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sábado, 9 de março de 2013

São Paulo 1x1 Arsenal de Sarandí - Tricolor manda no jogo, mas não sai do empate no Pacaembu



O São Paulo encontrou mais dificuldades do que se poderia imaginar ao jogar no Pacaembu contra o Arsenal de Sarandí, nesta quinta-feira (07). Apesar de ter brilhado em campo em vários momentos, sobretudo na prmeira etapa, com belo gol de Jadson, o Tricolor não saiu do empate em 1 a 1. A noite inspirada do goleiro Campestrini, as bolas chutadas na trave e um pênalti não marcado pela arbitragem de Wilmar Roldán atrapalharam a vida do time paulista, que agora soma quatro pontos no grupo 3 da Libertadores. O Arsenal, que balançou as redes com Benedetto, em cobrança de pênalti, somou seu primeiro ponto na tabela, mas segue na lanterna.
As duas equipes voltam a se enfrentar na próxima quinta-feira, na Argentina, no estádio Julio Grondona, às 21h30 (de Brasília). 
Jadson, Aloísio e Osvaldo brilham 
O técnico Ney Franco prometeu uma equipe agressiva, apertando a saída de bola argentina desde o início, para evitar sustos como os que ocorreram contra o The Stongest. Naquela ocasião, o time brasileiro tomou um gol rápido demais e passou sufoco no resto da disputa. Mas o Arsenal, em situação delicada na tabela, não quis saber de respeitar a superioridade dos brasileiros. Com uma formação diferente das partidas anteriores, a equipe assustou logo no primeiro minuto, quando Furch encontrou espaço vazio pelo lado esquerdo e invadiu a área, mas finalizou com um chute cruzado que saiu próximo à trave de Rogério Ceni.
O Tricolor, no entanto, fez valer a proposta inicial de seu treinador e também buscou espaços pelos lados. Aos 12, Cortez tabelou com Jadson, driblou a marcação e chegou à linha de fundo. O goleiro Campestrini saiu bem e defendeu o que poderia ser um cruzamento fatal. Das arquibancadas, era grande a expectativa por um gol de Luis Fabiano, que tinha a possibilidade de se tornar maior artilheiro da equipe em Libertadores, superarando Rogéro Ceni. O capitão até se posicionou para cobrar falta perigosa aos 17, mas deixou a redonda nas mãos do goleiro adversário. 
Apesar da catimba dos comandados de Gustavo Alfari, nada incomodou os donos da casa. Osvaldo cruzou em diagonal para Aloísio matar no peito e carimbar a trave, quase abrindo o placar, aos 24. O Tricolor se aproveitava da liberdade de Jadson pelo meio e do talento de Osvaldo, mas nada disso fazia a redonda entrar. Depois de tabelar com Fabuloso, o primeiro disparou da entrada da área e a bola passou raspando a meta de Campestrini. Já na reta final, o segundo arriscou de fora da área e a trave mais uma vez foi vilã. Mas daria tempo de um golaço, ainda antes do apito, e com participação dos astros da primeira etapa. Aos 48, Aloísio invadiu a área e deu toque de calcanhar para Jadson mandar para as redes e fazer a festa da torcida no Pacaembu. 
Tricolor se complica e perde chances 
No mesmo embalo, o São Paulo começou a segunda etapa marcando presença na área adversária. Aloísio, logo no primeiro minuto, teve ótima chance, ao receber de Jadson na área. Mas o camisa 19 perdeu o ângulo e chutou fraco para defesa tranquila de Campestrini. Segundos depois, a bola estava do outro lado do campo, na área são-paulina, mais especificamente no braço direito de Cortez, que desviou após chute de Carbonero. O árbitro marcou pênalti, e Darío Benedetto, novidade na volta dos vestiários no lugar de Luguercio, bateu rasteiro à direita de Rogério Ceni, deixando tudo igual. Ao tomar o empete, Ney Franco não demorou a trocar o apagado Fabrício por Paulo Henrique Ganso.
O autor do gol argentino começava a causar dor de cabeça para os brasileiros. Ele quase marcou um golaço aos 14, cabeceando por cima da meta e mostrando que as mudanças de Alfaro no intervalo davam resultado. O comandante também trocara Pérez por Ortiz, e o Arsenal neste momento era melhor em campo. Ney Franco percebeu a vulnerabilidade no meio-campo e mandou Maicon para o lugar de Aloísio. O Tricolor se reorganizou, trabalhou com a bola o chão. Prova disso foi a boa tabela de Jadson com Ganso, que quase resultou em gol. Mas, na sequência, quem quase balançou as redes foi o Arsenal, em chute de Ortiz após cruzamento de Furch.
Com boas chances, a disputa ficou acirrada e nervosa, sobretudo do lado são-paulino. Chances não faltaram, mas faltou tranquilidade, precisão nos passes e, principalmente, pontaria. Aos 32, Ganso arriscou de fora da área e obrigou boa defesa de Campestri, que deu rebote. Fabuloso tentou completar, mas mandou a bola para fora, por muito pouco. O time paulista já reclamara de suposto pênalti não marcado no camisa 9 são-paulino, que foi empurrado na área. Antes do apito final, o jogador ainda foi penalizado com o cartão vermelho por reclamação sobre o lance. Com isso, ele fica de fora do confronto da próxima semana, em Sarandí.
FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 1 X 1 ARSENAL DE SARANDÍ (ARG)
Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data/Hora: 7/3/2013 - 19h15
Árbitro: Wilmar Roldán (COL)
Assistentes: Humberto Clavijo e Eduardo Diaz (COL)
Renda/Público: R$ 1.192.655 / 25.814 pagantes
Cartões Amarelos: Wellington, Rafael Toloi, Osvaldo e Fabrício (SAO); Campestrini, Carbonero Rolle e Benedetto (ARS)
Cartões Vermelhos: Luis Fabiano, aos 47'/2ºT (SAO)
GOLS: Jadson, aos 47'/1ºT (1-0) e Benedetto, 3'/2ºT (1-1)
SÃO PAULO: Rogério Ceni, Douglas, Lúcio, Rafael Toloi e Cortez; Wellington (Cañete, 37'/2ºT), Fabrício (Ganso, 7'/2ºT) e Jadson; Aloísio (Maicon, 20'/2ºT), Osvaldo e Luís Fabiano. Técnico: Ney Franco.
ARSENAL DE SARANDÍ: Campestrini; Gerlo, Cuesta, Braghieri e Perez (Ortiz, Intervalo); Lopez, Marcone, Luguercio (Benedetto, Intervalo) e Carbonero; Rolle (Torres, 34'/2ºT) e Furch. Técnico: Gustavo Alfaro.
 

