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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Rodrigo Caio é o único jogador de linha que jogou todos os minutos do Brasileiro

Apesar da campanha ruim no Brasileirão , o São Paulo tem um dos grandes destaques do campeonato no seu elenco. O zagueiro e volante Rodrigo Caio, titular absoluto com Ney Franco, Paulo Autuori e Muricy Ramalho, é o único jogador de linha que atuou em todos os minutos do torneio nacional até aqui. Considerando os 90 minutos das 28 partidas, sem os acréscimos, o jovem de apenas 20 anos de idade jogou 2520 minutos, todos como titular e sem ser substituído.
Ao lado de Rodrigo Caio estão os goleiros Wilson, do Vitória , Fábio, do Cruzeiro , e Weverton, do Atlético-PR . O atacante Rafael Marques, do Botafogo , também esteve em campo em todos os 28 jogos do time no Campeonato Brasileiro, mas foi substituído em algumas partidas e não atuou todos os minutos. Outros nove atletas ficaram de fora em apenas uma rodada.

Muricy já pode superar pontuação de Ney Franco, Milton Cruz e Autuori juntos

Se vencer o Náutico nesta quarta-feira , no Morumbi, o São Paulo chegará a 19 pontos nos dez jogos comandados por Muricy Ramalho no segundo turno do Campeonato Brasileiro. Superaria em um ponto a campanha total na primeira metade da competição, período em que o time foi dirigido por três treinadores diferentes: Ney Franco, Milton Cruz e Paulo Autuori.
Com Ney Franco, foram duas vitórias (2 a 0 sobre a Ponte Preta, em Campinas, e 5 a 1 sobre o Vasco, no Morumbi), dois empates (0 a 0 com o Atlético-MG, em Belo Horizonte, e 1 a 1 com o Grêmio, em Porto Alegre) e a derrota por 1 a 0 para o Goiás, em casa. Um aproveitamento de oito dos 15 pontos possíveis (53%).
Demitido depois de tropeço na Recopa Sul-americana, o agora comandante do Vitória foi substituído em dois jogos pelo coordenador técnico Milton Cruz. O interino perdeu por 2 a 0 para o Santos e por 2 a 1 para o Bahia, ambos como mandante, até que o presidente Juvenal Juvêncio anunciasse Paulo Autuori, recém-saído do Vasco, como salvador.
Apesar do passado vitorioso no clube - campeão da Libertadores e mundial, em 2005 -, Autuori não fez jus à confiança nele depositada. O São Paulo foi derrotado em metade dos 12 jogos e acumulou dez pontos, com só duas vitórias (1 a 0 sobre o Náutico, no Recife, e 2 a 1 sobre o Fluminense, no Morumbi). Na sexta derrota, com rendimento de 28%, caiu para dar lugar a Muricy.
O novo treinador assumiu na antepenúltima posição, com 54% de risco de rebaixamento, nas contas de Tristão Garcia, matemático dedicado aos estudos do futebol. Com três triunfos seguidos, o time finalmente deixou a zona de descenso, para a qual voltou momentaneamente mais tarde, mas por apenas uma rodada. Neste momento, dois pontos o separam do 17º lugar.
"Mudou a atitude", diz o meia Maicon, quando questionado sobre a diferença entre os turnos e os professores. "O Muricy nos falou diversas vezes que já tinham passado grandes treinadores por aqui e que, se a gente não tivesse atitude, não se doasse, poderia vir Deus que não mudaria nada. A gente é que tem que fazer valer".
Na prática, Muricy tem justificado o endeusamento por parte da torcida são-paulina. Se o campeonato tivesse começado no momento em que ele voltou ao clube onde foi tricampeão brasileiro como técnico, a equipe estaria em quarto lugar, uma vez que somou 16 pontos nos nove primeiros jogos do returno (59%), menos apenas do que Cruzeiro (19), Atlético-MG (17) e Vitória (16). Uma campanha capaz de classificação para a próxima Copa Libertadores, portanto.
PJVEDGPGCSG
Ney Franco85221835
Milton Cruz0200214-3
Paulo Autuori1012246815-7
Muricy Ramalho169513972

