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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Mano escala Flamengo com três atacantes em primeiro treino coletivo

Equipe titular foi escalada com: Felipe; Léo Moura, González, Wallace e João Paulo; Cáceres, Elias e Gabriel; Carlos Eduardo, Paulinho e Marcelo Moreno

O técnico Mano Menezes comandou nesta quinta-feira seu primeiro treino coletivo à frente do Flamengo , realizado no CT de Vargem Grande. E o treinador já mostrou a cara que quer dar à equipe, escalando três atacantes: Carlos Eduardo, Paulinho e Marcelo Moreno.
Hernane, artilheiro rubro-negro na temporada, foi para a equipe reserva, dando lugar a Paulinho. A escalação de Carlos Eduardo atuando pelas pontas já havia sido antecipada por Mano Menezes, que trabalhou com o jogador no Grêmio.
Outras novidades foram o volante Cáceres, que voltou dois meses depois de passar por cirurgia no quadril, e João Paulo, que retomou a vaga de Ramon na lateral-esquerda.
Assim, a equipe titular foi escalada com: Felipe; Léo Moura, González, Wallace e João Paulo; Cáceres, Elias e Gabriel; Carlos Eduardo, Paulinho e Marcelo Moreno. Os reservas, por sua vez, atuaram com: Paulo Victor; Digão, Renato Santos, Samir e Ramon; Luiz Antônio, Val, Diego Silva e Rodolfo; Rafinha e Hernane.
Para a tarde desta quinta-feira, está marcado um novo treino, também no CT de Vargem Grande. O primeiro jogo de Mano como técnico do Flamengo será um amistoso contra o São Paulo, em Uberlândia.

