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terça-feira, 4 de março de 2014

Bernard revela ter plano de fuga para deixar a Ucrânia: 'Se precisar, volto para o Brasil'

Bernard revela ter plano de fuga para deixar a Ucrânia
O atacante Bernard está passando por momentos difíceis. Jogador do Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, ele está preocupado com o clima de guerra civil por que passa o país. Ele teme que isso possa afetar a ele e seus familiares, já que está morando na cidade do seu clube com os pais e um primo. Mas já tem preparado um plano de fuga para todos caso a situação se agrave em território ucraniano.

"A violência está acontecendo longe de Donetsk, mas os manifestantes já estão partindo para lá, porque foi uma cidade onde ainda não teve as manifestações. Mas já tomamos todas as providências para caso precise sair urgentemente. Já deixei os nomes com o embaixador (do Brasil na Ucrânia), para caso de precisar pegar um voo rapidamente. Deixei tudo certo lá."
Bernard está no Shakhtar desde o segundo semestre de 2013 e tem consciência de que está correndo o risco de não voltar à Ucrânia. Ele não teve dificuldade para viajar no domingo - se apresentou na manhã desta segunda-feira à seleção brasileira em Johannesburgo após escala em Londres -, mas, por enquanto, não pretende trocar de clube.
"Já conversei com a família sobre a possibilidade de não poder voltar. Se precisar volto para o Brasil, como eles também. Mas trocar de clube agora não dá. Acabei de chegar e fica um pouquinho difícil para o presidente. Ele investiu alto e não vai querer liberar um jogador recém-contratado e por um valor tão alto", disse o ex-atacante do Atlético-MG, sem esconder, porém, que, no futuro, pretende dar um passo maior na carreira e jogar num grande clube de um centro maior da Europa.
A possibilidade de não poder retornar a Donetsk se deve ao de fato de vários manifestantes estarem se deslocando para a cidade, a maioria defendendo que a Ucrânia mantenha relações próximas com a Rússia.

"Já chegou bastante manifestante. Eles já estão ficando na frente da prefeitura. Então a situação está ficando um pouquinho tensa, mas o clube garante a segurança da gente", afirmou.
Apesar de a segurança de seus familiares estar em risco, Bernard garante que a situação não terá influência no seu rendimento na seleção brasileira, que nesta quarta-feira enfrenta a África do Sul, em Johannesburgo, no último amistoso antes da convocação final para a Copa do Mundo.
"Não me atrapalha na semana. Procuro separar, estou sempre focado. Todas as vezes que eu venho procuro me dedicar nos treinamentos, nos jogos, para poder realizar o sonho de jogar na Copa do Mundo, ainda mais uma Copa especial, que é no Brasil. Quando eu venho para cá, cabeça está direta aqui", garantiu.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Preso desde julho, zagueiro Breno pode ser liberado nos próximos dias


A imprensa alemã dá conta de que o zagueiro Breno, ex-São Paulo e Bayern de Munique, pode ser liberado nos próximos dias. Preso desde julho do ano passado, quando foi julgado culpado de incendiar a própria casa, o jogador tem pena de três anos e nove meses a cumprir.
"Nós ainda estamos na fase de conversa com as autoridades de imigração. Elas estão avançadas e essa liberdade pode ser concedida ao Breno em breve"m afirmou o diretor da cadeia de Stadelheim, Michael Stumpf.
Breno ainda tem contrato com o São Paulo até 2015, e o clube segue concedendo uma ajuda financeira a seus familiares até uma resolução da situação. Se liberto, Breno pode ou seguir trabalhando na Alemanha ou retornar ao Brasil. Para o Tricolor, a notícia, apesar de surpreendente, é boa.
O jogado saiu do Morumbi em 2007, quando foi negociado com o clube bávaro por U$ 19 milhões. No entanto, jamais conseguiu se firmar.
 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Por Phillipe Coutinho, Liverpool oferece 8 milhões de euros à Inter