Romário volta a criticar Copa e chama Ronaldo e Bebeto de 'ignorantes'

Um dos principais críticos da Copa do Mundo no Brasil , o ex-jogador e atual deputado federal Romário voltou a atacar os responsáveis pelo organizador do evento. Além do presidente da CBF, José Maria Marin - considerado pelo ex-jogador alguém "muito pior" que Ricardo Teixeira, antigo mandatário da entidade -, Ronaldo e Bebeto, membros do COL (Comitê Organizador Local), foram alvos de Romário em entrevista ao jornal americano The New York Times .
"Ou Ronaldo e Bebeto não sabem o que está acontecendo, ou estão fingindo que não sabem. De qualquer maneira, isso é ignorância", declarou o tetracampeão.
O diário norte-americano traça um perfil do brasileiro, apontado pelo jornalista Sam Borden como o único "dissidente" da Copa do Mundo de 2014, enquanto outras lendas, como Pelé e os próprios Ronaldo e Bebeto, "louvam e apoiam os planos do Brasil".
Na entrevista concedida ao jornal, o Baixinho ainda voltou a atacar a Fifa, dizendo que a entidade máxima do futebol está "roubando os brasileiros".
"A Fifa está aqui somente pelo dinheiro. Coisas como transporte, que beneficiam as pessoas depois da competição, estão prontas? Eles não se importam. Eles não se importam com o que será deixado para trás", afirmou.
A reportagem ainda cita a combatividade de Romário como parlamentar e o apoio do Baixinho aos protestos que eclodiram no Brasil durante o mês de junho - alguns, inclusive, diretamente relacionados à Copa do Mundo. "Ninguém me diz para fechar a boca porque sabem que isso nunca vai acontecer".

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Flamengo de 2009 pode inspirar Grêmio e Botafogo a tirar vantagem do Cruzeiro

Apenas uma vez no Brasileirão de pontos corridos um time que estava 10 pontos atrás do líder ao fim da 28ª rodada conseguiu buscar o título. O Flamengo de 2009 fez isso e terminou aquele torneio como campeão. Esta é a diferença de Botafogo e Grêmio para o Cruzeiro faltando 10 jogos para o fim do campeonato. 
Naquela ocasião o líder era o Palmeiras com 54 pontos. Com 44 o Flamengo era o sexto colocado, mas com uma arrancada de sete vitórias e dois empates nos últimos 10 jogos conseguiu o título. Pesa a favor do Cruzeiro seu aproveitamento melhor do que daquele Palmeiras. As duas derrotas nas últimas rodadas encurtaram muito pouco sua vantagem.
O Cruzeiro tinha uma gordura de 11 pontos há duas rodadas. Era dado como virtual campeão, mas as quedas para São Paulo e Atlético-MG fizeram o time mais forte do campeonato deixar de pontuar e dando chance a rivais a brigarem pelo título. Sorte do Cruzeiro que o Grêmio, então vice-líder, fez apenas um ponto em dois jogos e mesmo no pior momento do time mineiro no Brasileiro pouco mudou na briga pelo título. O Cruzeiro tem 59 pontos contra 49 do time gaúcho.
Quem se animou com as derrotas do Cruzeiro foi o Botafogo, novo vice-líder com os mesmos 49 pontos do Grêmio. O meia Seedorf pareceu animado depois da vitória da sua equipe no clássico contra o Flamengo no Maracanã. 
"A gente tem que acreditar, somar o maior número de pontos possível. Olhar para o que os outros times estão fazendo é inútil. Temos que focar nas nossas partidas e ver se no fim do ano conseguimos alcançar nossos objetivos. Mas ainda temos chances, sim", disse.
No Cruzeiro o discurso é que as duas derrotas não devem atrapalhar o planejamento do clube até a conquista do título. O revés para o maior rival foi relevado pelo técnico Marcelo Oliveira e os jogadores querem dar a volta por cima contra o Fluminense .
 "Queríamos ganhar, mas nós temos um objetivo maior que é o título e nós temos que estar mobilizando novamente os jogadores, porque perdemos duas partidas seguidas. Vamos ter um jogo fundamental na quarta-feira e temos que estar bem mobilizados para esta partida", destacou.