Campanha pedindo 'boicote a Copa' aquece debate sobre Mundial

Entre as mensagens e reivindicações nas manifestações de rua no Brasil, as que mais parecem ter impressionado a imprensa e o público estrangeiros são os slogans anti-Copa. E a popularidade de um vídeo postado por uma brasileira na internet dá a medida de como essas mensagens contra o Mundial se espalharam. A gravação, em inglês, tem o título Não, não vou para a Copa e já foi vista por mais de 1,5 milhão de pessoas. Feito pela diretora de cinema Carla Dauden, o vídeo foi interpretado pelos que a compartilharam e comentaram como uma manifestação em favor do boicote aos Jogos (embora a autora questione parcialmente essa interpretação).
Dauden, que mora nos Estados Unidos, explica no vídeo ter decidido publicar a mensagem porque sempre que revela ser brasileira em um grupo de estrangeiros, alguém lhe diz que vai para a Copa. "E um país que é número 85 no ranking de desenvolvimento humano e onde muitas pessoas morrem esperando tratamento médico, precisa de mais estádios?", questiona, após mencionar os custos do evento. A gravação fala tanto de problemas que segundo Dauden o país deveria "ter resolvido, mas não resolveu" - como a falta de médicos e equipamentos em hospitais públicos - quanto de polêmicas ligadas às obras do Mundial - como o projeto que previa a demolição do antigo Museu do Índio, no Rio.
Boicote
Nos comentários sobre o vídeo, alguns dizem apoiar um boicote. E a campanha para dissuadir estrangeiros de assistirem aos Jogos no Brasil também já virou tema de debates em redes sociais e bandeira de alguns manifestantes. "Não venham à Copa do mundo", diziam cartazes em inglês empunhados em protestos realizados nesta semana, tanto no Brasil quanto em capitais estrangeiras como Londres. No Facebook, já foram criadas seis páginas pedindo o boicote aos jogos. E a mais popular delas é justamente a mais radical, mantida pelo grupo de hackers ativistas Anonymus, que fez da sabotagem à Copa um dos focos de sua ação no Brasil. "A Operação 'Boicote à Copa' será constituída por ações online e offline - e se dividirá em etapas ou fases em um cronograma extenso", anuncia o grupo, que em meio à onda de protestos chegou a invadir o site montado pelo governo brasileiro para promover os Jogos.
Em entrevista à BBC, Dauden diz não saber se o boicote é mesmo a melhor solução. "Talvez seja uma medida muito extrema - e não valha a pena agora que tanto recursos já foram gastos na preparação do evento", admite. "Mas uma mensagem forte como essa era necessária para motivar um debate mais amplo sobre como os preparativos para a Copa estão afetando a população", defende a diretora, que horas depois de publicar seu vídeo na internet já havia recebido centenas de e-mails e pedidos de entrevista de diversas partes do mundo.
Debate
É verdade que nem todos os manifestantes com mensagens anti-Copa nos protestos pregavam um boicote ao evento. E mesmo na internet o grupo que defende essa medida extrema é uma minoria. Mas também não há como negar que os protestos trouxeram à tona uma realidade até então pouco visível não só para público internacional, mas também para boa parte da sociedade brasileira - a de que muitos no país não estão convencidos de que, tal como vem sendo organizado, o Mundial deixará um legado positivo para a população. "Da Copa eu abro mão, quero dinheiro para saúde e educação", dizia o cartaz em um protesto em São Paulo. "Queremos hospitais padrão Fifa", reivindicava outro. Segundo explica Juana Kweitel, diretora da organização de defesa dos direitos humanos Conectas, até o início dessa onda de manifestações, as discussões e reivindicações relacionados ao impacto da Copa em comunidades locais vinham sendo impulsionadas por poucas ONGs e grupos sociais que fazem parte dos chamados Comitês Populares da Copa.
Kweitel esteve recentemente na ONU denunciando supostas violações aos direitos humanos ligadas às preparações para o evento - por exemplo, denúncias de despejos a toques de caixa e de problemas relacionados às condições de trabalho na construção dos estádios. Ela diz que se sentiu "emocionada" com os protestos. "É natural que alguém que passe três horas no ônibus todos os dias para ir de casa ao trabalho se revolte ao se dar conta que o maior investimento em transporte de sua cidade é uma via rápida de um aeroporto a um estádio, ou qualquer obra desse tipo", disse. "É natural que alguém que passe três horas no ônibus todos os dias para ir de casa ao trabalho se revolte ao se dar conta que o maior investimento em transporte de sua cidade é uma via rápida de um aeroporto a um estádio, ou qualquer obra desse tipo."
Legado
Garantir que grandes eventos esportivos deixem um legado positivo para as populações dos países que os sediam é um dos grandes desafios dos governos que se propõem a organizar tais competições globais. Um dos riscos a serem evitados é a construção de enormes estádios que, após a Copa ou Olimpíada, ficariam subutilizados. "Algumas organizações sul-africanas com as quais estamos em contato, por exemplo, nos contaram que lá há planos de demolir alguns estádios e estruturas construídas para a Copa, porque elas estariam em ruínas e sua manutenção é caríssima", destaca Kweitel.
Para o professor Pedro Trengrouse, da Fundação Getúlio Vargas, porém, muitos dos discursos negativos em relação a Copa estão exagerando ao associar o evento a problemas que sempre existiram. "As deficiências dos sistemas de saúde e de educação brasileiros não foram causados pela Copa. Nem os problemas do transporte público surgiram com o Mundial", diz o professor.
Expectativas
Trengrouse acredita que criticar o evento ou pedir seu boicote é uma forma de atingir o público internacional, que não costuma dar muita atenção a problemas internos brasileiros. "O Brasil e a renda da população brasileira cresceram muito nos últimos anos e criou-se uma demanda urgente pela melhoria dos serviços públicos", diz. "Mas é preciso tempo para fazer essas melhorias. Investir - e colher os frutos desse investimento - demora mais do que simplesmente ganhar dinheiro, ou organizar uma Copa."
Segundo Trengrouse, as preparações para o Mundial já estão trazendo benefícios para a população ao ajudar a movimentar alguns setores da economia, gerar empregos e atrair investimentos. No total, foram gastos nas preparações para o Mundial no Brasil R$ 26 bilhões, e a expectativa é que os gastos cheguem a R$ 33 bilhões. As estimativas de um estudo realizado em 2010 em uma parceria entre a FGV e a consultoria Ernst & Young eram de que o evento, de forma direta e indireta, deveria injetar um total de R$ 142 bilhões na economia até 2014, ajudando a criar 3,63 milhões de empregos.
De acordo com o economista da FGV, espera-se que a geração de postos de trabalho e injeção de recursos na economia se mantenham próximos a essa estimativa inicial. "Mas ainda assim, o tamanho da economia brasileira é muito grande, não dá para querer que a Copa seja o motor do crescimento do país nem a solução para seus problemas estruturais", afirma."