Revelação das categorias de base do Vasco, que vendeu seus direitos econômicos por 4 milhões de euros (R$ 11 milhões) em 2010, o meio-campista Phillipe Coutinho pode trocar de clube mais uma vez, na janela de transferências do meio da temporada europeia. Os ingleses do Liverpool ofereceram o dobro do valor pago pela Inter de Milão e receberam o aval do próprio brasileiro para intensificarem as negociações.
Por 8 milhões de euros (cerca de R$ 22 milhões), o Liverpool deseja contratar o meia de 20 anos para se frustrar do fracasso na tentativa de tirar Tom Ince do Blackpool. O modesto clube inglês não aceitou o valor abaixo de mercado oferecido pelos Reds, que também não devem ter facilidade para trazerem Coutinho. O brasileiro não vem sendo utilizado na Itália, é favorável à transferência, mas a Inter de Milão não deve aceitar o valor previamente oferecido.
A multa rescisória de Phillipe Coutinho é avaliada em 40 milhões de euros e a Inter deseja um valor que atinja pelo menos um terço deste valor. Cacau Barbosa, empresário do brasileiro, garante que o jogador mantém seu foco no futebol italiano, já tendo recusado ofertas do Aston Villa e até do Fluminense, no meio de 2011.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Ex-volante do Flamengo é denunciado por dirigir sem habilitação e alcoolizado


O volante brasileiro Willians, ex-jogador do Flamengo e atualmente na Udinese, está envolvido em uma polêmica na Itália. O atleta é acusado de tentar subornar guardas da cidade de Údine após ser detido dirigindo alcoolizado e sem habilitação. As informações são do site ' CalcioWeb .
O incidente teria acontecido na madrugada do dia 12 para o dia 13 de dezembro, mas apenas agora o caso foi divulgado. Ele voltava de uma festa promovida por alguns companheiros de equipe e foi parado pela polícia.
O volante alegou que estava sem carteira de motorista e que só tinha um documento brasileiro, que não estava em sua posse no momento. O jogador estava acompanhado por uma mulher de 20 anos, que segurava uma garrafa de cerveja.
Willians fez o teste do bafômetro, que acusou 1,5g/l de álcool no sangue. No Brasil, 0,2g/l já é suficiente para render uma multa. Ao ser flagrado, o ex-jogador do Flamengo teria oferecido mil euros (R$ 2.741) a cada policial. O jogador está na lista de reforços do Vasco para a temporada 2013.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Conheça Eduardo Retondaro, fisioterapeuta que ajuda na recuperação de diversos jogadores brasileiros na Europa



