longa distância, cabeçadas fulminantes. Enfim, foi um repertório digno de um goleiro de Seleção Brasileira. Por sua vez, Seedorf foi o comandante Alvinegro no momento mais delicado da partida. O holandês utilizou toda a sua experiência e cadenciou muito bem o jogo com toda a sua exuberância ao jogar futebol.
Assim, o Botafogo atravessou a pressão flamenguista, que advinha muito mais da raça e vontade de alguns jogadores, e passou a ter grandes oportunidades no contra-ataque. O técnico Oswaldo de Oliveira, que armou de maneira excelente sua equipe, fez um troca maravilhosa: colcou Vitinho no lugar de Lodeiro. O jovem e veloz jogador atormentou a vida dos flamenguistas e quase marcou inúmeras vezes a partir de contra-ataques Alvinegros.
Quando a dramaticidade do clássico parecia estar acabando, o Botafogo carimbou definitivamente sua vaga na grande decisão da Taça Guanabara. Aos 48 minutos, o goleiro Jefferson aproveitou que Felipe tinha saído do gol Rubro-negro para tentar a sorte na área do Glorioso e armou um excelente contra-ataque. Jefferson fez ótima reposição de bola para Vitinho, que só precisou dominar a bola e chutar com força num gol escancarado para sacralizar a grande vitória botafoguense.
Escalações:
Flamengo: Felipe, Léo Moura, Wallace, Marcos González, João Paulo, Víctor Cáceres (Gabriel), Elias (Rodolfo), Ibson, Carlos Eduardo (Renato Abreu), Rafinha, Hernane. Técnico: Dorival Júnior.
Botafogo: Jefferson, Lucas, Bolívar, Dória, Júlio Cesar (André Bahia), Marcelo Mattos, Fellype Gabriel, Seedorf, Andrezinho (Gabriel), Lodeiro (Vitinho), Rafael Marques. Técnico: Oswaldo de Oliveira.
 

Penapolense 0x2 São Paulo - Reservas comandam vitória que isolou o Tricolor na liderança do Paulistão



Uma boa atuação dos reservas do São Paulo isolou a equipe na liderança do Campeonato Paulista, passadas 10 rodadas. Neste domingo (03), o Tricolor, comandado pela experiência do zaguerio Rhodolfo e pela ousadia do jovem Ademílson, bateu o Penapolense por 2 a 0, em Penápolis, chegando aos 22 pontos na tabela. Os dois jogadores marcaram os gols da partida, que ainda contou com Cañete, Ganso, Fabrício e o estreante Wallyson, além de outras promessas como Rodrigo Caio e Lucas Farias. O time titular foca na Libertadores, já que enfrenta esta semana o Arsenal de Sarandí, quinta-feira, no Pacaembu. 
Na próxima rodada do Paulistão, o São Paulo joga o clássico contra o Palmeiras no domingo, às 16h, no Morumbi. Já o Penapolense enfrenta o Paulista, no sábado, a partir das 18h30, novamente no Tenente Carriço.
FICHA TÉCNICA
PENAPOLENSE 0 X 2 SÃO PAULO
Local: Tenente Carriço, Penápolis (SP)
Data/Hora: 3/3/2013 - 18h30
Árbitro: Fábio Jesus Vopato Mendes (SP)
Auxiliares: Daniel Luis Marques (SP) e Vitor Carmona Metestaine (SP)
Renda/Público: Não disponíveis
Cartões Amarelos: Guaru (PEN); Maicon, João Filipe, Cañete, Fabrício, Rhodolfo e Edson Silva (SAO)
Cartões Vermelhos: -
GOLS: Rhodolfo, aos 4'/1°T (0-1) e Ademilson, aos 24'/2ºT (0-2)
PENAPOLENSE: Roni; Luis Felipe, Biro, Gualberto e Rodrigo Biro; Neto (Fernando, 30'/2ºT), Liel, Anderson Carvalho e Guaru; Magrão (Felipe Alves, Intervalo) e Silvinho (Fio, 19'/2ºT). Técnico: Pintado.
SÃO PAULO: Denis; João Filipe (Wallyson, Intervalo), Rhodolfo, Edson Silva e Carleto; Fabrício (Lucas Farias, 11'/2ºT), Rodrigo Caio, Maicon e Ganso; Cañete (João Schmidt, 25'/2ºT) e Ademilson. Técnico: Ney Franco.
 

Santos 0x0 Corinthians - Astros não brilham e clássico termina sem gols no Morumbi



Santos e Corinthians fizeram um clássico sem brilho na tarde deste domingo (03), no Morumbi, pela 10ª rodada do Campeonato Paulista. O Timão criou as melhores chances e deixou uma impressão melhor que o rival, muito depente das bolas paradas. Mas, apesar das badaladas presenças de Neymar e Alexandre Pato, ninguém movimentou o barbante.
O primeiro, aliás, saiu de campo marcado por uma simulação de pênalti que lhe rendeu cartão amarelo e suspensão na próxima partida do Peixe, contra o Atlético Sorocaba, domingo, às 18h30, no Estádio Walter Ribeiro, em Sorocaba. No sábado, o Corinthians recebe o Ituano, às 18h30, no Pacaembu. 
A partida também deixou a desejar em termos de público. Depois de perder a Vila Belmiro, por conta da "chuva de moedas" em Paulo Henrique Ganso, o Peixe escolheu o Morumbi como palco do clássico, com o objetivo de garantir maior renda. Na prática, os pouco mais de 17 mil pagantes frustraram as expectativas.
O empate sem gols deixa o Santos na terceira colocação do estadual, com 18 pontos. Já o Corinthians aparece na oitava posição, com 15.
FICHA TÉCNICA
SANTOS 0 X 0 CORINTHIANS
Local: Morumbi, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 3/3/2013 – 16h
Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima (SP)
Auxiliares: Alberto Poletto Masseira (SP) e Maria Nubia Ferreira Leite (SP)
Renda/Público: R$ 514.874/ 17.155 total
Cartões Amarelos: Neymar, Marcos Assunção e Cícero (SAN); Edenilson (COR)
SANTOS: Rafael; Galhardo (Bruno Peres, intervalo), Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Marcos Assunção, Cícero e Montillo (Felipe Anderson, 21’/2ºT); Neymar e André (Giva, 33’/2ºT). Técnico: Muricy Ramalho. 
CORINTHIANS: Cássio; Edenilson, Gil, Paulo André e Igor; Ralf, Paulinho, Danilo (Douglas, 16’/2ºT) e Renato Augusto; Pato (Romarinho, 37’/2ºT ) e Guerrero (Emerson, 16’/2ºT). Técnico: Tite.