No sufoco, Atlético-PR faz 1 a 0 e bate a Portuguesa na Vila Capanema

O gol da vitória foi marcado pelo atacante Marcelo, aos dois minutos do primeiro tempo (Divulgação/AtléticoParanaense.com)
Com um resultado magro e sob pressão do adversário, o Atlético Paranaense venceu a Portuguesa, por 1 a 0, na Vila Capanema, e segue a passos largos para garantir um lugar no G-4 do Campeonato Brasileiro e, consequentemente, a sonhada vaga para a Libertadores da América. Com o resultado, o Furacão chegou aos 48 pontos, na quarta colocação, enquanto a Lusa, com 34 pontos, fica na 14ª posição.

Logo aos dois minutos do primeiro tempo, Marcelo recebeu do maestro Paulo Baier e tocou na saída do goleiro para abrir o placar. O gol logo cedo parecia prenúncio de goleada, mas a partida se equilibrou, e a única bola a balançar as redes definiu a contagem final.

Na próxima rodada, o Atlético Paranaense enfrenta o Atlético Mineiro, quarta-feira, na Vila Capanema, em Curitiba. Já a Portuguesa terá pela frente o Criciúma, no mesmo dia, no Estádio Heriberto Hulse.

O jogo


O Furacão precisou de apenas dois minutos para abrir o placar, com Marcelo, que recebeu lançamento açucarado do maestro Paulo Baier e tocou a saída de Lauro para balançar as redes. O Rubro-negro começou em um ritmo alucinante. Aos sete minutos, foi a vez de Ederson receber na área e soltar um petardo, pela linha de fundo.

O Atlético marcava forte, tentado roubar a bola para contra-atacar. Aos 15 minutos, Paulo Baier levantou para Ederson, que testou pela linha de fundo. Aos 20 minutos, Zezinho foi acionado no ataque, bateu em direção ao gol e desperdiçou boa chance. Na resposta, Henrique girou sobre a marcação e chutou com perigo, assustando Weverton. A Lusa aos poucos equilibrava as ações.

Mais Portuguesa no ataque aos 22 minutos, Henrique desviou cruzamento e Weverton, em dois tempos, fez boa intervenção. Em cobrança de falta, aos 33, Paulo Baier deu trabalho para Lauro, que cedeu escanteio. Aos 33, o desvio do meia atleticano foi dentro da área e o goleiro paulista agarrou. Aos 42, Valdomiro desviou e Léo apareceu para afastar.

Para a etapa final, a Lusa voltou com Wanderson no lugar de Henrique e com uma postura mais ofensiva. Aos dois minutos, Rogério fez o cruzamento e Wanderson tocou de primeira pela linha de fundo. Aos sete minutos, Bergson fez o giro e acertou a defesa rubro-negra. Wanderson perdeu mais uma grande oportunidade, aos 14 minutos, na cara do gol, mas com um chute fraco.

O técnico Vagner Mancini, vendo o time pressionado, colocou em campo Marco Antônio e Roger, tentando dar um novo gás ao sistema ofensivo e, ao mesmo tempo, protegendo o meio-campo. Aos 22 minutos, Baier cobrou falta, Lauro soltou e Manoel isolou. O maestro rubro-negro teve a chance de matar a partida aos 27 minutos, invadindo a área e tocando para o gol. Luís Ricardo apareceu para tirar em cima da linha.

O Furacão passava sufoco para conseguir administrar o resultado. Aos 33 minutos, Bruno Henrique ajeitou para Bergson, que arrematou por cima da meta, sem perigo. A Lusa dominava totalmente as ações. Aos 39 minutos, Luís Ricardo fez a jogada, abriu espaço e chutou cruzado, pela linha de fundo. Héverton apareceu com liberdade aos 42 minutos e o árbitro parou o lance para marcar um impedimento polêmico. Aos 47 minutos, Lauro foi para a área duas vezes, mas a defesa afastou o perigo para garantir os três pontos.