O profissional está na França, auxiliando os brasileiros do elenco do Bourdeaux
*Com Jonas Moura
Ex-estagiário de Nilton Petrônio, o Filé, que atuou nas recuperações de Ronaldo Fenômeno, o fisioterapeuta Eduardo Retondaro ajudou o zagueiro brasileiro Henrique, que joga no Bourdeaux, a se recuperar de uma grave contusão que não era diagnosticada pelos médicos do clube. Retondaro também fala de sua experiência no futebol e comenta sobre o porquê de tantos brasileiros que jogam na Europa preferirem se tratar fora de seus times.
Eduardo, nesse momento você está no Brasil ou na França?
Eu estou na França, em Bourdeaux.
Como você se estabeleceu aí?
Na verdade, eu vim para cá no ano passado, em janeiro, para reabilitar o Henrique, zagueiro do Bourdeaux. Era para eu ficar apenas três semanas, mas nós solicitamos os exames de imagem e vimos que a lesão dele era muito mais grave do que eu imaginava. Acabou que eu fiquei aqui quatro meses, até ele se recuperar. No segundo semestre do ano passado, ele sofreu uma nova lesão, dessa vez no joelho – a primeira tinha sido nos adutores – e eu voltei para passar mais um mês na França. Neste ano, em julho, o Jussiê, atacante brasileiro do Bourdeaux, estava voltando para o Brasil com uma lesão na musculatura posterior da coxa e perguntou se eu poderia ir atendê-lo em Belo Horizonte, onde mora a família dele.
Deu tudo certo, aí o Jussiê e o Henrique me convidaram para vir para cá para montar uma estrutura e fazer um trabalho com eles não só curativo, mas também de prevenção. Já estou aqui desde agosto.
Como está esse projeto de montar a estrutura?
Graças a Deus, já está tudo montado. Na casa do Jussiê tem uma garagem muito grande, onde eu montei a clínica. Nós corremos atrás de material e estamos trabalhando aqui diariamente.
Como você chegou à medicina esportiva?
Eu fiz 15 anos de formado agora, mas a minha escola foi com o Nilton Petrônio, o Filé (N.R.: fisioterapeuta que tratou de Ronaldo em suas contusões no joelho e de Romário, entre outros). Eu comecei com ele como estagiário e, logo depois de formado, o Filé me aproveitou para a equipe dele. Desde então, eu trabalho nessa área de reabilitação esportiva.
O gosto pelo futebol influenciou na escolha da área?
Sim, sim. Eu trabalhei com outros esportes também, mas o futebol me acompanhou desde o início, até porque eu joguei em categorias de base. A experiência que eu tive com o Filé foi muito boa, muito positiva profissionalmente. Convivendo nesse meio do futebol, a gente fica empolgado e querendo cada vez mais mostrar o trabalho e evoluir.
Porque você acha que muitos jogadores brasileiros que estão na Europa preferem se tratar fora de seus clubes quando estão contundidos?
Na verdade, essa é a minha segunda experiência em nível europeu. Em 2002, na segunda lesão do Ronaldo, quando ele estava na Internazionale de Milão, o Filé foi para a Itália e me convidou para passar um tempo lá. Quando eu cheguei, encontrei uma estrutura maravilhosa, mas não tinha mão de obra. Se eu não me engano, só tinham dois massagistas. Nem fisioterapeuta tinha.
Eu fiquei com aquilo na minha cabeça, mas não imaginei que também pudesse acontecer em outros países. Quando eu cheguei aqui na França, fiquei assustado, porque a estrutura do Bourdeaux é de primeiro mundo. Tudo o que um fisioterapeuta sonha para trabalhar dentro de clube aqui tem de sobra. Só que, infelizmente, parece que a coisa aqui não vai. Se eu não me engano, a formação aqui na França, para fisioterapeuta, é de dois anos e meio. No Brasil, nós temos cinco anos de formação, mais a pós-graduação e os cursos de extensão.
Aí os jogadores brasileiros, que já estão acostumados com essa mão de obra qualificada do Brasil, ficam com as mãos atadas quando se machucam aqui na Europa, porque ficam muito tempo no departamento médico. Uns acabam voltando para o Brasil, outros chamam os fisioterapeutas para cá. Eu não sou o primeiro, tenho até um amigo que está no Kashima Antlers, do Japão.
Você falou da lesão do Henrique. Quais você considera que foram os principais erros cometidos pelo departamento médico do Bourdeaux no tratamento da lesão dele?
A primeira lesão do Henrique, bastante grave e rara, foi um mal anunciado. Em agosto de 2010, ele evoluiu para uma tendinite no adutor da coxa direita. Essa lesão não foi bem tratada aqui na França, até que chegou a um quadro de tendinose, um processo inflamatório no tendão quando ele está se regenerando e, por isso, próximo de se romper. Como o Henrique viu que aqui no clube não teria solução, ele ligou para o seu empresário, que conseguiu uma autorização para que o Henrique fosse ao Brasil se tratar com um especialista. Até então, pensavam que a lesão dele era no púbis, e não no adutor.