Cansados, italianos exaltam atuação japonesa e já temem Neymar

Parecia discurso ensaiado, mas todos jogadores da Itália deixaram a Arena Pernambuco no noite da última quarta-feira reconhecendo a superioridade do Japão na partida que terminou com vitória europeia por 4 a 3 . E esgotados fisicamente, os integrantes da Azzurra já se mostram preocupados com Neymar e companhia.
"É um time muito organizado, um time que tem ótimas individualidades. Acredito que pode ser um dos times com maiores possibilidades de melhora no futuro", analisou o técnico Cesare Prandelli sobre os japoneses, antes de ter a opinião compartilhada pelo zagueiro Barzagli: "Eles é que jogaram bem, nós sofremos muito durante essa partida".
O defensor também foi o primeiro a dar sinais de preocupação com a seleção brasileira, adversária de sábado, às 16 horas (de Brasília) na Arena Fonte Nova, na briga pela liderança do grupo A da Copa das Confederações. Segundo Barzagli, os italianos ficaram impressionados com os minutos que assistiram da vitória brasileira por 2 a 0 sobre o México.
"O mais importante agora é a gente se recuperar fisicamente. Eu vejo Neymar, vejo que são fantásticos, aqueles jogadores todos", exaltou o camisa 15 da Itália. A ideia de descansar até sábado foi reforçada por Maggio, que voltou a valorizar o desempenho do Japão: "Precisamos recuperar as nossas forças e tentar enfrentar o Brasil inteiros. Eles surpreenderam muito. Principalmente alguns jogadores que jogaram muito bem".
Já o goleiro e capitão Buffon lembrou que a eletrizante partida contra os japoneses agradou a atacantes, torcedores e jornalistas, mas que deixou goleiros e defensores de cabelo em pé. O líder da Azzurra admitiu a superioridade dos nipônicos, mas preferiu valorizar a maturidade de seus companheiros para buscar um resultado em situações adversas.
"Foi uma boa partida, os telespectadores e os atacantes gostaram muito. Os goleiros e defensores é que não gostaram muito. Provavelmente a experiência, com todas as dificuldades pelas quais passamos, foi essencial. Somente um time de especialistas poderia vencer dessa maneira", destacou.

Taiti enfrenta Espanha em estádio que já recebeu público maior que sua população

As discrepâncias envolvendo o duelo entre Espanha, líder do ranking da Fifa, e Taiti, 138º colocado , não ficam apenas na qualidade das duas equipes. No duelo desta quinta-feira no Rio de Janeiro, muitos outros números demonstram quanto essa partida é inédita para os jogadores do país representante da Oceania.
Muito provavelmente um dos aspectos mais impressionantes para os taitianos vai ser o público no estádio do Maracanã. Não apenas porque eles devem receber o apoio da maioria dos torcedores presentes, mas pela comperação entre o número de pessoas que vai estar no estádio nesta tarde e o total da população da ilha, que faz parte da Polinésia Francesa.
Após a última reforma pela qual passou, a capacidade máxima do Maracanã ficou estabelecida, em torneios da Fifa, para 73123. Considerando-se que a presença nesta quinta deve se aproximar da capacidade máxima, o público será o equivalente a 41% da população taitiana atual, de cerca de 178 mil pessoas.
Vale lembrar, ainda, que na final da Copa de 1950 o estádio recebeu pouco menos de 200 mil pessoas, superando esse número. E que mesmo a capacidade atual, reduzida, é de 2,45 vezes a população de Faa, a cidade mais populosa do Taiti, cuja capital é Papeete.
Outros números que podem ser comparados são os econômicos. E estes talvez impressionem ainda mais. A reforma do estádio para a Copa das Confederações e a Copa do Mundo já alcançou R$ 1,2 bilhão. Esse valor é equivalente a quase 10% do PIB taitiano em 2010, que foi de US$ 6,7 bilhões.
Mas se existem grandes discrepâncias entre o país da Oceania e o Rio de Janeiro, também existem semelhanças. Uma delas é o turismo, considerada uma das principais atividades econômicas nos dois lugares. Outra, o clima. Na ilha, a temperatura costuma variar entre 21 ºC e 31ºC.
Nesta quinta, a previsão é de uma máxima de 28 ºC, o que pode deixar os amadores do Taiti se sentindo em casa. Não deve ser o suficiente para ajudar a equipe a evitar uma derrota para a campeã do mundo Espanha, mas ao menos já vai acostumar os jogadores à sensação térmica que vão sentir em alguns dias, quando voltarem para seu país.