Tite avisa que poupará titulares sábado e critica calendário: "É desumano e ilegal"

Com jogo marcado para o próximo sábado (09), contra o Ituano, pelo Campeonato Paulista, o Corinthians prevê dificuldades de recuperar o elenco que na noite da última quarta-feira perdeu por 1 a 0 para o Tijuana, no México, em jogo da Libertadores. Por isso, Tite já decidiu que não usará seus titulares na partida do estadual. O treinador reclamou do calendário de jogos, que considerou desumano e ilegal.   
- Os que estão aqui (México) e jogaram não vão poder jogar lá, vão os outros, mesmo com esse desgaste todo. É desumano, é ilegal, daqui a pouco estoura um jogador e o clube é prejudicado pelo investimento que faz – reclamou Tite.
O Timão ainda se encontra em Tijuana e chegou a treinar nesta quinta-feira na cidade. A equipe terá uma viagem longa de volta ao Brasil e só desembarcará na sexta-feita, um dia antes do duelo pelo Paulistão. Só os jogadores que entraram no segundo tempo, como Edenílson, Douglas e Romarinho, deverão ser relacionados.
- Não tem nem 72 horas entre um jogo e outro, é ilegal um atleta jogar. Qualquer pessoa que entrasse na Justiça Desportiva iria retirar o Corinthians do jogo, porque é desumano – disparou o técnico.
 