Por isso, o Henrique procurou o doutor Joaquim Grava, médico do Corinthians e especialista em púbis. O Grava detectou a tal tendinose e o Henrique ficou 15 dias se tratando no Corinthians. Houve uma melhora, mas, como o clube só o havia liberado por duas semanas, o Henrique teve que voltar para a França. Infelizmente, os profissionais daqui não seguiram o que foi recomendado pelo Bruno Mazziotti, fisioterapeuta do Corinthians, e o Henrique acabou rompendo os dois adutores, tanto o direito quanto o esquerdo.
Então, ele se desesperou e ligou para o Bruno, pedindo que viesse para cá, já que o clube não autorizaria um retorno ao Brasil. Mas como o Bruno estava na seleção sub-20 que ia disputar o sul-americano, ele indicou meu nome ao Henrique. Nós nem sabíamos o que tinha acontecido de fato. A princípio, eu vim para tratar de uma tendinose, algo que demanda três semanas para a recuperação do atleta. Só que quando eu fiz os testes com ele, me assustei um pouco, e solicitei o exame de imagem que acabou detectando a ruptura.
Qual foi o impacto desse seu trabalho com o Henrique no clube? Você acha que provocou uma mudança de mentalidade por lá?
Infelizmente, não mudou a mentalidade. Eu gostaria de te dar como resposta que mudou, mas não foi isso que aconteceu. Na época, o departamento médico do clube disse ao Henrique ele teria que parar de jogar futebol se não se submetesse a uma cirurgia. Mas nesse tipo de caso, a conduta não é cirúrgica. Ele apostou no meu trabalho, seguiu a minha recomendação, não operou e felizmente deu tudo certo.
Em março, o empresário dele, Eduardo Uran, perguntou se eu não me interessaria em montar um trabalho no clube, e eu disse que sim. Mas quando ele foi propor isso lá dentro, o presidente disse que já havia fisioterapeutas suficientes e tratou a lesão do Henrique como se fosse um acontecimento isolado. E a gente sabe que não é assim. Em janeiro, esse caso vai fazer dois anos, e eu posso dizer que a mentalidade não mudou em nada.
Ao que parece, os clubes europeus olham um pouco torto para os profissionais brasileiros que tratam dos jogadores deles...
Sim, de fato. No início, eu fui vitima de extremo preconceito por parte da maioria dos profissionais daqui. “O que um profissional lá do Terceiro Mundo vai fazer para resolver um problema nosso?”, perguntavam. Mas, apesar de eu ter dito que a mentalidade não mudou com o caso do Henrique, o olhar deles em relação ao meu trabalho mudou muito. Hoje, eles me veem com mais respeito. Outra coisa que não fazem aqui é o trabalho de prevenção, algo eu aprendi com o Filé. É muito mais barato fazer um trabalho preventivo, avaliar cada estilo de jogador, cada posição, do que deixar o atleta dois, três meses no departamento médico. Até hoje eles não se tocaram quanto a isso, mas um dia a ficha vai cair.
Qual você acha que é a principal causa de lesão no futebol atual?
Aqui na Europa, pelo que eu vejo, é essa falta de avaliação individual dos atletas. No caso do Henrique, o objetivo inicial do tratamento nos joelhos era o mesmo do Jussiê, por exemplo. Mas o Henrique é um zagueiro, já o Jussiê é um atacante. Então a gente tem que retomar, na fase final de reabilitação, o que se chama gestual desportivo. Nesse momento, eu tenho que fazer com o Henrique um trabalho de zagueiro: saída de bola, lançamento, cabeceio, chutão. Já o Jussiê, não. Tem que ser um trabalho de giro, velocidade, mudança de direção rápida, raciocínio rápido. E aqui não tem isso. Se um atleta sofre uma entorse de tornozelo, ele recebe exatamente o mesmo tratamento de uma senhora de idade que tenha esse tipo de lesão.
É por isso que a coisa não anda. O Jussiê está aqui na França há oito anos. No Bordeaux, há seis meses. Mas ele nunca havia tido uma sequência de jogos, por conta das lesões musculares. Quando uma lesão era mal tratada, acabava sobrecarregando outro grupo muscular e logo ele se machucava de novo. Mas, graças a Deus, desde julho, quando comecei a acompanhá-lo, ele jogou praticamente todas as partidas como titular. Aos domingos, quando todos descansam, a gente vai trabalhar, fazer desintoxicação muscular. A manutenção só vem com a prevenção. Não dá pra parar nunca.
 


quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Ex-Santos, lateral direito Danilo, do Porto, interessa ao Chelsea para 2013


Os laterais brasileiros do time do Porto, Alex Sandro, pela esquerda, e Danilo, pela direita, ambos ex-Santos, estão chamando a atenção de grandes clubes da Inglaterra. Após o Manchester United se interessar pelo primeiro, possível substituto de Patrice Evra, chegou a vez do Chelsea pensar no segundo, que poderia ser o substituto de Paulo Ferreira.
De acordo com as informações da imprensa local, a diretoria do clube londrino considera Danilo como uma "estrela em ascensão", como destaca o jornal português A Bola . No entanto, tudo dependeria mesmo da saída de Paulo Ferreira, que, com 33 anos, não deve renovar o seu contrato com o clube na próxima temporada europeia.
Mas, para o brasileiro jogar em Stamford Bridge, o presidente do Chelsea, Roman Abramovic, teria que abrir, mais uma vez, o seu cofre: a cláusula contratual de Danilo gira em torno de 50 milhões de euros (R$ 135 milhões de reais). Uma possível concorrência com o Real Madrid, outro interessado no jogador, também pode ser empecilho.
Natural de Bicas (MG), Danilo foi revelado pelo América-MG, em 2009, e foi para a Vila Belmiro no ano seguinte. Mas o destaque do lateral direito só veio em 2011, na Copa Libertadores da América, no primeiro semestre, e no Mundial de Clubes Fifa, no segundo. O jogador marcou gol na final da competição continental, contra o Peñarol, e na mundial, ante o Kashiwa Reysol.
As boas atuações neste ano lhe renderam convocações para a Seleção Brasileira, então sob o comando do técnico Mano Menezes, pela principal e pela que disputou o Superclássico das Américas.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Após se queixar de substituição, Hulk garante ter feito as pazes com treinador: "Tudo resolvido"


Insatisfeito com o fato de ter sido sacado da equipe titular nas três últimas partidas do Zenit, o atacante Hulk já fez as pazes com o técnico Luciano Spalletti. Pelo menos foi o que disse o próprio jogador nesta sexta-feira (07). Durante a vitória sobre o Milan, pela Liga dos Campeões, na última terça, Hulk fez gestos de reprovação no momento em que deixava o campo por decisão do comandante, sugerindo até mesmo o fim de sua passagem pelo clube russo. Agora, porém, ele garante que o problema já foi resolvido, e foca suas atenções na conquista do Campeonato Russo. 
- Já está tudo resolvido. Conversei com o técnico, até porque foi uma coisa inédita em minha vida (ser substituído três vezes consecutivas). Falei com ele, e ficou tudo esclarecido, numa boa. Agora estamos todos focados no mesmo pensamento, que é conquistar o título com o Zenit – afirmou o atacante, através de sua assessoria de imprensa.
O próximo compromisso do Zenit, terceiro colocado na tabela, será importantíssimo, já que do outro lado do campo estará ninguém menos que o líder Anzhi. Concentração, portanto, é a palavra do momento. E se Spalletti entendeu o recado, Hulk não deverá permanecer menos do que 90 minutos em campo.
- Trata-se de um confronto direto pelo título, e estamos com o máximo de concentração possível. O Anzhi é um adversário muito complicado, mas o nosso objetivo é ser campeão – declarou Hulk.
 