David Luiz quebra o nariz contra o México, mas não lamenta


O zagueiro David Luiz, titular da Seleção Brasileira, quebrou o nariz após acertar em cheio a cabeça de Thiago Silva em uma bola alçada na área pelo México, nesta quarta. O jogador chegou a sair de campo sangrando algumas vezes, já que os tampões inseridos pela comissão técnica não conseguiam estancar. Com dores, David Luiz permaneceu até o fim do jogo e não se disse arrependido.
"Quebrou o nariz, mas faz parte. Ossos do ofício. Agora é esperar depois da competição para fazer uma cirurgia e melhorar não só o nariz, mas a cara toda (risos)", disse o zagueiro em entrevista no fim da partida.
David Luiz destacou ainda a emoção que sentiu durante o coro da torcida na execução do Hino Nacional. "Foi emocionante, de arrepiar, uma das melhores sensações que eu tive na minha vida. Poder ver o estádio cantando o hino com amor, com paixão, todos nós juntos. Então, isso ainda mais nos deu um incentivo ainda maior para entrar em campo. Então, pode quebrar nariz, pode quebrar tudo, que por esse povo a gente vai correr sempre", inflamou.
 

Brasil 2x0 México - Neymar comanda vitória sem brilho da Seleção


A torcida brasileira se apegou à maestria de Neymar em campo nesta quarta-feira (19). Não se encantou com o conjunto, mas teve razões para festejar. Autor do primeiro gol da vitória de 2 a 0 sobre o México, na Arena Castelão, o astro ainda deu passe em jogada de encher os olhos nos acréscimos para Jô - novamente ele - dar os números finais do segundo triunfo verde e amarelo na Copa das Confederações.
Com o resultado, os comandados de Luiz Felipe Scolari encaminharam a classificação antecipada para as semifinais. Logo mais, Japão e Itália medirão forças em Recife, e o Brasil só não assegura a vaga na próxima fase caso os orientais saiam vitoriosos. O próximo compromisso da Seleção é contra a própria Itália, no sábado, em Salvador.
Arrasador no início, Brasil cai de produção
O início foi o ponto alto do Brasil na partida. A Seleção se mostrou cheia de disposição para balançar as redes logo nos primeiros minutos em que a bola rolou em Fortaleza. Tanto é que, aos quatro, Oscar chegou a marcar o seu. Só que tudo aconteceu após Neymar, em posição de impedimento bem assinalada pela arbitragem, cruzar da esquerda.
Determinado a tomar as rédeas da partida, o Brasil voltou a avançar aos oito. O zagueiro Rodríguez cortou cruzamento de Daniel Alves, deixando a bola em direção próxima à de Neymar, que chegava pela esquerda. Esbanjando técnica, o atacante emendou de primeira, de perna esquerda, um chute potente para abrir o placar. A maior esperança da torcida brasileira para a Copa de 2014 mais uma vez deixava sua marca dando tranquilidade ao grupo.
A sorte ficou do lado verde e amarelo aos 15 minutos. Chicharito ganhou de Daniel Alves e cruzou da esquerda para o meio da área. David Luiz fez o corte e tentou um chapéu, entregando o ouro ao adversário na cara do gol canarinho. Thiago Silva precisou salvar, e Mier teve de errar por questão de milímetros ao fazer a redonda passar rente à trave direita de Júlio César. 
Neymar rouba a cena nos momentos finais
No segundo tempo, mais um gol anulado. Uma alegria que durou pouco quando Thiago Silva foi flagrado em posição irregular ao completar para as redes, após cobrança de falta de Neymar. Os brasileiros insistiram, e Hulk, aos nove, desperdiçou ótima chance depois de tabelar com Neymar. O chute saiu pelo lado de fora das redes. Do outro lado, chance melhor ainda para Chicharito. O corte salvador de David Luiz evitou que o placar se igualasse aos 14 minutos.
Apagado em campo, Oscar saiu para a entrada de Hernanes. Mas quem chamou a responsabilidade foi Paulinho. Aos 20, o jogador do Corinthians arrancou para levantar a arquibancada. No fim, serviu Neymar, que viu o goleiro Corona espalmar para escaneio. Os lances encerraram temporariamente um momento de brilho individual dentro do elenco. O que se viu em seguida não animou. A defesa desprotegida por Marcelo pelo lado direito quase fez a alegria dos mexicanos em algumas oportunidades.
Felipão seguiu com as trocas e mandou Lucas para campo, tirando Hulk. Melhor jogador disparado no gramado cearense nesta quarta, Neymar se livrou de dois marcadores pela esquerda e tocou para Jô, que havia entrado no lugar de Fred, para fazer o 2 a 0, aos 47 minutos.
FICHA TÉCNICA
BRASIL 2 X 0 MÉXICO
Estádio: Arena Castelão, Fortaleza (CE)
Data/Hora: 19/6/2013 - 16h (de Brasília)
Árbitro: Howard Webb (ING)
Auxiliares: Michel Mullarkey (ING) e Darren Cann (ING)
Público: 71.527 torcedores
Cartões amarelos: Thiago Silva, Daniel Alves (BRA); Guardado, Herrera, Rodriguez(MEX)
Cartões vermelhos: -
Gols: Neymar, 9'/1ºT (1-0); Jô, 47'/2ºT (2-0)
BRASIL: Julio Cesar, Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Luiz Gustavo, Paulinho e Oscar (Hernanes - 16'/2ºT); Neymar, Hulk (Lucas - 32'/2ºT) e Fred (Jô - 37'/2ºT).
MÉXICO: Corona, Flores (Herrera - 12'/2ºT), Francisco Rodríguez, Héctor Moreno e Salcido; Torrado (Jimenez - 41'/2ºT), Mier, Torres (Barrera - 24'/2ºT) e Guardado; Giovani dos Santos e Chicharito Hernández.
 