Torcedores do Palmeiras agridem elenco e Fernando Prass acaba ferido em aeroporto

Revoltados com a derrota do Palmeiras para o Tigre na última quarta-feira, integrantes da organizada Mancha Alviverde agrediram os jogadores no embarque da delegação de volta para o Brasil nesta manhã, no saguão do Aeroparque Jorge Newbery, em Buenos Aires.
Em meio à confusão, Fernando Prass acabou sofrendo um corte na orelha depois de copos voarem na lanchonete onde o chileno Valdívia, um dos principais alvos das críticas, foi encontrado por um grupo de cerca de 12 torcedores no momento em que tomava um café. O goleiro precisou receber atendimento no aeroporto.
O camisa 10 havida sido chamado de "vagabundo" antes do jogo contra os argentinos, no momento do aquecimento, e respondeu com gestos obscenos. Outro muito contestado foi o meia Wesley.
Apesar do tumulto, a delegação desembarcou na parte da tarde em São Paulo sem maiores problemas. O Aeroporto de Cumbica, de Guarulhos, reforçou sua segurança no momento da chegada da equipe.
 

Fluminense 1 x 1 Huachipato – Tricolor pressiona o jogo inteiro, mas não consegue sair com a vitória


O Fluminense perdeu uma grande oportunidade de se distanciar na liderança do Grupo 8 da Taça Libertadores da América. O Tricolor foi superior ao Huachipato durante a partida inteira, mas desperdiçou muitas oportunidades de gol e acabou saindo de campo apenas com o empate em 1 a 1. A torcida, que já estava enfurecida pela derrota do Fluminense na semifinal da Taça Guanabara para o Vasco, vaiou a equipe depois do término do jogo.
O Tricolor lidera o seu Grupo com 7 pontos, 1 a mais que o Grêmio. Porém, os gaúchos ainda possuem um jogo a menos. O Fluminense só voltará a jogar a Libertadores no dia 10 de abril, quando enfrenta o Grêmio, em Porto Alegre. Já o próximo compromisso do Huachipato na competição internacional será na Venezuelas, contra o Caracas, no dia 3 de abril.
Inúmeras oportunidades desperdiçadas
O Fluminense perdeu várias chances claras de gol durante todo o primeiro tempo. Wellington Nem quase fez com um chute cruzado, Jean desperdiçou uma chance na pequena área, Thiago Neves mandou uma bola na trave.
O Huachipato estava completamente perdido dentro de campo e o Fluminense dominava completamente as ações. Mas a bola cismava em não entrar.
Somente aos 30 minutos surgiu o gol Tricolor. De pênalti, o artilheiro Fred abriu o placar da partida e deixou o Fluminense em vantagem. O gol deu muita tranquilidade ao time das Laranjeiras que diminuiu o ritmo e controlou a partida para ir ao intervalo com a vitória parcial
Apagão Tricolor e empate do Huachipato
O segundo tempo começou de forma idêntica ao fim da etapa inicial. O Fluminense controlava bem a partida e o jogo parecia fadado ao placar do primeiro tempo.
Porém, com o tempo o Tricolor começou a perder fôlego e o Huachipato passou a gostar do jogo. Os chilenos se organizaram mais e passaram a não errar tantos passes. Aos 25 minutos o time da grande Concepción empatou a partida. O talentoso Arrué fez linda jogadapela direita e curzou para dentro da área. Nuñez só teve o trabalho de colocar a bola para dentro das redes e comemorar com seus companheiros.
O gol dos chilenos obrigou o Fluminense a tentar uma pressão nos minutos finais. Porém, o Tricolor mostrou muito nervosismo e não conseguia se arrumar para fazer uma pressão decente. Nos poucos lances que o time das Laranjeiras conseguiu criar boas chances, o goleiro Veloso trabalhou muito bem. Com isso, o Huachipato segurou o empate até o final e saiu de campo muito satisfeito com o resultado. Por sua vez, o Fluminense teve que ouvir sonoras vaias de seus torcedores presentes no Engenhão.
Escalações:
Fluminense: Diego Cavalieri, Gum, Digão, Deco (Wagner), Carlinhos, Bruno Vieira (Rhayner), Edinho, Thiago Neves (Samuel), Jean, Wellington Nem, Fred. Técnico: Abel Braga.
Huachipato: Nery Veloso, Miguel Aceval, Carlos Labrín (Miguel Contreras), Claudio Muñoz, Nicolás Nuñez, Lorenzo Reyes, Mauricio Yedro, Martin Rodriguez (Francisco Arrué), Nicolás Crovetto, Federico Falcone (David Llanos), Braian Rodriguez. Técnico: Jorge Pellicer.
 