Goiás vence e quebra série invicta da Portuguesa em SP


Após seis vitórias seguidas jogando como mandante, cinco delas no estádio do Canindé, em São Paulo, a Portuguesa foi surpreendida pelo Goiás, nesta quinta-feira, no fechamento da 27.ª rodada do Campeonato Brasileiro. Perdida em campo e errando muito, a equipe paulista não conseguiu criar nada. Melhor para o time goiano, que marcando bem e eficiente nas finalizações, venceu por 2 a 1, com gols de Hugo e Walter, um em cada tempo, quebrando uma série de três jogos sem vitórias - duas derrotas e um empate. Héverton descontou nos últimos minutos de jogo.

Com os três pontos, os goianos chegaram aos 37, assumindo a oitava colocação e voltando a sonhar com a Copa Libertadores. Por outro lado, a Portuguesa ficou com 34, em 12.º lugar, voltando a se preocupar com a zona de rebaixamento, já que tem dois pontos a mais que o Vasco, o primeiro na zona de queda. A Portuguesa desta vez não jogou bem como nas vitórias em casa contra Bahia, por 4 a 2, Ponte Preta, por 2 a 1, Vasco, por 2 a 0, Náutico, por 3 a 0, Corinthians, por 4 a 0, em jogo disputado em Campo Grande (MS), e diante do Santos, por 3 a 0.

Diferente do que sempre acontece quando a Portuguesa joga no Canindé, quem começou pressionando foi o Goiás. Marcando em cima, o time goiano começou o jogo tendo mais posse de bola e deixando a adversária no seu campo de defesa. Aos quatro minutos, quase o goleiro Lauro foi surpreendido em um forte chute de Roni. Ele espalmou, meio sem jeito, para a linha de fundo. Em uma das poucas jogadas em contra-ataque, a Portuguesa chegou com Gilberto, aos 15 minutos. 

O atacante foi lançado, saiu cara a cara com Renan, mas na hora do chute perdeu o ângulo e facilitou para que a defesa goiana afastasse o perigo. O jogo ficou muito fraco tecnicamente, com os dois times errando inúmeros passes. Mas, aos 36 minutos, em uma bola parada, o Goiás surpreendeu e abriu o placar. Após cobrança de escanteio, a bola ficou viva na área e caiu no pé de Hugo, que bateu de primeira, no alto, sem chances para Lauro.

A Portuguesa voltou com mais vontade no segundo tempo, mas foi surpreendida logo aos cinco minutos. Eduardo Sasha invadiu a área e acabou sendo derrubado por Rogério. O árbitro brasiliense Rodrigo Batista Raposo marcou o pênalti. Walter soltou um petardo no canto direito do gol, sem chance para
Lauro, que nem viu a cor da bola.

A equipe paulista teve uma de suas melhores chances aos 21 minutos. Após boa tabela, Luis Ricardo invadiu a área, sozinho, e bateu na saída de Renan, mas o chute saiu rente à trave. Aos 33, quase fez. Após cobrança de escanteio, Valdomiro testou e, em cima da linha, a defesa goiana afastou o perigo. 

Aos 37, de tanto tentar, a Portuguesa fez o seu de honra. Luis Ricardo fez boa jogada individual, invadiu a área e bateu cruzado, rasteiro. Renan deu rebote no pé
de Héverton, que, livre, só tocou para o gol aberto.

Pela 28.ª rodada, a Portuguesa volta ao gramado neste contra o Atlético Paranaense, em Curitiba, no estádio Durival de Britto, às 18h30, enquanto que o Goiás joga no mesmo dia e horário contra o Bahia, no estádio Serra Dourada, em Goiânia.

FICHA TÉCNICA

PORTUGUESA 1 x 2 GOIÁS

PORTUGUESA - Lauro; Luis Ricardo, Moisés Moura, Valdomiro e Rogério; Corrêa (Wanderson), Bruno Henrique, Moisés e Souza (Héverton); Gilberto e
Bergson (Henrique). Técnico: Guto Ferreira.

GOIÁS - Renan; Thiago Mendes, Rodrigo, Ernando e William Matheus; Amaral, David, Hugo (Valmir Lucas), Eduardo Sasha (Érick) e Roni (Renan Oliveira);
Walter. Técnico: Enderson Moreira.

GOLS - Hugo, aos 36 minutos do primeiro tempo; Walter (pênalti), aos 5, e Héverton, aos 37 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS - Gilberto (Portuguesa); Renan, William Matheus, David e Amaral (Goiás).