domingo, 4 de novembro de 2012

Brasileiro Nenê volta aos treinos no PSG após fratura na face


O meia-atacante brasileiro Nenê, do Paris Saint-Germain, voltou a treinar com os companheiros nesta terça-feira, após se recuperar de uma fratura em dois ossos frontais do lado direito da face. A contusão aconteceu no última dia 20, contra o Reims, pelo Campeonato Francês. Nenê teve que colocar três placas de metal.
- Repousei por alguns dias após a operação e ontem (segunda-feira) corri na esteira. Mas já estava com saudades de trabalhar com bola e hoje (terça-feira) fui liberado para aquecer com o restante do grupo e até treinei finalizações. Estou muito feliz - declarou o brasileiro.
Enquanto se recupera, o brasileiro confirmou que terá de usar uma máscara:
- Um especialista fez o molde do meu rosto e já está providenciando a produção. Assim que a máscara estiver pronta, vou treinar com ela por alguns dias, para me adaptar. No que depender de mim, na semana que vem já estarei à disposição do (técnico) Carlo Ancelotti.
 

sábado, 9 de junho de 2012

LATERAL DEDÊ, EX-ATLÉTICO-MG, ESTÁ PERTO DE ACERTO COM O CRUZEIRO


O lateral prometido pelo presidente do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares, para os próximos dias, deverá ser o lateral-esquerdo Dedê, ex-Atlético-MG e grande ídolo do Borussia Dortmund, da Alemanha, onde jogou por muitos anos. Atualmente, o jogador, de 34 anos, atua na Turquia, pelo Eskişehirspor, com quem tem mais dois anos de contrato. Ele passa férias em Belo Horizonte e negou a negociação com o Cruzeiro. No entanto, o acerto está próximo.
- Não posso confirmar que estou conversando. Eu tenho contrato com o Eskişehirspor, da Turquia, e não posso falar que negocio com outro clube. Mas pode ter uma possibilidade. O Cruzeiro é um grande clube. Eles estão atrás de um lateral. É isso que posso falar.
Revelado pelo Atlético-MG, Dedê foi negociado com o Borussia Dortmund, em 1998. Pelo clube alemão, foram mais de dez anos com conquistas e glórias. Por lá, o jogador é um ídolo. No ano passado, acertou com o futebol turco e garantiu que está bem por lá.
- Ficamos em quinto lugar no Campeonato Turco neste ano. Tenho mais dois anos de contrato. Estou bem lá, sou muito amigo do Alex. Fui escolhido o melhor jogador do campeonato na posição.
Caso acerte com o Cruzeiro, Dedê reencontrará um grande amigo do mundo da bola. O volante Tinga jogou com ele no Borussia.
- O Tinga é um ‘irmãozaço’. A gente está sempre junto.
O Cruzeiro não fala sobre nomes e não confirma a negociação com Dedê. O clube celeste admite apenas que está em busca de um lateral e que deverá acertar nos próximos dias.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Roberto Carlos pode assumir time russo


O lateral-esquerdo brasileiro Roberto Carlos pode assumir o cargo de técnico do Anzhi, clube da Rússia em que ele atua. A informação foi veiculada por alguns jornais russos após a demissão do treinador da equipe, Gadzhi Gadzhiev.
De acordo com a imprensa da Rússia, Roberto Carlos acumularia as funções de treinador e jogador na próxima rodada do Campeonato Russo, no duelo contra o Locomotiv, de Moscou. O lateral-esquerdo teria o apoio do auxiliar técnico Andrey Gordeyev.
A nomeação de Roberto Carlos como técnico comprova o prestígio que o lateral mantém no clube russo. O jogador brasileiro já afirmou que pretende atuar por mais dois anos pelo Anzhi e em seguida se candidatar a presidência do time.
Além de Roberto Carlos, o Anzhi conta com outros três brasileiros: João Carlos, Jucilei e Diego Tardelli. A equipe da Rússia ainda conta com o atacante camaronês Eto’o, que com 20,5 milhões de euros mensais, tem o maior salário do futebol mundial.