Tijuana 1x0 Corinthians - Em partida polêmica, Timão perde invencibilidade na Libertadores



Em meio à muita polêmica, chegou ao fim a sequência do Corinthians de 16 partidas sem derrotas na Taça Libertadores. No gramado sintético do Estádio Caliente, o atual campeão da competição foi derrotado pelo Tijuana por 1 a 0 na noite desta quarta-feira (06), com gol irregular de Javier Gandolfi no segundo tempo. O resultado deixou o time mexicano com mais folga na liderança do grupo 5. Agora são nove pontos, contra cinco do Timão, que permanece na segunda colocação e começa a ligar o sinal de alerta. O último revés do alvinegro no torneio havia sido contra o Tolima, da Colômbia, em 2011, quando o 2 a 0 fora de casa eliminou a equipe brasileira ainda na fase prévia.
As equipes voltam a medir forças na próxima quarta-feira, às 22h, no Pacaembu. Antes, no sábado, o Corinthians encara o Ituano, às 18h30, pelo Campeonato Paulista, também em casa.
Donos da casa se impõem; Timão marca em impedimento
Os primeiros passos não poderiam ser diferentes. Acostumado com o gramado sintético do palco da disputa, o Tijuana partiu para o ataque com muita liberdade e, não fosse a presença do zagueiro Gil no primeiro minuto de bola rolando, Martínez poderia ter colocado os donos da casa na frente. O Timão só acordou com uma arrancada de Alexandre Pato, mas o toque para Renato Augusto acabou resultando num corte, desta vez do lado mexicano, com Gandolfi. E o time brasileiro despertou de vez na cobrança de falta do mesmo meia, aos 12. A bola sobrou para Paulinho, que completou para o gol, mas foi flagrado em posição de impedimento. Marcação correta da arbitragem.
Cena parecida, com os mesmos personagens, se repetiria três minutos depois. O volante balançou as redes depois do cruzamento rasteiro de Renato Augusto, mas a infração novamente foi cometida e assinalada. A partida ficou quente aos 25 minutos, numa confusão entre Gil e Alfredo Moreno, após uma dividida. Em seguida, a melhor chance do Tijucana: Riascos recebeu bola enfiada na área e, cara a cara com Cássio, finalizou por cima da meta. Daí em diante, o Timão deixou de respeitar tanto os mandantes como no início. Danilo, por exemplo, tentou boa tabela com Fábio Santos, mas exagerou na força. O primeiro tempo ficou no zero a zero.  
Mexicanos selam vitória em segunda etapa movimentada
Depois de muitos cartões amarelos, melhores chances aconteceram na volta dos vestiários. A primeira veio dos pés de Guerrero, que saiu com a redonda, driblou Gandolfi e forçou boa defesa do goleiro Saucedo, aos 13 minutos. Depois, Pellerano tentou aproveitar rebote e disparou da intermediária uma bomba para a intervenção de Cássio. 
Era chance para os dois lados, mas foi o Tijuana quem chegou ao gol. De maneira irregular. Aos 20, em cobrança de falta da esquerda, Cássio saiu mal e deixou a bola livre na área. Alessandro tentou o corte, mas desviou a bola para os pés de Gandolfi, que completou de calcanhar e abriu o placar, em posição de impedimento. Tite resolveu mandar o time para frente e trocou um zagueiro por um atacante: Paulo André deixou o campo para a entrada de Romarinho. O Corinthians correu, mas pouco fez. Com as mexidas de Mohamed, os donos da casa se fecharam e garantiram a vitória.
FICHA TÉCNICA
TIJUANA (MEX) 1 X 0 CORINTHIANS
Local: Caliente, em Tijuana (MEX)
Data/Horário: 6/3/2013, às 22h
Árbitro: Victor Carrillo (PER)
Assistentes: Jonny Bossio (PER) e Cesar Escano (PER)
Renda e público: Não disponíveis
Cartões amarelos: Moreno, Gandolfi e Aguilar (TIJ); Paulinho, Fábio Santos e Guerrero (COR)
Cartões vermelhos: -
Gols: Gandolfi, aos 19'/2T (1-0) 
TIJUANA: Cirilo Saucedo, Abrego, Pablo Aguilar, Javier Gandolfi e Juan Nuñez; Cristian Pellerano, Fernando Arce, Joe Corona e Fidel Martínez (Garza - 39/2T); Alfredo Moreno (Ruíz - 24/2T) e Riascos (Enríquez - 44/2T). Técnico: Antonio R. Mohamed.
CORINTHIANS: Cássio, Alessandro (Edenílson - 27/2T), Gil, Paulo André (Romarinho - 33/2T) e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Renato Augusto (Douglas - 36'/2T) e Danilo; Pato e Guerrero. Técnico: Tite.
 