Del Bosque nega menosprezo a Taiti, mas poupa até goleiro


A escalação da Espanha que deve enfrentar o Taiti, na quinta-feira, no Maracanã, seria um time difícil a ser batido por qualquer equipe do mundo. No entanto, tratam-se apenas dos reservas da Fúria. Dada a fragilidade do adversário, o treinador Vicente Del Bosque poupará todos os jogadores considerados "titulares"; a equipe reserva, no entanto, tem nomes fortes como Mata, Fernando Torres e David Villa.
Como o Taiti não representa um grande perido, até o goleiro Casillas será poupado. Com isso, ou Victor Valdés, do Barcelona, ou Pepe Reina, do Liverpool, ganham a vaga.
Del Bosque, no entanto, rejeitou qualquer tipo de menosprezo. "Uma das mudanças vai ser no gol. Um dos que não jogaram atuará amanhã. E teremos mudanças também no restante da equipe. É uma questão de preparação. São todos muito bons jogadores, titulares. É oportuno que joguem os que menos jogaram contra o Uruguai ou os que não jogaram ainda", disse.
O time espanhol que enfrenta o Taiti deve ser formado por Valdés (Reina), Azpilicueta, Sergio Ramos, Albiol e Monreal; Javi Martínez, Cazorla, David Silva e Juan Mata; Fernando Torres e David Villa.
- Uma das mudanças vai ser no gol. Um dos que não jogaram atuará amanhã. E teremos mudanças também no restante da equipe. É uma questão de preparação. São todos muito bons jogadores, titulares. É oportuno que joguem os que menos jogaram contra o Uruguai ou os que não jogaram ainda - disse Del Bosque.- Uma das mudanças vai ser no gol. Um dos que não jogaram atuará amanhã. E teremos mudanças também no restante da equipe. É uma questão de preparação. São todos muito bons jogadores, titulares. É oportuno que joguem os que menos jogaram contra o Uruguai ou os que não jogaram ainda - disse Del Bosque.