ÁRBITRO - Rodrigo Batista Raposo (DF).
RENDA - R$ 67.160,00.

Botafogo bate Fla de virada e volta à vice-liderança

Rafael Marques marcou o gol da vitória botafoguense - Marcos de Paula/Estadão
Botafogo Flamengo fizeram um jogo que mereceu a definição de clássico, um confronto aberto, brigado, disputado com muito vigor, disposição e com bonitos lances de lado a lado. De virada, o time alvinegro conseguiu a segunda vitória seguida e assumiu a vice-liderança do Campeonato Brasileiro, 2 a 1 sobre o rival, no Maracanã. Com 49 pontos, os botafoguenses se reanimam na disputa do título. A tarefa ainda é muito difícil. Com 10 jogos restantes e 10 pontos atrás do líder Cruzeiro, que perdeu duas consecutivas. O próximo compromisso é uma visita a Salvador, para encarar o Vitória, na quinta-feira.

Os rubro-negros, que não perdiam há cinco jogos, param nos 37 pontos e caem para a décima posição, mas na embolada competição ainda estão em condição de almejar a Libertadores ao mesmo tempo que temem o rebaixamento. Para continuar a sonhar, será necessário superar o Bahia, no mesmo Maracanã, na quarta-feira. A vitória foi alvinegra, mas poderia ser rubro-negra. O clássico deste domingo foi daqueles raros casos em que as duas equipes estiveram bem e tiveram inúmeras chances de gol. Os altos e baixos de lado a lado construíram um jogo cheio de alternâncias e emocionante.
Foi um duelo animado e movimentado nos primeiros 45 minutos. O Flamengo tratava melhor a bola e tinha boa troca de passes no meio de campo. Carlos Eduardo mostrava melhor preparo físico, movimentava-se bem e participaria do primeiro gol por conta disso. Na verdade, foi um belo tento coletivo rubro-negro. Paulinho, Carlos Eduardo, Wallace e Hernane colocou para as redes, abrindo o marcador aos 13 minutos.
Em desvantagem, os botafoguenses tentaram impor pressão, mas os flamenguistas se defendiam bem e eram perigosos no contra-ataque. Felipe havia feito uma boa intervenção em chute de Rafael Marques, no início, e descansou até que Chicão falhou na marcação a Seedorf e permitiu que o holandês achasse Gegê em meio ao espaço criado na área para empatar, aos 43.
Elias perdeu um gol feito no início da segunda etapa e as oportunidades continuavam aparecendo em sucessão para ambos os lados. O Flamengo poderia ter voltado à frente em seguida, mas falhou e foi punido. Gegê cruzou e Rafael Marques, que havia chutado na trave minutos antes, tocou de leve para a virada, aos 17. A partir daí o domínio foi amplo do Flamengo, com muitas chances perdidas. A melhor delas, um cruzamento de Amaral que Elias testou na trave e Bruninho parou em Renan no rebote.
FICHA TÉCNICA:
BOTAFOGO 2 X 1 FLAMENGO
BOTAFOGO - Renan; Edilson, Bolívar, Dória e Julio Cesar; Marcelo Mattos, Renato, Gegê (Dedé) e Seedorf; Rafael Marques e Alex (Henrique) (Hyuri). Técnico - Oswaldo de Oliveira.
FLAMENGO - Felipe; Leonardo Moura, Chicão, Wallace e João Paulo; Amaral, Elias, André Santos (Luiz Antônio) e Carlos Eduardo (Bruninho); Paulinho e Hernane. Técnico - Jayme de Almeida.
GOLS - Hernane, aos 13, e Gegê, aos 43 minutos do primeiro tempo. Rafael Marques, aos 17 minutos do segundo tempo.
ÁRBITRO - Grazianni Maciel Rocha (RJ).
CARTÃO AMARELO - Amaral (Flamengo); Edilson, Julio Cesar (Botafogo).
RENDA - R$ 1.346.700,00.
PÚBLICO - 23.718 pagantes (31.720 presentes).

LOCAL - Estádio do Maracanã, no Rio (RJ).