Tigre 1 x 0 Palmeiras - Verdão desperdiça chances e acaba castigado no último lance da partida



A noite tinha tudo para ser agradável ao Palmeiras. Enquanto o Verdão pressionava o Tigre no estádio José Dellagiovana, o Libertad, líder do grupo 2, sofria sua primeira derrota nesta edição da Libertadores. De repente, a maré virou. Os paraguaios empataram e os brasileiros, de tanto perderem chances, foram castigados no último lance de bola rolando, aos 49 minutos. Em cobrança de falta da direita, a defesa alviverde falhou e Peñalba pegou a sobra livre na área para garantir a vitória dos donos da casa, fazendo o time de Gilson Kleina terminar a rodada na terceira colocação. 
O Palmeiras tenta agora levantar a cabeça e se preparar para o clássico contra o São Paulo, no próximo domingo, pelo Campeonato Paulista, no estádio do Morumbi. Na Libertadores, o Verdão volta a enfrentar o Tigre no dia 2 de abril, desta vez no estádio do Pacaembu, em São Paulo.    
FICHA TÉCNICA
TIGRE (ARG) 1 X 0 PALMEIRAS
Local: Estádio José Dellagiovanna, em Victoria (ARG)
Data/Horário: 6/3/2013, às 19h45 (de Brasília)
Árbitro: Omar Ponce (ECU)
Assistentes: Luis Alvarado (ECU) e Carlos Herrera (ECU)
Renda e público: Não disponíveis
Cartões amarelos: Kleber, Vilson (PAL); Leguizamón, Galmarini (TIG)
Cartões vermelhos: Vilson (PAL)
Gols: Peñalba, aos 49'/2ºT (1-0)
TIGRE: Cousilla; Paparatto, Echeverría e Orban; Galmarini, Peñalba, Ferreira, Pérez García (Leguizamón - 12'/2ºT), Rusculleda (Torassa - 29'/2ºT) Botta; Santander (Lucas Janson - 12'/2ºT). Técnico: Nestor Gorosito.
PALMEIRAS: Fernando Prass; Weldinho, Henrique, Maurício Ramos e Marcelo Oliveira; Vilson, Márcio Araújo, Wesley (Patrick Vieira - 30'/2ºT) e Valdivia; Vinícius (Maikon Leite - 16'/2ºT) (Charles - 38'/2ºT) e Kleber. Técnico: Gilson Kleina.
 

Ronaldo responde críticas de Alex Ferguson: "O Real Madrid calou a boca dele por mim"



Incomodado com as declarações do técnico Alex Ferguson, do Manchester United, sobre seu peso, Ronaldo Fenômeno disparou contra o treinador nesta quarta-feira (06), um dia depois da eliminação dos Red Devils na Liga dos Campeões, para o Real Madrid. O ex-jogador, hoje membro do Conselho do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo, considerou uma falta de respeito o fato de o lendário treinador o ter chamado de gordo, ao compará-lo com Cristiano Ronaldo. 
- O Real Madrid calou a boca dele por mim. Achei que foi uma falta de respeito, um profissional de futebol há muitos anos, um 'Sir' na Inglaterra e que teve palavras de falta de respeito. Achei deselegante. Não tenho palavras mais para este senhor, a não ser que, onde ele for, que o time dele perca - afirmou o ex-craque.
Ronaldo ainda provocou risadas dos jornalistas ao ser perguntado se havia torcido contra o Manchester United na última terça.
- Não, não sequei não. Mas, às vezes eu minto também - ironizou.